Sócrates, entre vistas

Atendendo ao momento ― pânico económico e terrorismo político-jornalístico em ano triplamente eleitoral ― pode ter sido a sua melhor entrevista audiovisual de sempre. Surpreendente frescura, descontracção, bonomia, consistência, coerência e assertividade na instauração da confiança pessoal. Também uma superior gestão da guerra aberta com (e por) Cavaco, a qual obriga a este jogo diplomático dos subtextos dado o melindre institucional da questão.

No que diz respeito ao caso Freeport, e tendo apenas como critérios a linguagem corporal e os sinais da fala, é impossível ter dúvidas quanto à sinceridade das suas afirmações. O resto ― isto é, a verdade oficial ― saberemos quando a investigação acabar. Adiante.

Os analistas repetiram-se, mais não sabem fazer. E os analistas falam de si, das suas neuroses, das suas caladas angústias. Falam a partir desse lugar onde não há cautela porque não há responsabilidade. Por isso cantam de galo, imaginam-se ministros das obras feitas, importa nunca esquecer. Senão, estariam a participar na criação de soluções.

É só isto. E é isto.

78 thoughts on “Sócrates, entre vistas”

  1. Isto não pertence aqui, mas sugiro uma leitura actualizada dos comentários ao post Campanha Branca. Fica-se com uma ideia dos métodos de desinformação que certos bandalhos fascistas por aí usam.

  2. Grande entrevista com a serenidade de quem acredita no que faz. Nenhum político português, neste momento, tem os conhecimentos e a determinação de Sócrates. Precisamos dele. Quanto aos comentários de uns tais comentadores: mais do mesmo com uma óbvia ignorância. Não conhecem os números nem as políticas. Tão superficiais que até dói.

  3. A melhor da noite é o anúncio de que a TVI vai processar Sócrates !! Provavelmente para defender o seu bom nome e honra dos ataques soezes do PM. Vou gostar de ler o que escrevem os exaltados que se insurgiram com os processos de Sócrates a jornalistas, por estes constituirem atentados à liberdade de expressão. Eh! Eh! Eh! Ou LOL, para ser mais moderno …

  4. Participar na criação de soluções? Ó Valupi não me faças rir.

    Portugal é um país de juízes de sofá. O que se passa no futebol é igual ao que se passa na política.

    Querermos diferenciar essas realidades é tentar esconder a miséria e não querer admitir o estrondoso fracasso do nosso sistema educativo.
    Culpas e responsáveis? Palavras para quê… são artistas nacionais.

  5. Vi aquele que é o melhor e mais bem preparado político da actualidade.

    Para dobrar o cabo das tormentas desta crise mundial e voltarmos a superar a marca de 2007 precisamos dos melhores. E precisamos de seguir quem tem actuado com visão e estratégia certa.
    O verdadeiro Homem do Leme será para Cavaco um motivo de inveja?

  6. Boa Jeronimo…

    E Traquinas também não deixa ter alguma razão…

    No resto, foi uma excelente entrevista,
    com Judith encurralada nos seus objectivos persecutórios

    Socrates aprendeu muito, em como lidar com esta, em permanente frenesim, maquilhadissima creatura,

    e sem perder a sua compustura primoministerial…

    Excelente ainda o modo como marcou terreno ao Venerando,

    com tiradas lapidares de governação em tempos de exaustivas “análises económicas”, desculpem, tempos de crise…

    Mas insisto, a imagem daquela esquálida creatura, Sousa, creio, de seu nome, perdurará na minha memória

    como expressão de “todos” os que jogam em freeports

    para derrotar a democracia… porque, atenção, “isto” é sobretudo um problema de funcionamento da democracia…

    Não terá sido em vão que Socrates citou CDS e PSD – PSantana Lopes ,

    na sua defesa deste freeport requentado…

    Claramente, a luta continua…

    abraço

  7. olhem para este nojo.

