Regresso (depois das férias)

Foi ainda agora. Não tenho a certeza absoluta, mas ia jurar que o menú de edição do Aspirina levou demasiado tempo a abrir. Como se o Movable Type fosse um porteiro desconfiado, a estranhar a password — mais ainda do que a minha (demasiado longa, eu sei) ausência.

5 thoughts on “Regresso (depois das férias)”

  1. ZM,

    O Movable Type traz um espírito incorporado (bom espírito, sossega), que te faz o melhor que se pode fazer: fazer-te pensar, e pensar se a demora não seria por causa da ausência, enfim, infundir-te um certo, um suportável, sentimento de culpa.

    Sê bem regressado. Agora só falta o Valupi. Ah, e o TT.

  2. Fernando,

    Desculpas de mau pagador, as do JMS. Tenho notado ausências suas que, das duas uma, ou são explicáveis pelo gozo de férias todos os meses (um privilégio de certas elites) ou pelo excesso de trabalho. Creio que esta aparição seguida de escapatória tem mais a ver com as coisas do mundial. Ele vibrou sempre com essas coisas.

    Mandei umas linhas para o Valupi. Espero que as consiga meter neste Michelin (se a porta não estiver trancada).

    TT

  3. Antes de mais, dizer o óbvio: Zé Mário, a tua ausência é muito ruidosa. Fazes falta na fórmula do Aspirina.

    Fernando, quem me dera poder voltar-me para este antro de boas companhias com maior frequência. Ter tempo para diletantismos é abundância e descanso.

    TT, pelas razões que sabes, só poderei colocar o teu texto lá mais para a noite. Uma alternativa será mandares para o Fernando e ele, podendo, fazer esse favor.

  4. Não leves a mal, Zé Mário, mas poderias ter prolongado um pouco as tuas férias. Mais quatro dias… É que desconfio que a culpa é mesmo tua. Estava tudo a correr muito bem até tu voltares. Ainda por cima, no jogo de ontem nem se sabe de que lado estavas.
    Mas pronto, agora que voltaste sê bem vindo.

  5. Caro TT,

    Infelizmente não pertenço às “certas elites”. É verdade que estive um mês inteiro de férias (pela primeira vez em dez anos) e quase sempre longe de cibercafés ou afins. Mas o restante silêncio é mesmo excesso de trabalho.

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