8 thoughts on “Ensaios para Cristo #4”

  1. Espero bem que sim, que seja Cavaco o cristo crussificado este ano, com redonda derrota. Sentir-me-ia feliz por contribuir a uma causa tão nobre.
    Até já imagino três biliões de seguidores da causa cavaca. Soares; Alegre Jerónimo e Louçã os reis magos. Burrinho, vaquinha e tudo mais p’ró menino cavaco, que tudo de bem merece e nunca nada teve… e não esquecer que já nasce com tanga.

  2. Realmente não percebo nada disto de santos, deuses e santidades cristãs. Seria crucificado e não crussificado.
    As minhas desculpas pelo lapso literário.

  3. Uma expressão facial, tipo Galeria Abu Ghraib, acompanhada de braços abertos com várias possiveis interpretações, especialmente num contexto de Natal ameaçado. Compreendê-la depende daquilo que mora na alma aparentemente destroçada do jovem fotógrafo do pesadelo. Tenho absoluta certeza de que não está doente, e que as suas capacidades intelectuais estão percentualmente mais fortes que as dum grilo feliz numa noite de luar de Maio ou Junho. Mas desconfio que aquilo que o inspirou na produção desta obra de evidente poder estético foi o choque que sentiu ontem quando leu esta notícia no Infowars.com:

    Europe under total surveillance
    Pantelis Boukalas | December 20 2005

    Neither European Parliament President Josep Borrell Fontelles nor European Commission VP Franco Frattini have explained why a new law permitting total, ongoing surveillance and recording of our communications is a “triumph” for Europeans.
    Both men, apparently enthused by the margin of approval for the bill, simply lauded the decision, which elevates the EU from a humble pupil of the US to its teacher when it comes to civil rights violations and theft of private data. Now a huge legalized electronic bug has been added to all the countless illegal or semi-legal “spies.” So turning everyone into a suspect on the pretext of pre-empting terrorism or busting gangs that distribute porn on the Net is a “triumph” for Europeans. The deprival of personal liberty is a “triumph” of democracy. Entangling citizens in a paralyzing sense of fear that their slightest movement (a phone call, a text message, logging on to the Internet) might blot their record and enlist them in the ranks of the potential troublemakers) is a “triumph” for a supposedly open and liberal Europe.
    Is it any consolation then that our conversations and messages so far are not evaluated? On the contrary, since it has been authoritatively stated that we are “just at the beginning,” sooner or later the content of our interactions will be captured and interpreted. And if that is not happening already, it is not due to the democratic sensibilities of the Euro-authorities and the limits they might impose, but technology’s inability at this stage to fully serve the plans of those who have decided that Big Brother cannot remain a purely literary device forever.
    Dissenting to the bill, Euro MP Yiannis Varvitsiotis recalled the statement attributed to Benjamin Franklin: “Those who would give up essential liberty to purchase a little temporary safety, deserve neither liberty nor safety.” But if Franklin has no sway in his own country, why should he be listened to here?

  4. Desculpem mas não há qualquer tipo de verosimilhança entre esta coisa horrorosa e o Cavaco. Acho que tenho que comprar óculos tanto para o Mário como para o JP.

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