12 thoughts on “The Great Wall of Vagina”

  1. ya , o muro das lamentações de bichas ? estava capaz de apostar que os autores da ideia do changing são gays , daqueles muitooo intelectuais.
    preferia um muro de rabos de gajo , já agora , daqueles à preto , isso sim é arte -:)

  2. o sô àlbaro ainda vai a tempo com um cluster de caralhos das caldas e a internacionalização do respectivo franchising.

  3. Really GREAT idea!!!

    Uma forma objectiva de mostrar às mulheres (e a quem por elas se interessa) a multiplicidade de formas que a vagina pode ter.

    Aqui se mostra a variedade do que é real mas, por condicionalismos milenares, muito desconhecido.

    Os moldes tiveram de ser feitos ‘sem pilosidades’…por razões óbvias ;) que só não entende quem nunca fez depilação genital ou quem tem falta de imaginação!

  4. que linda forma intervencionista de arte – cada jardim é um jardim. eu ia mais longe e tentava explorar a vertente espiritual da vulva e da libido, mostrava ao mundo que a energia sexual é poderosíssima e importantíssima e, por isso, não pode ser vulgarizada assim como os jardins não podem ser – sequer uma flor arrancada – vandalizados. tentava mostrar ao mundo que as vaginas são sensorialmente inteligentes e que anseiam, mudas e amiúde sem voz, orgasmar ao invés – prática comum e infeliz – de ejacular. vou tentar enviar uma proposta. :-)

  5. :)) – Essa ideia já foi posta em prática. Já se efectuou uma exposição de apenas com “olhos-do-cu”, em que cada foto não tinha menos de dois metros de lado.

    O que faz desta “banalização da cona”, uma ideia não tão original quanto se possa pensar.

    Embora o ser original nem sempre seja o mais importante na arte.

    É uma ideia tão boa quanto esta, “ó rato dos tijolos”. Se os sovietes se tivessem lembrado disso, ainda havia muito boa gente agarrada ao Muro de Berlim.

  6. onde isto já vai, já tou a ver a bécula de cona ao sol a produzir energia alternativa para iluminar as consciências nacionais e o pintelho a fazer de fusível.

  7. esse calão que abomino não liga comigo – eu tenho uma valinda que nem a imaginação, a tua, é suficiente para a veres. sugiro que a uses, antes, à tua imaginação, para te enforcares com um fio de azeite. :-)

  8. “… ainda havia muito boa gente agarrada ao Muro de Berlim.”

    boa gente dúvido, mas comunas pendurados no muro de berlim é que há mais.

  9. eram nádegas , daquelas redondinhas , Morto de Riso , ao que eu me estava a referir.
    e só agora percebi que isto são esculturas de fotos de um qualquer manual de anatomia patológica. a vaginofobia tem cada uma que só visto. de jardim secreto a objecto de exposição , ainda por cima com doenças e deformidades à mistura.

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