Uma lição para os traidores

Questionado pelos jornalistas sobre a mensagem do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, sobre a última cimeira de chefes de Estado e de Governo da União Europeia, Francisco Assis foi claro.

“Não faremos a Pedro Passos Coelho aquilo que, nalguns momentos, o PSD nos fez a nós. Portanto, nós estaremos sempre ao lado do Governo português quando o Governo português se empenha em salvaguardar os interesses do País e eu penso que foi isso que aconteceu”, disse.

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8 thoughts on “Uma lição para os traidores”

  1. Quando se tem sentido de Estado só se pode responder como Francisco Assis. O servir o País é importante tanto no governo como na oposição. Aliás, o sentido de patriotismo vê-se nas grandes resoluções, em que se tem de deixar de pensar no lucro – votos e populismo – e pensar nos verdadeiros problemas do País. No PSD não se pensa assim: só no pote.
    Depois desta resposta de Assis aos jornalistas só me vem à memória o julgamento de Salmão e a resposta da verdadeira mãe: não a dividas ao meio, mal por mal, dai-a a essa mãe desnaturada por que eu amo o meu filho.

  2. “anonimo” da trampa, nem devia responder-te, mas como respeito os outros, o que tu não fazes nem farás, por isso deves ser PSD ou quejando – aproveita-se uma simples gralha ortográfica para mandar umas bocas, julga ele com piada, à tuga de merda? É eleitor cavaquista, com certeza – fugir, dassss!

  3. oh rústico! não gostas, não ris, mas poupa-nos juízos de valor e exercícios de falta de educação em nome do respeito alheio. deves tar com falta de clientes na tua caixa de comentários para andares aqui ao trapo.

  4. Ó “anonimo” (dá sublinhado no texto a indicar que tem gralha, ou erro ortográfico, porque no nome (?) que escolheu também mereceria comentário mais ou menos burlesco , como o que “mimoseou” o “Manuel Pacheco”, pessoa que só conheço destes comentários e que nunca tentou achincalhar ninguém, antes expressa as suas ideias – e quer a minha pessoa quer o “anonimo” podemos concordar ou discordar, mas uma coisa é isso, outra diferente e nada bem quista é essa de querer fazer graça, sem graça nenhuma e, aí concordo, também não é necessário utilizar o vernáculo ou o “rasca” para discordarmos.

  5. Quer-me parecer que o PS não só logrou formar o melhor Governo Constitucional desde os tempos de Pinheiro de Azevedo, como se prepara para fazer a melhor Oposição de todos os tempo em Portugal, com Francisco Assis. Ser Oposição também é uma grande responsabilidade: os “catedráticos” oposicionistas falhados, Louçã, Jerónimo e Ferreira Leite, provam-no à saciedade.

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