Não compre este livro! (para já…)

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O livro tem algum interesse, isso garanto-lho eu. Simplesmente, a edição já disponibilizada, numa livraria perto de si, vai ser retirada do mercado. Não é por nada, mas não está tecnicamente apresentável. A editora, a perfeccionista Assírio & Alvim, vai muito em breve repor a obra. Perfeitíssima. Como é seu timbre.
 
Agora a boa notícia. É que Último Minuete em Lisboa será apresentado na terça-feira 1 de Abril, pelas 19.00 horas, na Casa do Alentejo (Rua das Portas de Santo Antão, ao Coliseu), em Lisboa. A apresentação será feita por Francisco José Viegas.
 
E, como uma alegria nunca vem só, na mesma ocasião serão apresentados os Bilhetes de Colares, de José Cutileiro,  recentemente saídos na mesma editora, e que o autor do primeiro livro organizou. O apresentador será, aqui, Henrique Granadeiro.

28 comentários a “Não compre este livro! (para já…)”

  1. Mas que falta de sentido de Humor! Pensei que a Aspirina servisse para “inflamar”, dado que os anti-inflamatórios são a marca da casa.E tão ao gosto do Valupi!

  2. Fernando, se escreveste este livro valerá a pena lê-lo. Não duvido da tua capacidade de bem escrever. Mas decerto que o último minuete não foi dançado por ti em Lisboa. Já seriam demasiadas qualidades numa pessoa só.

  3. Fernando

    Também eu tropecei no título. Palavra d´honra. Até me ri sozinho. Não terás feito de propósito? Levar um gajo ao engano…Seja como for acabei de ler as tuas “Maquinações e Bons Sentimentos” e fiquei a pensar que bem podias repetir a dose. Não creio que este livro vá por aí. Com tal título…

  4. dancei, ha’ muitos anos, um minuete, no palco de um salao da musica. a cada um o respectivo encanto; o minuete tem que se se ensaiar um bocadinho, embora ambos requeiram musica e pratica.

  5. Minuete, trop menu, est suranné, mon très cher Fernando.

    E lembrei-me desta de Baudelaire:
    ” Où gît tout un fouillis de modes surannées,” (Fleurs du Mal)

  6. Título sugestivo. Na medida em que, curiosamente, sugere qualquer coisa. Todos, e todas, sabemos o que é. Embora nem todos, nem todas, saibamos como o fazer.

    Grande abraço, amigo Fernando. E a Páscoa que deseja.

  7. Fernando. Será possível, não direi gratuitamente, mas pagantes, receber este teu novo livro?. Diz como, e onde. Espero que para tal não tenha que me deslocar a Lisboa. Em relação ao tão badalado “MINUETE”. As línguas ficaram literalmente soltas, desconfio de um teu (se assim for) genial golpe. Inspiraste-me para um titulo ainda mais aguçado, “TANGO EM LISBOA DE BROCHE AO PEITO”. As bocas nunca mais se fechariam.

  8. Como é que se diz um minete rápido?
    Minete-minuto.
    E um minete feito pelo irmão mais novo?
    Minete-manito.
    E um minete sem imaginação?
    Minete-monótono.
    E um minete feito por um ayatollah?
    Minarete.

    Uma santa Páscoa.

  9. Lembrei-me logo da última corrida de toiros em Salvaterra. ESpero lá poder estar para festejar este nascimento acolitado pelo meu homónimo Francisco José Viegas.

  10. âncio,
    fico curioso à espera do livro, que não deixarei de trazer autografado da Casa do Alentejo no dia das petas, nem que a vaca tussa.
    Quanto ao trocadilho, não percebi nada. Falavam de quê?

    (shraky, tu é que estás certo: não é coisa que se faça com os óculos postos )

  11. Pena que a Casa do Alentejo esteja mais longe de minha casa do que o Alentejo. Teria lá estado.
    O U de último acentua o U de minuete, já reparaste? O que me leva a esta pergunta – porquê em Lisboa?

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