Mundialização

Em pouco mais de 1 mês, Sócrates decidiu entrar no Conselho de Segurança do Mundo, trouxe o homem mais poderoso do Mundo a Portugal para lhe sacar o dinheirinho, chamou o segundo homem mais poderoso do Mundo só para lhe ouvir elogios do outro mundo, explicou à Nato como é que se mantém a paz neste novo mundo e ainda teve tempo para ordenar à Selecção que toureasse os Campeões do Mundo.

12 thoughts on “Mundialização”

  1. …e não é só, Vega. Voltamos à risota indecorosa da Ana Gomes, face à criminosa devassa da vida privada da cidadã Edite Estrela, mais uma vítima da espionagem politica dos criadores da Face Oculta. Tem a escola toda da esquerda imbecil, que, no fundo, se está marimbando para os direitos das pessoas porque porque o que realmente os faz mover é um ego infantil que não soube crescer no devido tempo e fixou-se na revolta contra a «autoridade paterna». Esta esquerda imbecil estará na barricada do protesto só quando «lhe parece» que deve estar e por isso falha estrondosamente, na hora de revelar coerencia. É a exibição da cultura do protesto em vez do protesto da cultura. Esta esquerda imbecil é uma fraude e se alguma dúvida houvesse, ficou para a história a sua dedicação total aos fazedores da Face Oculta, a quem deram apoio militante nas famigeradas comissões de inquérito. De uma forma grosseira, o PCP e o BE mostraram aquilo que realmente são. Por um acidente qualquer de percurso, a Ana Gomes não compareceu à chamada. Riu-se tarde e riu melhor do espectaculo vergonhoso que foi ver os direitos dos cidadãos espezinhados pelos agentes judiciários e pelos deputados da nação. Que moral tem esta gente para falar na violação dos direitos humanos onde quer que seja?

  2. ai , toureou a feijões , o prémio nobel da paz suponho que terá muito cuidado com as palavras para não ferir susceptibilidades , ainda para mais do anfitrião ; pena que levasse o país à necessidade de sacar dinheiro , ou esmolar ; essa da paz é que me escapa por completo , mas deve ser igual estratégia dos outros anteriores que conseguiram não entrar nas grandes guerras mundiais , nada de novo , portanto.
    não me comas os filhinhos , são uns passarinhos lindos , disse o corvo à raposa.

  3. Esta semana:
    Os tempos são difíceis. Todos os portugueses têm em mente que somos um País pobre mas, pobres economicamente. Assim tivéssemos recursos em matéria-prima como em recursos humanos. De certeza que dávamos lições ao Mundo e não passávamos por certas privações.
    Quando se faz qualquer evento em Portugal o que mais anseio é que tudo corra bem. Sei que uma grande parte tudo faz para a sua anarquia. Tem forma de olhar Portugal diferente e depois vêm para as televisões darem lições de portuguesismo. Não sabem o quanto de ridículo se tornam. Na nossa casa tudo devemos fazer para receber bem quem nos visita e quem é convidado. O ser pobre não retira qualidades. Pelo contrário enobrece-nos. O pouco que temos ensina-nos a essa humildade.
    Desde há muito que devemos sentir orgulho em ser Português, e eu que orgulho sinto. Não fui um dos bafejados pela sorte e não nasci num berço de ouro mas mesmo assim tenho orgulho no meu País.
    As privações e contrariedades porque passei dão-me mais força e humildade para saber compreender essa mesma humildade. Há um provérbio que diz: não sirvas a quem serviu e não peças a quem pediu. E os mais idosos tinham razão nos seus ditos populares.
    Vejo bastantes jovens em manifestações mas o que eles precisavam, não o desejo, era de passar pelas privações porque a minha geração passou. Depois é que eles davam valor à vida. E digo a mesma frase que disse um presidente americano: fazem alusão ao que o seu País fez por eles mas não pensam em fazer algo pelo País.
    Mas como ia dizendo esta semana fomos protagonistas de dois bons acontecimentos. O primeiro deu-se na quarta-feira com o jogo de Portugal – Espanha. Quem via a nossa selecção na era de Queirós sentia pena e vergonha.
    Os jogadores não se entendiam com o seleccionador e este com os jogadores. Era um desconsolo ver jogar Portugal. Não era por ali não haver matéria-prima. Se a maioria dos seus jogadores estavam a jogar nos melhores clubes da Europa como podiam ter comportamento tão mau. Não havia alegria. O seu timoneiro era uma pessoa que não fornecia alegria, pelo contrário, parecia que estava zangado com os jogadores, Federação e público português.
    O segundo foi entre sexta-feira e sábado. Quando se previa que estes dois dias iam ser tumultuosos na Capital Portuguesa derivado à cimeira da Nato. Em que houve os incitamentos sempre das organizações de costume, os que querem quanto pior melhor, para tudo fazer para o seu fracasso.
    Mas bem se enganaram se julgavam que Lisboa ia ser uma Toronto. Agora desculpam-se que a segurança foi em demasia mas, nada é em demasia, para fazer vigorar a ordem pública.
    Como foi bom sentir estes dois eventos. Sei que devemos, o povo urbano sentir-se orgulhoso com o contributo da nossa selecção e dar azo ao nosso contentamento pelo desempenho das nossas forças de segurança pelo bom serviço público.
    Aos pacifistas queria-os ver a fazer estas manifestações pela paz na Coreia do Norte. Talvez lhes acontecesse o mesmo que ao treinador da selecção nacional da Coreia.
    O meu obrigado a quem interveio nestes dois eventos e tudo fez para o seu êxito.

  4. Algarbio, então pescaste alguma coisa, pá?
    Ouvi dizer que pescas polvo e fazes um desconto pró pessoal não ir ao Jerónimo Martins.

  5. Nem mais. Uma semana de lucros e louros para o país e governo. Óptima para a oposição fazer introspecção. Mas que ninguém espere que disso resulte consciencialização ou incentivos à acção. Afinal é tão fácil e boa a maledicência, a auto desresponsabilização e o lirismo político-inconsequente. Sempre ficámos com os refrigerantes à taxa mínima do Iva. Fantástico.

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