    é espantoso a calma e a segurança que um homem tem que ter para afrontar estas coisas, eu dava-me logo uma e ficava resolvido, mesmo no teclado fico vermelho,

  8. Consistência, coerência e assertividade ainda se admite mas frescura, descontracção, bonomia?!?!?! Ó Val, estás completamente enviezado na forma como estás a ver esta chatice.
    E mais: como «critérios a linguagem corporal e os sinais da fala», a única coisa da qual é impossível ter dúvidas quanto à sinceridade é o desconforto do Sócrates, nunca as suas afirmações.
    Olha que eu bem tenho querido acreditar no homem, a bem da nação, claro está, mas ontem não senti nada senão um cagaço enorme do que pudesse dizer sobre aquilo. Eu esprava um rasgo qualquer, de nobreza e indignação, a sacudir aquela trampa toda de cima dele mas não foi isso que vi e ouvi. O que vi no momento Freeport, foi um homem acossado, agressivo em vez de assertivo, que não deve ter descansado ninguém que quer acreditar nele.
    E houve ali um momento lixado: tinha ele acabado de ter uma boa malha ao dizer que certamente houve alguém que usou o nome dele abusivamente (sempre foi o que eu esperei que tivesse sido) e sai-se com uma pêta lamentável: que já tinha apresentado queixa contra isso. O problema é que ele não apresentou ainda queixa nenhuma contra incertos nem contra certos (o tal Smith) por abuso de confiança e de nome. Não, ele apresentou foi queixa contra difamações e injúrias. E uma coisa é injúria, outra é uso fraudulento e abusivo do nome de outrem.
    Digo-te, neste momento já não ponho a mão n o fogo por ele, começo a recear que há ali coisa. Estamos lixados.

  9. josé, mas aceitarás que tu sabes menos sobre o que Sócrates fez ou não fez nas acções entregues pelo seu advogado do que o próprio Sócrates que dá a cara e fala ao público, certo? Tal como tu sabes menos do que se passa, de facto, na investigação e quais as implicações do que se faça ou não faça num dado momento, certo? E ainda que tu não estás na situação de seres atacado no teu bom-nome e seres, em simultâneo, primeiro-ministro num ano eleitoral, né? Com tudo isso pela frente, não faço ideia de como se poderia evitar qualquer sinal de “desconforto”.

    Agora, onde não há desconforto é no crescente acumular de pistas que revelam um plano de ataque político disfarçado de caso judicial, por um lado, e de aproveitamento manhoso de uns quantos para proveito pessoal, por outro. Embora Sócrates, como qualquer outro ser humano, possa ser tudo e mais alguma coisa, o facto é que tal imagem caluniosa (que, para muitos, já não irá sair) é muito mais absurda do que credível.

    Eu também não ponho as mãos no fogo por ele. Mas não serão os pulhas a conseguir esturricar a minha inteligência.

  10. Pois é, eu também não gosto de pulhas. Mas, desculpa dizer-te, eles estão a conseguir esturricar a tua inteligência, talvez por antinomia. Dizeres que a entrevista de ontem correu bem, que ficou impossível duvidar da sinceridade das suas afirmações, parece-me um extremo de wishful thinking da tua parte.
    É que há uma coisa básica que tu e o nosso PM vem contrariando insistentemente: a filha-da-putice da intenção com que este caso veio à baila, não invalida por si só que possa haver verdade neste caso. O porcesso de intenções não pode invalidar o processo de averiguações. E a mim preocupa-me muito mais que um PM de Portugal possa ter estado envolvido em coisa assim e que tal possa ser varrido para debaixo do tapete por patriotismo do que a sacanice insanável e interesseira dos denunciantes. Isto é uma questão de valores morais em conflito. E numa situação assim, mesmo uma Manuela pode estar do lado da verdade, por muito que nos custe.

  11. melhor entrevista audiovisual de sempre. Surpreendente frescura, descontracção, bonomia, consistência, coerência e assertividade na instauração da confiança pessoal.

    Porra que admiras o homem,. até parece paixão

    terrorismo político-jornalístico – Só para rir

    Sócratees deu instruções para que na net de vitimizasse a sua imagem

  12. olho, és um aldrabão desinformador. Em que esgoto foste apanhar aquele falso artigo da Clara Ferreira Alves? Ou foste tu que cozinhaste esse cagalhão?

