O flanco que nos faltava

Assegurámos o contributo de um extremo esquerdo rápido na finta e de um “carregador de piano” discreto e eficaz. Tratámos da contratação-surpresa em terras de Espanha. E arriscámos a compra de um artista do meio-campo que não há forma de aparecer no centro de treinos (e fica entregue à vossa inventividade a tarefa de adivinhar quem é quem)… só faltava mesmo guarnecer melhor o lado direito do nosso ataque. Precisávamos de um atacante rigoroso no cruzamento e estonteante na desmarcação. Alguém para usar o pé direito com proficiência, mas sem esquecer o jogo de cabeça.
Aí está ele: a partir de hoje, Rodrigo Moita de Deus é o nosso convidado residente. E vai dar início a uma existência dúplice, a uma epopeia do pensamento bicéfalo. O Dr. Moita de Deus, do respeitável Acidental, vai transformar-se de quando em vez no temível guerrilheiro maoísta-refundado El Rodrigo, no Aspirina B. Ou será ao contrário? Bem, vamos lá a ver no que isto vai dar. Adivinham-se dias turbulentos no balneário.

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