11 thoughts on “Dixit”

  1. Não percebeste, Nik? Trata-se duma gracinha a acusar a mulher dum gajo qualquer de incestuosa porque o tomate é da família da Beladona. E da batata, que é uma parvoice em português, alem dos chineses serem os maiores produtores dessa coisa. Estou mesmo a ver: é que tudo ficaria mais complicado, e tornado o posto muito longo, se o Costa puzesse a mulher a dar uma dentada na maçâ de Adão e depois ir a correr como uma perdida a Xangai pôr os cornos ao dito com uns beijinhos nas maçãs de Confúcio. Simples.

    Confúcio, larga a fruta. Nik dixit.

  2. Sonhos? Talvez ilusões. Jamais conseguira transmutar-se numa chuva de ouro e penetrar no edifício do eu – por um orifício do tecto.

    A capa da escuridão – noite – tudo esconde, guarda para si os desejos de cada Ser.
    À noite quando o Escritor solta as paixões que encerra no peito e faz uso da pena, desbravando as páginas brancas, virgens de autor, a espada de Atena surge em cada palavra, sem pudor, desferindo com um só golpe anos de Sentir que o escritor encerrou em si e nesta capa da escuridão guardou.
    Não importa o fruto: importa o sentido que cada um deposita neles. Há outra beleza do outro lado do Jardim das Hespérides, ninguém sabe!

  3. Qual economia europeia,
    Carlos Santos?

    Impossível, Estaca. Sou viciado em melões. Tu não?

    Belas palavras, Eva. Pena parecerem, pela excessiva ornamentação, a Las Vegas dos textos. Mas continue a mandar postais, sim?

  4. Ah, tá bem, Estaca, já percebo. Sou lento, mas aprendo com os bons. Pusesse é com s. E rima.

    De onde é que saíu esta Erva, perdão, Eva?

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