  13. josé, creio que o teu problema é (também) da ordem da lógica. Eu não faço parte da equipa que investiga, portanto apenas posso opinar sobre notícias e modos de expressão. Nesse plano, o que Sócrates transmite, e em todas as ocasiões em que se pronunciou publicamente sobre o caso, é sinceridade. Mas é isso prova de inocência? Claro que não. Só que aqui entra o curto-circuito lógico: é que haver um envolvimento por terceiros também não é prova de culpa. Que fazer? Investigar, que é precisamente o que está a acontecer, e que só em 2010 será concluído.

    Não entendo donde te chegam as suspeitas de que este caso tem as averiguações condicionadas e que está a ser escondido para debaixo do tapete, pois é precisamente o contrário a que se assiste todos os dias. Repara: para Sócrates, o pior é a presente situação em que se alimenta uma calúnia que não tem modo de ser combatida enquanto a investigação estiver aberta. E, mesmo depois de estar fechada, no caso de nada revelar de comprometedor para Sócrates ou PS, os efeitos continuarão por muito tempo, pois alguns não vão aceitar um desfecho que contrarie a sua visão pérfida.

    E que história é essa da Manuela do lado da verdade? Mas de qual verdade?

  14. o rei vai nu , mas há quem o veja vestido. Sem dúvida que a minha avó tinha razão : a maioria das pessoas acredita no que quer acreditar , e nem sequer dá por isso. tipo o cornudo que apesar das evidências acredita a pés juntos que a amada lhe é fiel.

  15. Estas aves raras que aqui vêm não permitem opiniões contrárias engoliram a cassete cunhal , mais parecem papagaios em defesa do mediocre

  16. Têm bom remédio votem no gajo, agora não forcem é os outros a a engolirem patranhas e instruções que saiem do largo do rato

  17. Sócrates foi convincente e reforçou a ideia, mesmo em cidadãos que não são PS, de que é um grande político e o político de que Portugal precisa – e ele é,seguramente, a última oportunidade para que isto venha a ter saída, enquanto país.
    A não percepção disto, em nome da luta partidária, pura e dura, é um erro terrível, até porque quem o pratica não entende que se abriram as portas para o bota-abaixo total. A luta de interesses é enorme, o que está em jogo não é, por parte dos maiores criticos e urdidores de intrigas, o bem estar do país mas sim a defesa, desesperada, dos muitos e muitos milhões que vão (estão indo) à vida.
    Não se compreende a “surdez” perante coisas tão absurdas como um Joaquim Coimbra a dizer que achava que BI (de Banco Insular) queria dizer bilhete de identidade – em plena Comissão da Assembleia da República, meus senhores! e sabendo que estava a ser filmado.. – que outro interveniente no processo diga da fuga de documentos em contentor na véspera da busca da PJ, and so on and on..E que não se veja nenhum orgão de CS a “investigar”, que não surjam fugas de informação, quebras de segredo de justiça, que Marcelo não largue uma palavra que seja sobre a matéria, que a Guedes não entre na matéria no seu “reputado” jornal de 6ª feira…mas que se continue, obtusivamente, a caça ao homem na figura do 1º Ministro..
    Estamos num momento decisivo da nossa história – em que, ou damos um passo em frente, ou nos deixamos ficar enredados na treta, num país da União Europeia onde presidentes de Câmara escolhem o 25 de Abril para inaugurar praças em homenagem a Salazar..E, em nome da razão, não vejo outra figura que seja capaz de levar isto avante que não seja José Sócrates. Por muito que não me agradem alguns tiques do senhor.

