Aviso aos pacientes: este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório. Em caso de agravamento dos sintomas, escreva aos enfermeiros de plantão. Apenas para administração interna; o fabricante não se responsabiliza por usos incorrectos deste fármaco.
Que o digam os cristãos na Síria, no Líbano ou no Iraque, ou os russos na Ucrânia.
Era o que faltava. Se a nossa democracia garante o direito e as liberdades a partidos pró-fascistas, pró-nazis, fascistas, nazis…. – para quê mais adjetivos. Pois então, que solução outra que o presidente da CLR ir solicitar….. aquilo. Avante presidente.
Quem sabe se ainda há doentes terminais que nessas visitas dos representantes de deuses ofereçam os seus bens, poucos ou muitos, à respetiva, a troco de uma salvação eterna.
Nesta nossa democracia, a portuguesa, o que causa estranheza a sério é discutirem-se direitos dos trabalhadores – a LEI LABORAL! – na chamada Concertação Social, chutando a CGTP, a maior central sindical, para o lado, com a conivência da UGT e a indiferença de quase todo o mundo.
Anda tudo à acomodar-se às circunstâncias como manda a sapatilha.
Isto está uma porcaria.
Haja Deus.
“Muçulmanos privados da possibilidade de uma dieta sem carne de porco, planos directores municipais que não contemplam espaços para edifícios religiosos conforme estipulado na lei”…
Óptimo: religiões não têm lugar numa sociedade que se quer civilizada e racional.
Comam, bebam e vistam o que quiserem em casa. Rezem a quem quiserem em casa. Ensinem as patranhas que quiserem aos filhos em casa. Não cabe à sociedade acomodar tais taras. Na rua, na escola, no hospital, na cantina, no comboio, em espaços públicos a religião está e estará sempre a mais.
Deficiências físicas e mentais? Com certeza, deve-se adequar o que for preciso para que ninguém se sinta excluído. Costumes e gostos diferentes? Tudo bem, os árabes e africanos que andem de túnica, e que os restaurantes tenham sempre pratos vegetarianos. Mal seria se fôssemos todos iguais.
Não a religião. Não é por serem minorias; todos estamos em minoria nisto ou naquilo. É por ser um atraso de vida que temos de deixar para trás, quanto antes melhor. Nada matou e destruiu tanto quanto a religião: nenhum regime ou ideologia. Nada acarneira tantos. Nada é mais nocivo ou primitivo.
<<<Nada matou e destruiu tanto quanto a religião:<<<
Falso, a religião foi, apenas e só, MAIS UM pretexto, e houve outros pretextos como argumentos morais sobre civilização , superioridade, iluminismo ou desenvolvimento que também foram utilizados para justificar a guerra a conquista a colonização e a escravatura, e qual do argumento foi mais pernicioso ainda se está por saber.
Agora há pretextos mais modernos, como mudanças de regime, seja ele qual for, que não esteja disposto a ser uma marioneta subserviente de quem se acha superior, só porque acha que tem musculo militar para isso.
No século xv os aztecas tinham água canalizada, mas o CORTEZ tinha armas de fogo e cavalos, tal como Pizarro no Peru, mas quando houve terramotos as casas dos Incas vencidos aguentavam,e as casas dos vencedores incapazes caiam.
Mas hoje há também outras maneiras de forçar os outros a deixarem-se de manias de que são livres ou autónomos, como por ex. sanções e dalilas, ou 5º colunas a fazer golpadas macias tipo low fare.
Mas deitar governos abaixo e promover labregos vende patrias, nada melhor faze-lo do que á custa da ingenuidade tacanha daqueles que irão ser fodidos a seguir.
E se isso não resultar, invoca-se o deus da chuva explosiva, só que hoje e cada vez mais, esse deus tem uma legião de fieis mais abrangente.
Em resumo, PQP a religião que ainda hoje é o argumento primeiro de quem se acha designado por direito divino a ter direito a que outros não tem, e esse argumento é tão falso que leva a esta questão.
Se os árabes ou iranianos agora se quisessem converter ao judaismo, que desculpa é que os sionistas e cp lda. iam inventar.
a coisa foi em fevereiro. já reuniram? se sim, dessas reuniões saiu o quê? sete ventos? mais um nada sonoro?
que oximoro é esse de um estado laico ‘reconhecer’ religiões?
«Falso, a religião foi, apenas e só, MAIS UM pretexto»
Talvez; mas continua a ser o mais atrasado, nocivo e destrutivo de todos. Nem guerras por recursos, nem o capitalismo, nem os regimes supostamente comunistas (que eram tudo menos comunistas), ou fascistas ou nazis ou quaisquer outros mataram mais que a religião.
Todos juntos, quero dizer: todos esses regimes e ideologias juntos e todas as suas guerras não mataram e violaram e destruíram tanto, desde o início dos tempos, quanto a religião. Duvido até que andem lá perto. Mas os crimes da religião vão imensamente além desses.
Evoluímos até aqui apesar da religião, não graças a ela: nada nos atrasou tanto, e mantém hoje incontáveis milhões agarrados aos seus dogmas irracionais, conformados a existências miseráveis, ajoelhados perante pedófilos e celerados, submissos a ditadores e mamões.
Se amanhã a religião desaparecesse continuaria a haver ganância e ódio e violência; não era uma solução mágica para tudo. Mas ficaríamos melhor; e estaríamos finalmente livres do maior cancro da humanidade. Até esse dia, qualquer progresso continuará incompleto.
