Aviso aos pacientes: este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório. Em caso de agravamento dos sintomas, escreva aos enfermeiros de plantão. Apenas para administração interna; o fabricante não se responsabiliza por usos incorrectos deste fármaco.
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Para ires pensando como Deus chega no teu coração:
Por um tempo eu vi toda a alegria que podia o mundo.
Era um Deus menino a falar baixinho de um amor profundo.
E nesse momento, de contentamento do meu coração,
Me senti tão perto, de Meu Deus presente, e elevei as mãos.
Eis aí o meu Servo, a quem eu amparo por todo caminho,
Sobre Eele eu faço repousar o meu braço, todo meu carinho.
E naquele tempo era tão comum tantos reis na terra,
A obediência de um homem prá o outroi até matar na guerra,
Fois assim que Deus, ao julgar violada toda sua lei,
Não mandou profetas, todos ofentidos, Ele mesmo veio.
E chegou tão simples, numa manjedoura, num leito de feno,
E era o mais bonito, todos O olhavam como a um Deus Supremo.
E quando eu me lembro que Aquele Menino foi tão diferente,
Me angustia a alma em saber que os homens foram tão ausentes,
Quizera que o mundo, só por um segundo, O visse de novo,
E deuxasse Ele, como sempre quis, conduzir seu povo.
Eis aí o Meu Servo…..
Naeno
o problema está no deuxasse, foi aí que começou o episódio seguinte…
Os programas governamentais dão sempre nisto.
Isto é o que normalmente acontece quando alguém tem que gastar dinheiro de terceiros, em terceiros (para citar um dos maiores economistas do século XX, que faleceu ontem - Milton Friedman). O tão amado, pelos subscritores deste blog, papel “redistributivo” do governo, normalmente resulta nisto.
Exmo. Sr. MigPt,
citando não já o Milton mas eu próprio: eu cá de redistribuição só percebo a da empresa de que sou sócio e dos colaboradores a quem pago salários. Não espero nada do governo.
Este blog é curioso. Está infestado de “empresários”. O Luís quando reage às minhas provocações vem sempre com o argumento “À e tal…mas eu sou empresário de `VÁRIAS” empresas…”. Agora também o gibel. Queres ver que o aspirina é um covil de burgueses responsáveis pela exploração do homem pelo homem, como se fartava de dizer o guru Marx (vénia). Agora a sério, ainda bem que o gibel não espera nada do governo. Assim deveriam ser todos os empresários e investidores. Mas ao contrário eu espero algo de um governo, que ele deixe em paz a economia, libertando-a dos espartilho que a sufoca e impede o seu crescimento.