  18. Digo que o facto de a Manuela estar a querer fritar o Sócrates não invalida, sempre no domínio da lógica, que pode ser verdade que ele esteja directamente ou indirectamente envolvido na porcaria que ali se passou. É dessa hipotética verdade que estou a falar.
    O que me faz uma confusão do caraças é que nem tu nem muitos outros aceitem sequer que se façam notícias sobre este assunto. Desde quando é que em Portugal ou em qualquer outra parte, seja exigível à imprensa esperar silenciosamente que a justiça faça o seu trabalho?
    Como não sei que idade tens, assumo que não te possas recordar do que se passava em 1991-1994. Semanalmente, também às 6ªs feiras, o semanário Independente, ou seja, fundamentalmente a mesma malta de hoje, fazia saír notícias sobre os podres do cavaquismo, muitos deles verdadeiros, mas não por amor à verdade mas por agenda política. Nessa altura não vi ninguém a rasgar as vestes, a imprecar a imprensa maldosa, incitando a que se aguardasse pelo trabalho dos senhores procuradores.
    Digo-te que acho absolutamente trágico para o nosso país este caso poder conduzir a uma crise política, daquelas de antigamente, logo numa altura destas. É absolutamente claro para mim que não existe alternativa ao nosso homem. Não tenho, como tu, quaisquer dúvidas de que são as corporações do costume, atingidas nos seus privilégios, que estão a dar gás a isto tudo.
    Agora não posso deixar de ver que, face a esta campanha toda, o Sócrates não está a conseguir passar a imagem de que é inocente. Ora não acredito que isso seja por falta de capacidade de comunicação, que isso tem ele muita. Receio pois muitíssimo que, de uma forma ou outra, provavelmente mais para benefício partidário do que próprio, ele esteja de alguma forma envolvido. Ontem pareceu-me ler-lhe isso nos olhos. É uma merda, sim senhor, uma grande merda, mas também eu não deixo a merda limitar o meu discernimento.
    Val, se tens um argumento que me possa convencer do contrário, de que estou a ver mal a coisa, então chuta que eu bem preciso!

  19. josé, mas onde é que foste buscar essa tanga de que há alguém que não aceita as notícias sobre o caso Freeport? Ó homem, as notícias fazem falta, toda a gente quer saber mais sobre o assunto, e com toda a legitimidade. O problema está no facto de se aproveitar a situação para causar prejuízos políticos para o PS (os quais, por razões de mera contabilidade, começariam por favorecer o PSD, mas que acabariam por também favorecer o PCP e Bloco, talvez até em maior grau em 2009 do que em 2005, quando se lançou a calúnia em período eleitoral).

    O exemplo do Independente não colhe, apesar do tópico. Essas notícias nunca atingiram Cavaco, ponto primeiro, e nunca tiveram a dimensão deste caso Freeport, o qual diz respeito também à Judiciária e ao Ministério Público. Isto é outro campeonato, não a mera chatice de haver uns putos armados em radicais de direita a fazer jornalismo pop. E o que o Público, Sol e TVI têm feito (entre outros, onde o Expresso e a SIC também molham a sopa) é uma campanha contínua para a destruição moral de uma pessoa, actual chefe de Governo. Quer-se dizer: nunca tínhamos visto nada igual, nem sequer no tempo do Sá-Carneiro e da perseguição que o PCP lhe moveu.

    Dizes que Sócrates não passa a imagem de que é inocente. Bom… deixa cá pensar… ainda bem! A sua inocência não pode ser uma questão de “imagem” (algo subjectivo, que dirá mais respeito aos olhos do observador). Acontece-lhe é ter de se manobrar num espaço estreitíssimo, onde tem de corresponder a diferentes responsabilidades que assumiu. Mas tudo o que tem feito, e dito, é coerente com a postura de alguém que não teme. Para mim, e independentemente do que terá acontecido realmente, eu apostava todo o meu dinheirinho no Sócrates e nenhum no Charles ou nas Manuelas.

    Pensa: que deve fazer um político na sua situação? Se fosse contigo, como reagirias? Se aparecer um manganão qualquer a dizer que fizeste e aconteceste, e se os teus vizinhos começarem a dizer que há um vídeo, que poderás fazer? É este ponto que me espanta nas tuas declarações, tu pareces insensível ao facto de que Sócrates nem sequer é suspeito, quanto mais arguido e muito menos culpado seja do que for. Para ele ser culpado, teria de ser julgado. E para ser julgado, teria de ser arguido. É assim que funciona a Justiça, e é assim que deve funcionar, certo? Caso contrário, cada um de nós está sujeito a ser destruído moralmente na praça pública por um cabrão qualquer.

    De resto, se estás a dar crédito ao que o Smith disse que fez e aconteceu… é porque achas que Sócrates seria não só um reles, e muito chunga, corrupto, mas também seria um dos mais imbecis políticos de que há memória. E isso, lá está, é coisa que nem sequer os seus mais assanhados adversários dizem dele.

