Belo Encanto

Imitando o meu primo, atentai como este vídeo atenta contra a arte e a artista. Desde a completa ausência de ideias na realização aos movimentos de câmara enjoativos, passando pelo cenário pindérico. Esta peça é até uma justa homenagem à qualidade da equipa que criou e produziu o original, pois apresenta uma falha de sincronização. Mas que se lixe o vídeo. É a ária que importa. Esta precisa e preciosa ária. Uma das provas de que Deus existe, é siciliano e gosta de mulheres.

Angela Gheorghiu não é consensual. Há quem nos mande callar se a elogiarmos. Para mim, que sou bruto, podem vir as duas.

22 thoughts on “Belo Encanto”

  1. ao(à) Valupi já não lhe basta as boutades que debita sobre os assuntos sérios; insiste em ser bronco nos tempos livres, comparando esta comercialona pop com a Callas. Se tivesses visto até “a nossa espanhola” Elisabete Matos a cantar esta ária (da Norma) no anfiteatro de Mérida nem se atrevia à ousadia; enfim, eu só vim aqui dar o recado, dizer ao pobre coitado(a) que há alternativas

  2. xatoo: e tu, no teu tempo livre, o que fazes? Vens escrever comentários palermas só para que o mundo saiba que és suficientemente saloio para ires sozinho à Mérida? Ainda bem, rapaz. Sempre me poupas o trabalho de te mandar para lá.

  3. Primo, não tenho. Mas irei à pergunta disso.
    __

    Ana, eu também. Quanto mais não seja (mas não será só, nem no essencial), porque a Callas é a matriz para Gheorghiu.
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    Xatoo, quero agradecer-te essa russa calmeirona, uma montanha de carne, que trazes no banco de trás do teu comentário. Apostaria todo o meu capitalista dinheirinho em como ela é a principal causa do Aquecimento Global.

    Contudo, tal generosidade não te confere santuário. Um gajo com o teu discernimento, e fino gosto musical, tem de saber que é um imbecil. Voltes ou não a Mérida.
    __

    Primo (segunda volta), estás sempre a considerar-me. É isto a família.

  4. chissa, que um gajo já não pode vir aqui que leva logo uma cornada maniqueísta (se eu sou bronco tu és imbecil” estamos quites) mas, afinal foi o próprio autor do post que tinha dado o mote, dizendo antecipadamente “para mim, que sou bruto” – como em qualquer corporação os clones e revisores habituais aqui do estaminé defendem o direito à enormidade, sem que se expliquem do porquê. Apetece-lhes.
    JPC:
    no singelo evento/exemplo que quis dar estavam centenas de portugueses, mais até que espanhóis, Que estranho aparelho cognitivo lhe permitiu deduzir que eu fui sózinho? Ou não sabe descernir entre artistas que só actuam nos salões dourados das elites daqueles que o tentam fazer para a maior audiência possível?
    Devolvendo-lhe o trocadilho, se não sabe, acho que vc é que tem de ir a Mérida

  5. bom,
    se eu tiver juizo, deixo de aqui vir – e os principais prejudicados com isso são vocês, que deixam de ter a oportunidade de saber quem são

  6. o vídeo tem aquela qualidade de novela mexicana que lhe dá o toque valor seguro de pinderiquice.
    as divas são ambas magníficas, se bem que a callas tem um timbre mais grave e um legato mais perfeito nas frases contrastadas (fónix, pareço do juri da operação triunfo… :p).

  7. Nunca xaberás quem és, ó Costa. Nem coa ajuda do Chato – que te bai dando umas avévias baliojas, berdade seja dita. Xó xe, repito, Xó xe o Benâncio te pxicanalijar. Aí, xim! Aí bais intender tudo dafogadilho. Mas num sei se te conbém, ó Costa.

  8. Ó Beterinário,

    Sé pra escreber o meu nome, é pra escrebê-lo vem, hã? Benâncio?! Isso é uma mestura de Sul e de Norte. Eu quero-me puro. Benáncio é que é. Notou a diferença, ó Pxicólogo?

    Mas bámos ó quintressa. Eu lebo carote. O Costa chegó fim do mês rebirando os centabos. Bocê num queria ser assim, digámos, um sponsor, pra falar vonito?

    Óspois a gente aqui, no Aspirina V, faz puvlicidade à sua locanda.

    Quècacha da cousa?

  9. Xatoo, estavas mortinho para anunciar ao mundo que tinhas ido a Mérida, que conhecias a Elisabete Matos e que o teu blogue é palco para sopranos com carinhas larocas. Só que para isso não precisavas de asneirar. Fui eu que comecei por realçar a polémica da comparação, deixando a porta aberta para o contraditório. E apareces tu, vestido à espanhola, armado em carapau de corrida. Ainda te queixas?

    Quantos aos assuntos sérios, cagaste umas sentenças ali em baixo (Curso rápido). Tens lá uma pergunta à tua espera faz tempo. Vai lá mostrar o que vales, se é que vales alguma coisa.

  10. … estas porras dão-me aos soluços, quando eu tou a ir, pymba!, falta de RAM por certo. E o portátil novo ali a olhar para mim… Algum dia tenho de fazer alguma coisa.

    Esta coisa da Casta Diva era a canção de uma namorada minha há bué, eu era mais Blue Lines.

  11. Valupi
    andei à procura da perguntinha, mas nicles. O que vi foi no post “Aquedutos” o vosso elevado nivel de polemistas. Penso que quem deve estar preocupado com “aquilo que vale” não sou eu, mas enfim,
    Importa-se de repetir a perguntinha? ou era só um fogacho para despistar?

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