Intermitência

 

 

 

 

 

“O Diogo disse-me que te viu a beijar uma senhora que ele nunca tinha visto antes”, diz-me, revolta e angústia, C. “Achas isso bem? Achas”, pergunta-me, desesperada. “Claro que não. É absolutamente vergonhoso”, respondo, assertivo. “É imperdoável que um filho meu seja um queixinhas”, finalizo, antes de, magoado, me refugiar no quarto.

39 thoughts on “Intermitência”

  1. Obrigado. Muito. Aliviaste-me a alma, por segundos, demasiado pesada. Os dias na noite: conheces? Saudade. Vazio.
    Desejo-te uma noite bonita: a dor tem beleza. A beleza do inexistente. A eterna busca.
    Encanto de mulher: tu e a noite. Que a noite te embale e tu lhe devolvas, com acuidade, embalos de ternura.

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