  20. Quando eu leio isto “Ontem pareceu-me ler-lhe isso nos olhos. ” fico preocupado, aliás muito preocupado mesmo. O comentador quer um argumento que o possa convencer do contrário, mas “lê os olhos” do PM e daí extrai conclusões? Algo aqui está errado! Argumentos para inocentar e poderes de leitura de olhos para o dar como culpado!
    Além disso cabe aos acusadores provar a culpa dos acusados (coisa que recordo o actual PM não é!) e não o contrário! Há muita gente que não percebe este principio, ou pior faz de conta que não percebe, que é basilar em estados de direito!

  21. Ó Val, assim é difícil conversar contigo. Dizes-me: onde é que foste buscar essa tanga de que há alguém que não aceita as notícias sobre o caso Freeport? Ó homem, as notícias fazem falta, toda a gente quer saber mais sobre o assunto, e com toda a legitimidade. O problema está no facto de se aproveitar a situação para causar prejuízos políticos para o PS. Juro que não percebo o que queres dizer, não acredito que estejas a querer dizer que as notícias fazem falta desde que não aproveitem a ninguém para prejudicar politicamente seja quem fôr!!??!
    Concordo contigo que a intensidade da coisa é anormal, e que só se deverá aos anticorpos que o homem provocou, honra lhe seja feita. Concordo também que, mesmo inocente ou sobretudo incocente, a posição dele é lixadíssima. E que nos dias de hoje, neste ambiente mediático, todos podem estar sujeitos a serem chacinados às mãos dum qualquer cabrão. É um nojo,aqui como em qualquer lado.
    O meu ponto é simplesmente que não podemos deixar o nosso discernimento ser obscurecido nem pela barragem mediática a crucificar o homem, nem pela contra-barragem, na qual tu estás a participar, certamente por boa vontade, que está a constituír a cobertura mediática como o verdadeiro problema aqui em causa. Que não o é, obviamente. Porra pá, basta pensar um pouco friamente, contra os nossos instintos primordiais, para se pensar que em todo este caso há muita coisa muito estranha, que é em si mesmo muito mais grave para a democracia e para a higiene moral deste país, do que as pérfidas intenções da coligação oculta anti-Sócrates. É que se não estivéssemos na situação em que estamos toda a gente, nós dois à cabeça, vinha aí aos gritos aqui d’el-rei, demissão, prisão, lapidação e o mais que fosse. Mas como estamos na merda em que estamos e o homem objectivamente tentou fazer algo por nós, estamos aqui com pruridos e eczemas causados pelo nojo dos media…
    Se pensares mesmo bem, verás que há coisas que ainda não foram pegadas pela horrorosa Manela e que são altamente preocupantes. Vê-me isto por exemplo: contrariamente ao que referes, o PSD, que tem uma imprensa pelo menos tão má como o PS, anda caladíssimo com isto tudo. Há de vez em quando um santanista exaltado que manda umas bocas mas mandam-no calar logo. Ora soube-se há dias uma coisa estranhíssima que veio mencionada nesse tal video: o chefe de gabinete do Sócrates dessa altura passou a Inspector Geral do Ambiente pelas mãos do sucessor no cargo de MA – nada menos que o Isaltino, esse que nós todos achamos um corrupto encartado. É estranho como o caraças. Ao mesmo tempo é o que me faz acreditar piamente que se houve dinheiro por fora não foi directamente para o Sócrates, deve mas é ter ido para o «bolo».
    Deus queira que eu esteja enganado.

  22. josé, as notícias, no plano do ideal, dizem respeito à verdade. E a verdade aproveita ao bem comum. Assim, e no exemplo do caso Freeport, logo que se sabe da existência de um vídeo na posse de autoridades inglesas, isso passa a ser matéria do maior interesse para a comunicação social, por o ser para a opinião pública e para a comunidade. Isto é óbvio.

    Nessa lógica, os jornalistas estarão a fazer o seu tão útil trabalho se investigarem jornalisticamente. Já se tornam pervertores da verdade quando alinham com as fugas ao segredo de Justiça e quando tomam partido por uma certa interpretação lesiva da equidade que o apuro da verdade requer. É este o único problema, porque se a Manuela Moura Guedes mantivesse os mínimos profissionais no tratamento obsessivo do caso Freeport, não haveria lugar a indignação – apenas desgosto, ou indiferença, com a opção.