Deixe um comentário
Este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório
“Direitos de minorias não são direitos menores”
Que o digam os cristãos na Síria, no Líbano ou no Iraque, ou os russos na Ucrânia.
Era o que faltava. Se a nossa democracia garante o direito e as liberdades a partidos pró-fascistas, pró-nazis, fascistas, nazis…. – para quê mais adjetivos. Pois então, que solução outra que o presidente da CLR ir solicitar….. aquilo. Avante presidente.
Quem sabe se ainda há doentes terminais que nessas visitas dos representantes de deuses ofereçam os seus bens, poucos ou muitos, à respetiva, a troco de uma salvação eterna.
Nesta nossa democracia, a portuguesa, o que causa estranheza a sério é discutirem-se direitos dos trabalhadores – a LEI LABORAL! – na chamada Concertação Social, chutando a CGTP, a maior central sindical, para o lado, com a conivência da UGT e a indiferença de quase todo o mundo.
Anda tudo à acomodar-se às circunstâncias como manda a sapatilha.
Isto está uma porcaria.
Haja Deus.
“Muçulmanos privados da possibilidade de uma dieta sem carne de porco, planos directores municipais que não contemplam espaços para edifícios religiosos conforme estipulado na lei”…
Óptimo: religiões não têm lugar numa sociedade que se quer civilizada e racional.
Comam, bebam e vistam o que quiserem em casa. Rezem a quem quiserem em casa. Ensinem as patranhas que quiserem aos filhos em casa. Não cabe à sociedade acomodar tais taras. Na rua, na escola, no hospital, na cantina, no comboio, em espaços públicos a religião está e estará sempre a mais.
Deficiências físicas e mentais? Com certeza, deve-se adequar o que for preciso para que ninguém se sinta excluído. Costumes e gostos diferentes? Tudo bem, os árabes e africanos que andem de túnica, e que os restaurantes tenham sempre pratos vegetarianos. Mal seria se fôssemos todos iguais.
Não a religião. Não é por serem minorias; todos estamos em minoria nisto ou naquilo. É por ser um atraso de vida que temos de deixar para trás, quanto antes melhor. Nada matou e destruiu tanto quanto a religião: nenhum regime ou ideologia. Nada acarneira tantos. Nada é mais nocivo ou primitivo.
<<<Nada matou e destruiu tanto quanto a religião:<<<
Falso, a religião foi, apenas e só, MAIS UM pretexto, e houve outros pretextos como argumentos morais sobre civilização , superioridade, iluminismo ou desenvolvimento que também foram utilizados para justificar a guerra a conquista a colonização e a escravatura, e qual do argumento foi mais pernicioso ainda se está por saber.
Agora há pretextos mais modernos, como mudanças de regime, seja ele qual for, que não esteja disposto a ser uma marioneta subserviente de quem se acha superior, só porque acha que tem musculo militar para isso.
No século xv os aztecas tinham água canalizada, mas o CORTEZ tinha armas de fogo e cavalos, tal como Pizarro no Peru, mas quando houve terramotos as casas dos Incas vencidos aguentavam,e as casas dos vencedores incapazes caiam.
Mas hoje há também outras maneiras de forçar os outros a deixarem-se de manias de que são livres ou autónomos, como por ex. sanções e dalilas, ou 5º colunas a fazer golpadas macias tipo low fare.
Mas deitar governos abaixo e promover labregos vende patrias, nada melhor faze-lo do que á custa da ingenuidade tacanha daqueles que irão ser fodidos a seguir.
E se isso não resultar, invoca-se o deus da chuva explosiva, só que hoje e cada vez mais, esse deus tem uma legião de fieis mais abrangente.
Em resumo, PQP a religião que ainda hoje é o argumento primeiro de quem se acha designado por direito divino a ter direito a que outros não tem, e esse argumento é tão falso que leva a esta questão.
Se os árabes ou iranianos agora se quisessem converter ao judaismo, que desculpa é que os sionistas e cp lda. iam inventar.
a coisa foi em fevereiro. já reuniram? se sim, dessas reuniões saiu o quê? sete ventos? mais um nada sonoro?
que oximoro é esse de um estado laico ‘reconhecer’ religiões?
«Falso, a religião foi, apenas e só, MAIS UM pretexto»
Talvez; mas continua a ser o mais atrasado, nocivo e destrutivo de todos. Nem guerras por recursos, nem o capitalismo, nem os regimes supostamente comunistas (que eram tudo menos comunistas), ou fascistas ou nazis ou quaisquer outros mataram mais que a religião.
Todos juntos, quero dizer: todos esses regimes e ideologias juntos e todas as suas guerras não mataram e violaram e destruíram tanto, desde o início dos tempos, quanto a religião. Duvido até que andem lá perto. Mas os crimes da religião vão imensamente além desses.
Evoluímos até aqui apesar da religião, não graças a ela: nada nos atrasou tanto, e mantém hoje incontáveis milhões agarrados aos seus dogmas irracionais, conformados a existências miseráveis, ajoelhados perante pedófilos e celerados, submissos a ditadores e mamões.
Se amanhã a religião desaparecesse continuaria a haver ganância e ódio e violência; não era uma solução mágica para tudo. Mas ficaríamos melhor; e estaríamos finalmente livres do maior cancro da humanidade. Até esse dia, qualquer progresso continuará incompleto.