Goza com a tua língua

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Lisboa é grande. Mas duvido que haja, nela, mais do que um Helder Guégués. Pois bem, esse mesmo, que talvez você conheça (Lisboa é grande, mas os círculos são pequenos), tem um blogue em que, com paciente regularidade, comenta questões (sobretudo «erros» e «falhas») do nosso idioma. Chama-se Letratura e está aqui. É um prazer, um gozo, uma lição.

Pilhei o título do post de um cartaz galego, erotizante de linguístico. Pilhei a assombrosa foto no blogue de Helder Guégués. «Tudo vos será perdoado».

14 thoughts on “Goza com a tua língua”

  1. Nenhum louco fica na cela quando o medico lhe entrega a chave por temor. É isto o que se passa no Aspirina.

  2. Ah, Freddie S., se soubesses como a tua atenção nos conforta! Mas não nos mimes, vê lá. No abandono é que a alma se fortalece. Não é por nada, mas ficaremos gratos.

  3. O Corporativismo das Quotas
    Para a Esquerda, Portugal é um país formado, não por um povo, mas sim por subconjuntos de indivíduos, que exigem a Lei das Quotas. Porque as mulheres mais espertas não querem ir para o Parlamento, a Esquerda quer agora obrigá-las. É o chamado Serviço político Obrigatório. Por este andar, qualquer dia os pretos em vez de irem acartar baldes para as obras, vão perfumar o parlamento com catinga; e os ciganos vão aliviar as carteiras aos colegas das bancadas; e os gays vão poder passar o dia com os namorados; e os meninos da Casa pia terão uma quotazinha, para irem dar apoio à bancada do PS; e haverá uma quota para os Milhas; e para os coxos; e para os marrecos, e para os anões. Enfim, um pais para todas as sub-espécies!

  4. Grilo, você talvez queira dizer coisas com tino acerca da questão de «quotas». Mas di-lo de maneira tão atravancada, tão estilo jornal-de-paróquia, que logo afasta a quem poderia ser seu interlocutor, mas que esperava um pouco mais de perspicácia. Não insista nessa deriva, desculpe, pacóvia. Na Esquerda também há gente inteligente. Ou ainda não reparou?

  5. O Aspirina é um Blog feito de palavras gritadas, exasperadas, extenuadas e vazias. Não tem identidade, não tem nem determinações de espaço nem de tempo, esvaziando-se num débito verbal sem fim. É um apelo evidente ao nada.

  6. É um belo cartaz, esse linguístico erotizante (tenho-o numa camisola que trouxe de Santiago e que faz furor em qualquer transporte público)!

    Quanto ao blog que se recomenda, é mesmo muito recomendável e agradeço pela descoberta partilhada.

  7. O prazer, e o ganho, são nossos, Helder. Não desista. Nem desista de nós. Por mais que – visivelmente – lhe custe.

  8. À atenção de Guégués:
    Já agora, para quando uma bordoada em certos “dizedores” que em tudo quanto é sítio vêm anunciar-nos para amanhã “tardes solarengas”, e informar-nos que, “apesar de hospitalizado, o ferido não corre perigo de vida”?

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