    Parece que tu acreditas na tese que diz estar a classe política toda corrompida, não escapando ninguém. É por isso que estás a dar crédito a coincidências inevitáveis na carreira de um político, e não dás nenhum crédito ao que as autoridades policiais e judiciais vêm dizendo. Repara: o Ministério Público já declarou não haver nenhum membro deste ou doutros Governos suspeito de actos ilícitos. Assim, aposto que também achas que o MP está feito com os políticos. Que te resta? Talvez fugir do País.

    Os problemas não se resolvem alimentando teorias da conspiração, antes pioram. Isto eu sei.

  23. Fugir do país, eu? Sabes, eu já cheguei àquela idade em que nem o país precisa de mim nem eu preciso do país. Por isso, vou ficando por cá, que gosto do das pessoas, do peixe e do clima.
    Quanto ao resto, verifico que avançámos um pouco. Já concordamos que o video é relevante independentemente dos comentários que sobre ele bolsa a Manuela e, também independentemente da forma ínvia como ele chegou ao conhecimento público.
    Ora eu acredito que o teu interesse nisto é o mesmo que o meu: nenhum do ponto de vista prático, imenso do ponto de vista dos valores. Assim sendo, continuo sem perceber a relevância do argumento da actual não pronúncia do PM pelo MP quanto àquilo que estamos a discutir. Ou seja:
    1) não deve a imprensa noticiar e comentar factos graves relativos a um altíssimo responsável do país, pelo simples facto de ele ser mencionado no processo? ou terá que esperar 5 ou 6 anos pela pronúncia?
    2) a simples possibilidade dos factos em investigação, o simples facto de eles serem mencionados interna e externamente, não é algo que ameaça profundamente a nossa democracia? não deveria então esta situação ter tido um desmentido cabal, olhos nos olhos (é verdade, dou muita importância aos olhos das pessoas), em vez de a agitação da velha cabala e a repetição à exaustão do (não)estatuto processual?

    Vais-me perguntar com certeza, sobre o que que é que eu quero que o homem faça. Olha, queria que ele tivesse gerido tudo isto com mais inteligência, mais genuinidade e mais humildade, queria que ele me tivesse convencido a mim, que ainda o acho melhor do que as tristes «alternativas» que se apresentam.
    Esta é uma das ocasiões em que se calhar eu gostava de conseguir obliterar selectivamente o meu pensamento. Mas não consigo.
    Os problemas não se resolvem negando a realidade, antes pioram. Isto eu sei.

  24. Claro que o vídeo é importante, mas não pelas razões caluniosas que a TVI alimenta. De resto, tudo e mais alguma coisa será importante, não é aí que está o problema.

    Não te entendo nessa suposta exigência de desmentido. Para todos os efeitos, Sócrates afirmou a sua inocência. Só que tal não chegou – e nada de errado com isso – para resolver dois outros aspectos deste caso: por um lado, a investigação estava a decorrer, e é independente do que Sócrates diga ou deixe de dizer; por outro lado, alguma comunicação social não respeitou a declaração de Sócrates e explorou no interesse da suspeita (portanto, com o fito de aumentar as audiências e/ou de marcar Sócrates com atentados ao seu bom-nome) os elementos que alguém lhes foi fornecendo.

    Só há uma forma de se anular o pinga-pinga calunioso: acabar com o segredo de Justiça no caso, como defendeu Pinto Monteiro. Dessa forma, todos conseguiriam perceber as deformações e o real valor do que tem sido dito.

  25. Ora é aí – no fim do segredo de justiça – que estamos totalmente de acordo. Particularmente em processos ligados a cargos públicos. Se assim fosse a discussão estaria toda focada no caso em si em vez do tratamento mediático que está a ser feito e nas obscuras e malignas intenções que estarão ou não por de trás.
    Agora que está na moda citar a justiça dos EUA, recordo o caso do governador do Illinois que queria vender um lugar no senado. O homem bem clamou contra a fatal cabala negra, até dum jornal em particular (o Boston Chronicle), mas como todas as gravações foram públicas (e notórias, diga-se) ele não teve hipótese se foi despachado em menos de 3 meses.

    Faça-se uma petição para o levantamento do segredo de justiça neste caso particular. Alinhas, ó Val?

