O QUE ESTA MALTA ANDA A PRECISAR É DE SER METIDA NA PRISÃO…

Depois duma pesquisa aturada na Internet, aflito com males de intestinos preguiçosos e uma pressão arterial bastante elevada, deparei com este conselho dum homem oriental na Wonder-Cures.com, que aqui transcrevo, com uma certa liberalidade no tom e no respeito ao texto.

“A excessiva participação em actividades sexuais causa prisão de ventre (“constipação” como se dizia no tempo da Dona Carlota Joaquina e ainda se diz por essa Europa fora) e outros problemas relacionados em homens. Inversamente, quanto mais um homem se abstiver dessas (deliciosas e naturais) actividades, maior será a sua tendência para sofrer ataques de diarreia. Evitar sexo durante periodos longos, causando a retenção de grandes quantidades de sémen em homens sexualmente normais, poderá conduzir a caganeira persistente, desidratação, perda de peso, baixa pressão arterial, insónia e fadiga crónica em muitos deles”.

Malta nova, quarentona ou ainda capaz der bater meias-solas como eu, fará bem em atentar na sabedoria que exsuda, ou ejacula, desse conselho. No aspecto prático, se conhecerem algum tio com problemas diarreicos, ou hipotenso, já sabem que palavras ressabidas devem juntar à palmada nas costas. As raparigas também podem contar aos seus maridos e namorados, ou a um de cada vez, conforme as circunstâncias. Mas cuidado com os exageros e não se esqueçam de pedir a opinião ao vosso médico muito respeitado. Eu, como sempre, digo: I love you lots, darling Internet.

TT

31 thoughts on “O QUE ESTA MALTA ANDA A PRECISAR É DE SER METIDA NA PRISÃO…”

  1. Nao corram com este gajo, e depois digam que o barco afunda…O TT porque nao fazes coisas mais produtivas com a tua vida, estilo meter uma bala nos cornos…

  2. Ó Observador (Ranhoso, tu pertences à selecção B),

    Não temas, o barquito não afundará enquanto por cá aparecerem parvos como tu.

    TT

  3. “Ó Observador (Ranhoso, tu pertences à selecção B)”

    Eu li mesmo isto…ou e um flashback de algum acido que meti ha anos atras…

    O homem passou-se…

    Bom, e a ultima vez que lhe dou o prazer de o tratar como um Troll (e dos mauzinhos) que e o que ele e. Vai morrer longe homenzinho.

  4. Se a ideia é fazer um happening de avacalhanço avisem-me, sim?

    Hei-de acabar com o meu num festival desses

    “:O))))

    blogue que não se avacalhe nem devia ser digno de nota

  5. É isso e influenciar politicamente o público que é outra anormalidade que os bloggers têm- julgarem-se napoleões.

    Deviam começar a escrever posts de propaganda com directivas tão anormais como as que se fazem de verdade. E apresentá-las com a mesma pompa e circunstância que um chefe de Estado (ou de blogue). Mas para isso é preciso ter unhas…

    “;O)

  6. Eu peço desculpa de voltar, mas não resisto, sorrindo, de realçar esta frase extraordinária do meu amigo Rui Carmo: “A inveja impede, de facto, muita gente de ser isso mesmo – gente.” Fantástico!

    Agora sim ADEUS EM DEFINITIVO.

    P.S: Um Abraço ao Luis Rainha!

  7. Senhor Venâncio

    Deturpar a informação é pecado!

    O que está escrito nesse site é que “a excessiva participação em actividades sexuais com um parceiro do mesmo sexo causa prisão de ventre”.

    Pega à minivela e não quer ter prisão de ventre!

  8. Fu Man Chu,

    Pecado é ser burro vestido de mandarim, a pensar que tem piada. Junta-te ao Mao e ao resto dos Piaos que inventaste e volta para a semana com outros nicks idiotas. Lin Po Ku servirá às mil maravilhas. Adopta-o. Há aqui muita gente que precisa dos teus serviços.

