Aviso aos pacientes: este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório. Em caso de agravamento dos sintomas, escreva aos enfermeiros de plantão. Apenas para administração interna; o fabricante não se responsabiliza por usos incorrectos deste fármaco.
Entre o sem-número de razões para se ler o romance Nome de Guerra, de José de Almada Negreiros, está o título do capítulo XLV:
OS PALERMAS QUE NÃO PERCEBEM NADA DA VIDA SÃO PIORES QUE OS MALANDROS
3 thoughts on “1925”
E há tantas outras razões para o fazer…
Valupi,
Folgo em ver esse «1925». É (suponho que visas isso) o ano em que se supõe Almada tenha escrito o seu fabuloso romance. Guardou-o numa albarda de cavalo (pode ser mula, ou macho, também), e aí o foi descobrir em 1938, ano em que João Gaspar Simões, director de colecção, quase lho arrancou das mãos. Isto será lenda urbana. Mas desta sabe-se a fonte: o próprio Simões.
Nils
E não te apetece partilhar mais algumas?
Fernando
Precisamente. Escolhi a dita data por desdita: não me ocorria nenhum outro título que se ajustasse ao minimalismo do post. No fundo, queria era expressar o meu entusiasmo com a obra, a qual parece que não envelheceu um dia sequer.
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Este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório
E há tantas outras razões para o fazer…
Valupi,
Folgo em ver esse «1925». É (suponho que visas isso) o ano em que se supõe Almada tenha escrito o seu fabuloso romance. Guardou-o numa albarda de cavalo (pode ser mula, ou macho, também), e aí o foi descobrir em 1938, ano em que João Gaspar Simões, director de colecção, quase lho arrancou das mãos. Isto será lenda urbana. Mas desta sabe-se a fonte: o próprio Simões.
Nils
E não te apetece partilhar mais algumas?
Fernando
Precisamente. Escolhi a dita data por desdita: não me ocorria nenhum outro título que se ajustasse ao minimalismo do post. No fundo, queria era expressar o meu entusiasmo com a obra, a qual parece que não envelheceu um dia sequer.