11 thoughts on “Vamos lá a saber”

  1. A resposta á questão que importa
    << PODE O ZÉ POVITO CONFIAR NESTE Ps ??<<
    É

    NÃO, NÃO PODE

    Este Ps, parece mais psd que outra coisa qualquer, e como se tem visto pelos seus dirigentes, cujo ex. mor é o TÓZÉ AMBROSIO DA LEYER, o lema deles é, — salve-se < ou safe-se < quem puder, mulheres e xicos espertos primeiro.—

  2. Paciência ou gula… bem, a gula não é tanto uma estratégia quanto um estado permanente: querem sempre pote, teta e tacho. Sempre. A questão é quanto tempo irão esperar.

    Têm no Carneiro um bom líder / lebre para a travessia do deserto montetrampista. Como é habitual, logo que o pote esteja à vista pode aparecer um candidato mais forte – ou ‘carismático’, como diz a carneirada – para lá chegar. Basta lembrar a facada do Bosta ao Medíocre Seguro.

    Até lá, regra geral não precisam fazer muito: os governos laranja costumam apodrecer e cair +- sozinhos. Com as guerras e a crise actual, a terem sorte, isso pode nem demorar tanto. Resta é saber se conseguem bater o chunga Chega. O histórico de bancarrota e podridão do PS facilita-lhes a vida: só têm de evocar o 44, o Vara, o Beiçolas, o Santos Silva, o Ferro, o Galamba, o Farfalha…

  3. Paciência. Como diz a yo, com os exemplos que refere (estive a ver).
    E uma assanhada (inevitável) revolução cultural interna.
    (A maior parte dos seus militantes locais parecem uns bichos-caretos; aparentam ter cagufa em falar de política com a malta cá de baixo – de onde eles são. )

    Há um certo tempo abordei um deles, deputado municipal, à saída de um café e alertei-o para uma certa situação, que não vem agora ao caso. Costumávamos cumprimentar-nos. A partir daquela conversa o palermão nem para mim olha. Cavalgadura. Deve ter pensado lá para com ele: este está a fazer-se ao tacho.

    Recordo os apelos, já lá vão uns anos, de Manuel Alegre, para uma revolução cultural no partido. Era só balela.

    Eles só discutem política quando é para as eleições

    Oxalá o JLCarneiro tome conhecimento deste meu comentário mal amanhado. Gosto dele. Mas ó senhor José Luís, se pensa que é só pela televisão que a ação política do partido o leva lá, com estes gajos no poder, tire o cavalinho da chuva. Tem de pôr o partido a falar com as populações locais. Reuniões do partido abertas às populações locais. Coisas assim. E olhe que o porta a porta exige-se nos dias que correm. Regressar a muitas coisas do passado porque estamos perante a consumação de uma ditadura. Ou pensa que não? Eles estão a tomar conta de tudo.

    Mas para que é que eu estou a gastar o meu latin?

  4. Enterrar os velhos, reformar os de 50, pôr no empedrado os filhos dos velhos. Depois se verá. Até lá fazer dieta.

  5. a defesa de socrates, a todos os momentos
    quer dizer, só se fossem uns pulhas é que não o fariam por puro cálculo eleitoralista
    não acredito num ps que se mova apenas pela busca do poder
    tem de haver valores e principios
    de preferencia, ocidentais e civilizados, como os direitos do reu
    a seguir com atenção

  6. Paciência.
    Deixar passar mais um ano.
    Pelo menos até ao OE, daqui a meio ano, nada de gula, apenas desgastar o governo.

    É que o PSD na prática só lá está há um ano (o ano anterior não conta, pois foram doze meses inteirinhos de pré-campanha, a distribuir benesses por toda a gente).

    É preciso que o PSD se desgaste mais – a inflação/crise pela guerra vai dar uma ajuda , como a crise aquando da invasão da Ucrânia fez com o PS, há 4 anos atrás.

    Será também necessário que o PS se modernize.
    É, aliás, a tarefa mais urgente.
    Não digo mudar de líder ( pelo menos para já), mas mudar as caras que aparecem ao lado do líder – o partido precisa urgentemente de gente mais jovem, com ideias novas.

    A começar por insistir na Affordability, Affordability, Affordability.

    E – exatamente em sentido contrário ao deste pacote laboral miserável- insistir nos direitos dos trabalhadores (inspirem-se, para isso, nas medidas do governo PSOE-Sumar!)

    E mudar a atitude, o tom do discurso, a imagem e as cores – o PS precisa urgentemente de cores mais vivas e menos mortiças!
    Tem de ser um partido mais provocador, que chegue aos jovens.

    E tem de desgastar o PSD mas, também desmontar, sem medos, o Chega, quer em termos da sua miséria moral, quer em termos das suas ridículas, contraditórias e profundamente irresponsáveis propostas económicas, que levariam o país à bancarrota em seis meses!

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