    TT

  9. Momento cultural da noite – O Sotaque das Vacas

    Parece que os cientistas — a Ciência também já entrou na sua “Període Vache”, e não tem mais nada que fazer… — descobriram que as vacas mugiam com sotaques próprios da sua região de criação.
    Olha a novidade!… E comecei logo a tentar recuperar, mentalmente, as frequências vocais do contralto abagaçado da Maria Soez Avillão; o “mezzo” gin-whiskiano, “lirico-spinto”,e arrastado, da Constraça Cunha e Nhanha; o nasalado ante-esdrúxulo da pseudo-indignação diária de Pacheco Pereira; a voz de sapo-batôn-rouge da Manela Boca Guedes; o tempero espermático de falsete de garganta funda da “Miss Fardas”, no seu “Estado da Arte”; o ignaro gargarejo da Bocarra Guimarães, ao longo do “Páginas Soltas”; a caixa de ressonância de pelicano-ultra-sons da Teresa Guilherme; a voz de saltos altos de Porcelana de Sèvres da Socratina; os arranques sobreagudos e brochistas do Cláudio Ramos; o empastelado de tonel do Aberto João Prâ Mim; o flhâ-flhâ-flhâ de perdigotos e folhados, do Cavaco; o sotaque relaxado, e de pandeireta, de Dona de Bordel, da Marcela quer Morcela…

    Pensando bem, acho que a Ciência, desta vez, até acertou…

  10. (olha lá, se essa dos “Piaos” é comigo, falhaste redondamente o alvo, sou demasiado narcísico para usar heterónimos, assino sempre assim, diminutivo de pyrenaica, o nome de espécie do Quercus mais fajuto deste cantinho, o carvalho negral; já o mesmo não diria da Lolah)

  11. PARA FINALIZAR DE VEZ:

    Caro TT:

    És muito pequenino para mim. A tua “prosa” insana de foguetório nem cócegas me faz. És tão fácil de desarmar intelectualmente, que nem tenho coragem de te tirar o brinquedo, tenho pena de ti.
    Se andas de mal com a vida, segue o conselho do Observador (urso), e assim, evitas de vez o sofrimento de seres uma fraude.

    Descansa em paz.

    Abraço

  12. Essa vírgula depois do “e assim” é a prova de que, na realidade – e como tão bem referes -, és demasiado grande para desceres ao nível daqueles que – imagine-se! – sabem colocar vírgulas e – mais chocante ainda! – sabem escrever palavras.

    Ainda bem que vais, grande MAO, mestre da língua portuguesa – embora todos saibamos que vais estar por aí, sempre, com outra máscara. Nada de grave: será fácil identificar-te; bastará procurar aquele que mais pancada oferecer no pobre e indefeso corpo da nossa língua materna.

    Get a life.

  13. Meu Caro Mao,

    O teu problema, que é o problema de muitos rapazes e raparigas “donos” e colaboradores de blogues vagamente estercorosos nesta e noutras línguas, é o de pensares que a Vida, mesmo esta que inclui trocas de ideias e insultos com desenvoltura ou cheios de merda pretensiosa, se resume a uma confrontação-concurso para vermos quem é o campeão da prosa agradável e escorreita. Há coisas bem mais importantes do que isso, e uma delas é o prazer que se tem de se ler por se ler e o ganho que se tem de se ler uma boa ideia de qualquer um, “intelectual” ou não; outra é possuir a coragem, ou vê-la noutros, para refutar os montes de entulho que andam por aí, e que tu, com pintelheirices menores mas muito remoqueiras a travarem-te a escrita para não revelares estilos que te identifiquem, associas com intelectualidade. E há mais, mas não te quero encher o alforge.

    Portanto, meu caro, por agora contento-me em beber um copo e a dar um peido estrondoso à saúde do “intelecto” que tanto prezas e ao qual, no bocadinho que me calha, nunca me lembro de ter atribuido prioridade como objecto de masturbações. Nestas coisas, prefiro o pífano, isto é, a ordinarice natural de passar a mão pelo lombo do bernardo à antiga portuguesa, desprezando os subterfúgios e as alpacas do discurso.

    E despede-te duma vez, porque já me andas a complicar com os nervos. Se te custa muito dizer adeus, tens bom remédio. No Fernando e no José Mário, com o Luís pelo meio, tens a gente que poderá considerar a inclusão dum texto teu lá em cima no Olimpo dos Detentores de Opiniões Doidas e Discordantes – nem sequer precisas de dizer quem és ou por onde andas a roçar-te politicamente – para bateres no peito, sim, mas também para denunciares todas as vilezas e baixezas que vês em gente como eu, e para nos contaminares saudavelmente com o mel de vespa que parece existir nesse boião sem tampa que te serve de cabeça. E estende-te o mais que puderes para ficarmos com uma ideia de que cimento, lama ou palha és feito. Garanto-te que daqui, deste rapaz, terás as palmas que mereceres. Mas não te fies, porque sou muito exigente, mesmo com este intelecto pífio.

