Farmacopeia chinesa

Confúcio Costa bateu à porta e pediu para entrar. Queria passar aqui uma temporada. A seu favor trazia o magnífico apelido e uma carta de recomendação especial de corrida. Aliás, mais três cartas. Pelo menos.

Tal como o meu primo — co-fundador e presidente honorário desta agremiação terapêutica — tão bem estabeleceu para toda a eternidade e mais 30 minutos, isto do HTML pede muita descontracção e um coração bem maior do que a Internet. E também dá jeito estar medicado com aquilo que Pessoa definiu como o individualismo fraternitário.

Confúcio virá por tempo indefinido, fazer não se sabe bem o quê nem para quê, e apenas porque lhe deu na real gana. Ou seja, está perfeitamente adaptado ao ambiente.

8 thoughts on “Farmacopeia chinesa”

  1. Da mesa do fundo do Brithish Bar te dou as boas vindas. Espero que não sejas abstémio. Enquanto houver reforma tens o meu apoio.

  2. Ora, ora, ora!! Eis o que se pode chamar de… bem, de… hum… eh, pah, que porreiro, pronto! Grande, grande aquisição. Saberão um e outro que sou fã das intermitências, gabo-lhes o corte, de fino recorte, mais não preciso dizer para exprimir tanta satisfação genuína que sinto por ver os meus juntinhos assim. Palmas, valupi. Muitas, Confúcio.
    Abracito a ambos.

    (upi, confessa que ainda ponderaste a hipótese de convidar o Daniel Oliveira e o Pedro Sales…)

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