Vamos lá a saber

Já se podem tirar lições políticas acerca da novidade de termos um Governo socialista apoiado por BE e PCP ou só depois de vermos o Orçamento aprovado na especialidade?

20 thoughts on “Vamos lá a saber”

  1. Mas que raio de escola do Costa, que lhe ensinou tanta malandrice!

    Desde os ateles para daqui a 4 anos, até ao entretem das adopções e mistura QB com eutanásias é de uma sabedoria política que qualquer orçamento engole cgtp e liga.

  2. Valupi, um voto no sim senhor porque há uma série de folhas rascunhadas na nova sebenta gauchiste da política portuguesa.

    Exemplo, um de hoje. Estive a ver um bocado da comissão na AR onde está ou esteve o Mário Centeno e fiquei impressionado com o facto da leitura política que a Mariana Mortágua fez hoje sobre o OE ter vindo exactamente no sentido que eu observei quando comentei a frase do António Costa no Aspirina B ali atrás. De tal forma que o Mário Centeno lhe agradeceu logo nestes termos:
    – Agradeço a sua leitura porque é exactamente a do governo!

    É obra no relacionamento normal entre as esquerdas, …!

  3. Bravo, Centeno e Mortágua! Provem que à esquerda também é possivel um consenso em favor da construção do Estado Social.

  4. Mariana Mortágua. “É mentira que seja o maior aumento de impostos de sempre”
    http://expresso.sapo.pt/politica/2016-02-10-Mariana-Mortagua.-E-mentira-que-seja-o-maior-aumento-de-impostos-de-sempre

    A deputada bloquista não esconde que o esboço do Orçamento do Estado para este ano esteja distante dos objetivos traçados pelo seu partido, mas recusa que o documento traga o maior aumento da carga fiscal de sempre, falando em “despudorada hipocrisia” da direita ao invocar esse argumento

    O Liliana Coelho

  5. Mariana Mortágua. “É mentira que seja o maior aumento de impostos de sempre”
    http://expresso.sapo.pt/politica/2016-02-10-Mariana-Mortagua.-E-mentira-que-seja-o-maior-aumento-de-impostos-de-sempre

    A deputada bloquista não esconde que o esboço do Orçamento do Estado para este ano esteja distante dos objetivos traçados pelo seu partido, mas recusa que o documento traga o maior aumento da carga fiscal de sempre, falando em “despudorada hipocrisia” da direita ao invocar esse argumento

    Esse q tem um Eric na ponta, mas só queria acrescentar que o que escreve a jornalista Liliana Campos no Expresso não é completamente fiel com aquilo que disse a deputada do BE (técnica propositada ou não, típica da contra-informação: com duas ou três frases construiu uma, tirou-lhe as aspas e colou-a no lead).

  6. Lições que já tirei do primeiro ministro ( que os portugueses não elegeram);
    É mentiroso. Um pequeno exemplo: Quer fazer acreditar que a aplicação da taxa nos impostos do combustível não fará mal ás empresas. (Ouçam o brilhante jornalista José Gomes Ferreira a falar deste assunto) …

  7. “Lições que já tirei do primeiro ministro ( que os portugueses não elegeram)”

    ò burra do caralho, não há eleições para primeiro ministro. houve eleições legislativas e foram eleitos deputados para o parlamento, azarito dos azaritos a esquerda elegeu mais deputados e os pafúncios foderam-se.

    agora vamos ao gasóil, preço máximo histórico € 1,547 em 2011, actualmente está a € 1,120 + 0,06 (novo imposto) = € 1,180 ainda fica mais barato 36,7 cêntimos que no tempo dos pafúncios e não falamos de medidas de correcção ou reversão previstas para o caso de aumento elevado do pitróil e compensatórias para os profissionais do transporte.
    https://www.maisgasolina.com/estatisticas-dos-combustiveis/

  8. O ignatz ainda vai ter um grande futuro como conselheiro do Centeno.
    O Centeno precisa de alguem para explicar explicadinho como faz o ignatz.
    É que aquilo do orçamento é uma confusão de contas, não sei quntos por cento para os camionistas para não abastecerem na Espanha, mais não sei quantos para cerveja, mais não sei quantos para o vinho e o bife, que só o ignatz para explicar.
    E há ainda as 35 horas para uns às 2ª 4ª e Sábado e outros à 3ª 5ª e Domingo, se a cgtp topar.
    Só um super-ignatz nos salva.

