10 thoughts on “VIAGENS #4 – BERLIN 97”

  1. Vocês não me gramam pelo que eu escrevo. Não importa.

    Os meus parabéns a este grande artista que não conhecia e que assina Mateus.

    É pena que seja sempre o radicalismo de esquerda a convocar a arte mais interessante, seja na música seja noutras áreas.

  2. Boa pergunta. Excelente pergunta que me permite dizer mais o seguinte:

    Se por cá houvesse um Jean Pierre Dionnet, o Mateus já estava num jornal com circulação máxima.

    Se eu fosse o arquitecto Saraiva, gostava de o ter como desenhista de cartoons.

    Aposto no Mateus como cartoonista com muito futuro se tiver formação cultural sólida.

  3. Mas o que é que tu escreves, homem, que faz com que não te gramemos? Pois agora estás a escrever com extrema simpatia e interesse. Para todos.

  4. Antes de mais agradeço os elogios que me fazes.
    Mas concordo com o Valupi, não me lembro de nenhum comentário que demonstrasse que os escribas cá da aspirina não te gramem.

  5. Grande zona, isto, se não me engano, é ali apra os lados da Oranieburger or, não é verdade? Um prédiozinho abandonado, que foi okupado por um bar bem agradável (boa música, bom ambiente, mas má ventilação) a paredes meias com duas salinhas de cinema mais alternativo (ou a atirar um pouco para o comercial mas no original, em alternativa às versões dobradas) e por baixo (se não falha a memória) de uma galeria de arte.

    Berlim é dos belos sítios que vale a pena visitar. É, até hoje, e para mim, A Cidade.

  6. Pá…eu costumo defender o PGR na Loja do Queijo…e vocês cascam no gajo que nem em nozes.

    Não têm razão quanto a mim.

    Mas quando vejo um artista a sério, fico embasbacado.A sério.

    O arquitecto devia contratar-te! Em vez do Daniel que só escreve inanidades ( estão a ver, como é?)

  7. Mateus:

    Desculpa lá, mas não conhecia.
    Vejo agora que a LX e certos trabalhos, já são antigos.
    COm os COlombo Bros, temos gente na ilustração.

    Muitos parabéns. Assim, até venho aqui espreitar, mesmo sem ler.

  8. Curiosamente até é.
    E até colocou postal a realçar o engenho do artista.

    Quanto ao exercício de opinião, vejo que a liberdade está a passar mais por aqui do que por outros lados…

    E a violência das ideias pode por vezes ser superior à ideia de violência( apud Luís Cília- da vossa área).

    Como não me considero nem da esquerda nem da direita típicas, combato em free lancer.

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