    Um ainda mais forte. E fico à espera …

    TT

  14. Caríssimo:

    Deixaste-me com o coração partido, se calhar fui longe de mais na lucidez que não evito. Quero esclarecer que nada me move contra a tua pessoa, sequer te conheço.
    Não escrevo, jamais escreverei, na procura de qualquer protagonismo, tão pouco vaidades incultas ou ambições ilegítimas. Amo as ideias, sérias e profícuas, a liberdade até à morte, a prosa “limpa” e inteligente, e, sobretudo, o respeito devido ao leitor.
    Terás que admitir, que os últimos dois textos com que nos brindaste são, de todo, um hino ao mau gosto e um claro insulto à inteligência destes humildes leitores. Tens potencial semântico, mas falta-te o “filtro” inteligente da escrita, coisa que não se estuda nem se aprende.
    É com humildade, e sobretudo com honestidade intelectual, que bem se escreve.
    Deixo-te com este meu singelo poema.

    Tu
    Apenas Tu
    Alma sem igual

    A razão

    Jamais a razão
    Enigma de Deus
    Silêncio da natureza entoará

    Um grande Abraço
    Fica bem!

    P.S: Não tenho qualquer blog. Sou um simples anónimo.

  15. PY,

    A alusão a Piao, não tem nada a ver contigo. E obrigado pela viagem etimológica.

    Meu Caro Mao,

    Afinal não és o que eu esperava. Vejo agora que se trata dum caso dramático da Mágoa a correr de braços abertos na direcção da Lucidez, em câmara lenta e a passar-lhe ao lado sem entrar em órbita, com um tremendo jeito para a poesia, quiça temente a Deus, e adoradora de filtros. Só o que não percebo é por que razão tal filtro não te impediu de subscreveres as patadas provocadoras do urso pardo, com convites a tiros nos cornos como solução para o futuro da crise redatorial do Aspirina. Não precisas penitenciar-te.

    Porque, no fundo, a fraqueza dos que me contrariaram a partir do primeiro post estás à vista nas suas bazucadas de resposta aos meus tiros de pistola. Malta mais sensata, neste caso mais sensata do que eu porventura mereceria, teria recorrido, primeiro, a um “mas vamos lá ver então” de clarificação. Mas não. Especialmente tu, que fizeste do teu desgosto uma cruzada em triplicado para deitares o barco e marinheiro ao fundo. Como vês não resultou, nem poderia resultar porque já estou habituado a temporais destes e nunca lhes dou muita importância.

    Pensa na minha sugestão. Escreve qualquer coisa e dá aos homens do triunvirato.Tudo vale a pena… lá dizia o Fernando, teu colega.

    Abraço,

    TT

  16. pessoal acho que já percebi tudo, voltei de uma voltita e é disto que anda no ar, cheira-me:

    http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1268303

    eu, que sou um romântico incurável (não, ainda não fui ao médico TT, mas hei-de ir), fiquei comovido com a elevação poética dumas coisas aí por cima escritas, alma lusa que dás cabo do meu coração e eu não arranjo força para te desamar

    também,…, os franceses são mariquinhas, gosto de ler mas fico com os pelos em pé se apanho uma tagarelice de um quarto de hora,…, os espanhóis têm tomates e salero, mas eu ainda não lhes perdoei Olivença e fico desconfiado,…, os anglófonos são regra geral uns cabrões cínicos e hipócritas e já tive de abandonar conferências à beira de vomitar com o nasalado american way

    agora umas notas de rodapé:

    1)poiesis=criação
    2)insensato que encomendas o suicídio dos outros, vais ter de te defrontar com esse problema agudo dentro de ti, mais tarde ou mais cedo, chama-se a isso karma, pára enquanto é tempo
    3) todos os comentários homofóbicos provêm de homossexuais recalcados
    4) agora, felizmente, já não contam as bichas, contam os Bichos, obrigado Miguel Torga

    4 é o número de valências do Carbono, a molécula da vida

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