  9. O governo e o orçamento são proporcionais ao nosso rating, ou seja, lixo. Agora que acabou a austeridade, os arrogantes xuxas, vão mostrar-nos o caminho mais rápido para a bancarrota, novamente

  10. yeah cabaço, podes crer meu. a xuxalhada estoirou com os manos limão, agora snifam dóitxa banque e ainda acabam por afundar o couraçado bismerkla com um torpedo no unfuckable fat ass. põe-te a pau, nunca se sabe se hipólitro não é o nome seguinte na lista.

  11. A lição que tiramos, é que um governo socialista apoiado com poias do BE e do PC, cheira muito mal.
    Mas o ignorante do ignobil ignatz adora snifar este cheiro a merda comunista.

  12. oh parolus, a merda comunista aduba a esperança de sairmos da fossa em que os pafúncios nos enfiaram, deve ser essa merda que te dói. bochecha com elixir marcelo e limpa o cú aos votos que estiveram na origem do governo mais curto da história da democracia portuguesa. durou para fazer umas privatizações de última hora, mas as exigências de bruxelas para apresentar orçamento e a falência do banif aconselharam a retirada depressa e em força. agora dizem que são social-democracia para sempre e reclamam aumentos de impostos mais baixos daqueles que impuseram aos portugueses.

  13. ignatz, não será antes a social-timocracia?

    o governo “socialmente responsável” (à la PSD) deverá, no ver do liberalismo pós-moderno, ser entregue a homens que possuem (ou agem a mando de) determinado volume de capital.

    quanto mais privatizações, melhor! pois assim mandam mesmo “os homens de honra”, leia-se, os homens do dinheiro; ora, segundo a visão dos antigos, a democracia era considerada uma forma degenerada de timocracia, por estar sempre cativa das maquinações do populismo; como se vê, hoje os argumentos do comentadoriado evocam sempre o papão do populismo — contra as escolhas livres do eleitorado — pese embora o nível cultural do cidadão tenha evoluído sobremaneira, desde o tempo da Grécia antiga.

    afirmar hoje a bondade social de qualquer tipo de aristocracia é uma despudorada inversão dos factos; aliás, é bom de ver que, hoje, a timocracia aparece como uma forma degenerada de democracia.

  14. ignóbil , o que me dói na merda do comunismo, são as centenas de milhões de mortos que te deviam assombrar a ti e a todos os comunas ou aproximados.

  15. Ó campus, olha o que te digo suavemente.
    Tenho visto que voltaste aos comentários no Aspirina B depois do PSD/CDS terem perdido o pote, corrijo a panela, corrijo a tampa, corrijo a tampa da panela, corrijo a tampa e a cabeça, aiiiiiiii!, corrijo a maioria absoluta onde tu e os outros direitolas exibiram durante 4 anos todo um civilizado esplendor mas, nesta situação em que te encontras, responde-me lá a uma pergunta:
    – A tua mãe não te ensinou a não dizeres aos outros o que se come lá em casa?

  16. Eric, o que me doi na merda do comunismo são as centenas de milhões de mortos que te deviam assombrar a ti e a todos os comunas ou aproximados

  17. ò parolu’s, se comparares essas centenas de milhões de vítimas do comunismo com os mortos do fascismo, da neoconeirada e direitolices similares, vais concluir que os teus amigos têm um palmarés de carnificina preventiva invejável por todos os regimes comunistas activos e reformados. mas já que falas nisso, gostava que me informasses quantos gajos é que os comunistas mataram em portugal e quantos foram mortos pela direita desde que existe república.

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