  26. Sócrates foi convincente e reforçou a ideia, mesmo em cidadãos que não são PS, de que é um grande político e o político de que Portugal precisa – e ele é,seguramente, a última oportunidade para que isto venha a ter saída, enquanto país.

    Já começam a ser muito estranhos estes eaxageros sobre a figura do PM, estão a serviço de quem?
    Este parágrafo lembra o antigo regime e Salazar

    O maior político…..enfiem o barrete a outros

  27. eh pás, bonita discussão… Tenho para mim que é absolutamente ilógico que um ministro com ambições maiores se metesse num caso pinga-pinga por envelope para o tio e para o primo, e sei lá que mais.

    Pena tenho eu que o PS imbuído dum resto de ética republicana e comportamentos conforme não desbrave o que poderá ter sido a venda dos créditos fiscais feita pela manela ao citigroup e barclay’s e já agora como se fez a fortuna do borges e do filho dela, devidamente instalado em Londres.

    Para mim o PM comportou-se à altura de quem tem que lidar com uma calúnia politicamente montada. Mas o artigo ali em cima do DN não esclarece já bastante?

    Eu entendo, com o buraco do BPN a sugar os dinheiros públicos num montante que já deve ir em 1,5% do PIB e tanta outra negociata cavaquista se calha começar a haver Justiça muita gente fica em brasa, para não dizer cinza.

    olho pá: já sabemos que estás a soldo da manela, gostos não se discutem,

  28. Cá é Um Banqueiro de Sucesso, Z.
    A quem a comunicação social promovia a biografia com lucros por inteiro para a caridade.
    Um… caridoso, portanto.

  29. Olha , estive a pensar V. Acho que acredito no Ortega y Gasset , naquilo de “yo soy yo y mis circunstancias”. Também acredito que se o morais sarmento soubesse que um dia seria ministro , não se tinha metido no pó.

  30. “No que diz respeito ao caso Freeport, e tendo apenas como critérios a linguagem corporal e os sinais da fala, é impossível ter dúvidas quanto à sinceridade das suas afirmações.”

    Não sei se já sabias, mas a linguagem corporal vai passar a fazer prova em julgamento. Já nem precisamos de merdas altamente falíveis (por exemplo vídeos), quando temos a linguagem corporal.

    Informo-te também que estão abertos concursos para professores de linguagem corporal para dar aulas no varão às meninas do cabaré da coxa, por isso aproveita e manda “Curriculum” quem sabe, não serás seleccionado!

    Uma pergunta, a cadela da vizinha anda a fazer uns trejeitos para o meu cão? Será que que quer dizer que a vizinha se anda a oferecer?

    Larga o vinho pá

  31. Caro Nick,começo a ter pena deste «olho»,não vês que o homem é mesmo limitado.
    Tão limitado, que nem se apercebe mínimamente da sua limitação, nem das figuras tristes que faz, das merdas que diz e mesmo depois de ser desmascarado, não aparece uma palavra de justificação. O homem quer estar sempre à frente da camara, quer aparecer a todo custo, mesmo ridicularizado ele não se apercebe que está a sê-lo.
    Da minha parte vou ter de lhe pedir desculpa por palavras que lhe disse, que não costumo dizer a ninguém, mas o homem irritou-me e eu pensando que era alguém normal, reagi mal. Agora depois de analisar o seu comportamento( eu sou um psiquiatra de pacotilha, isto foi dito por ele, a meu respeito) vou mandar-lhe um comentário a dizer-lhe que o admiro, que por vezes não o entendem porque está num patamar mais elevado, etc…etc.. coisas do genero, para lhe levantar o ego.
    Sabes a um tolo não é preciso grandes retóricas, coisa mínimas já o tornarão satisfeito.
    Agora me lembro duma dificuldade, que não me apercebi, não posso contactar com ele, como é que posso falar para uma parede?
    É que quando ele não quer entender e ele não entende mesmo nada, manda-nos
    falar para as paredes.

  32. Post Scriptum – Tinto. Região – Douro

    Sabes Sócartes és um homem é mesmo limitado.
    Tão limitado, que nem te apercebes mínimamente da tua limitação, nem das figuras tristes que fazes, das merdas que dizes e mesmo depois de ser desmascarado,
    não aparece uma palavra de justificação.
    Queres estar sempre à frente da camara, queres aparecer a todo custo, mesmo ridicularizado não te apercebes que estás a sê-lo.

