10 thoughts on “A literatura, esse abismo”

  1. Esta merda é que é um blog de referência? Por amor de Deus, façam um favor ao país e vão-se embora. Isto é um blog pimba. Façam um estágio no “Blasfémias” para ver se aprendem qualquer coisa. Que eu duvido que tenham Q.I. para isso!

  2. Tininha,

    Você ouviu por aí, pelos mentideros do país, que isto – isto – era um «blogue de referência»? Mas, querida, você acredita em tudo?

  3. Como diz bem Eduardo Gil Bera, “a poesia não é um fato lingüístico, a linguagem é que é um fato poético.”

  4. … e portanto fato aí é facto, não é paletó :)

    a raiz é factum, não?

    e agora ainda temos isto da poesia em hipertexto, um fogo de artifício sem fim

    Agora ando a pescar no grego e no árabe (transcrito) para ver se percebo umas koisas…

  5. Desta é que vai, espero eu. Já vim aqui ontem para vos deixar esta minha contribuição ao diálogo blogosférico:

    Abismos da literatura? só para quem não conhece os abismos da vida… esse abismo da literatura é só, na maioria do que se encontra nos escaparates, exercícios de estilo e não só nas “couves e alforrecas”. Exemplo dum grande abismo num pequeno livro: editado pela Fenda, “A nossa necessidade de consolo é impossível de satisfazer” do Stig Dagerman.
    Depois, grandes livros que contornam todos os abismos, há tatos, tantos, há escritores que deviam limitar a sua produção a um ou dois livros… Mas lá vamos tolerando, à espera de outro melhor… como, outros, os que estão no abismo, esperam por melhores dias !

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