    Sabes a ti não são preciso grandes retóricas, coisa mínimas já te tornarão satisfeito.

    Agora me lembro duma dificuldade, que não me apercebi, não posso contactar contigo, como é que posso falar para uma parede?
    É que quando não queres entender e não entendes mesmo nada, mandas-nos
    falar para as paredes.

    Olha larga o vinho

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    « Re-IntermitênciaÉ mentira mas é verdade »
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  33. Agora percebi, como alguém anteriormente afirmou, o que é pegar nos comentários de outros e e colocá-los noutros blogs como sendo seus (expresso etc…
    Na minha terra a isto chama-se plágio e quem comete um acto destes «pega» realmente de qualquer maneira, é preciso é não ter vergonha, dignidade ser mesmo muito estúpido, para aparecer depois, como se nada tivessse acontecido..

  34. josé, a ideia de uma petição para o levantamento do segredo de justiça não teria a minha assinatura porque respeito o parecer da procuradora Cândida de Almeida, o qual refere que nesta altura isso iria prejudicar a investigação. Ela lá sabe, e faz mais sentido confiar na sua responsabilidade do que na nossa irresponsabilidade, escusado seria dizer.

  35. Ó Val, não gosto nada de te ouvir falar assim, desculpa lá mas parece o discurso dum qualquer chefe de gabinete que não acredito que sejas. Repara no seguinte: toda a linha de defesa do Sócrates tem-se baseado no facto de que as constantes violações do segredo de justiça estão a prejudicá-lo a ele assim como à própria investigação. Assim sendo, e no pressuposto de que a actuação dele foi impecável, pressuposto que tu admites e defendes, não vejo qualquer vantagem na manutenção do segredo de justiça, diga a procuradora o que quiser. Aliás o chefe dela diz precisamente o contrário!
    A continuarem assim as coisas, não será possível evitar a fritura semanal do PM e o inenarrável sofrimento pessoal de que ele queixou na entrevista. Ora se quem não deve não teme, não consigo entender qualquer reticência a isto. Nem da tua parte nem da parte do Sócrates.
    Aliás o facto do homem ainda não ter solicitado esta coisa simples é das coisas que mais me preocupa em todo este caso.

  36. josé, a tua linha de raciocínio não se aguenta nas canetas. Repara: existe uma investigação. Isto quer dizer que ela irá ser tornada pública algures no tempo. Ora, das duas uma: ou sabes mais ou sabes menos, do que aqueles que investigam. Se sabes mais, porreiro, e tens tu razão. Se sabes menos – e aqui entre nós que ninguém nos lê, há uma pequena possibilidade de saberes menos… – então quem sabe mais é o procurador que chefia a investigação. E esse disse para não se tirar o segredo de justiça, pois isso teria consequências negativas.

    Isto é simples, a paranóia é que complica a realidade.

  37. Mau! Juro que não te percebo! Aí uns page ups atrás, dizias e muito bem que Só há uma forma de se anular o pinga-pinga calunioso: acabar com o segredo de Justiça no caso, como defendeu Pinto Monteiro. Dessa forma, todos conseguiriam perceber as deformações e o real valor do que tem sido dito.
    E agora dizes o contrário!?
    Quanto a saber mais ou menos sobre o caso, digo-to que saber algo de certo e sabido, não sei nada. O que sei, e respondo à pergunta atrás sobre o que eu faria no lugar do JS, é que eu pediria o levantamento do segredo de justiça num caso que me estivesse a lixar a reputação sem sem eu ter qualquer culpa no cartório. E estava-me mais era a cagar para a procuradora!

  38. Mas qual contrário? Ser diferente não equivale necessariamente a ser contrário. Eu lembrei a posição de Pinto Monteiro, precisamente para realçar a complexidade da questão. Não é por existir a evidência de ser benéfico acabar com o segredo de Justiça, do ponto de vista da vítima e para estancar as perversões de alguma comunicação social, que deixa de ser benéfico mantê-lo do ponto de vista da investigação, como a responsável pela mesma afirmou.

    As duas posições são legítimas, mas a mais importante é a que concerne à qualidade da investigação, mesmo que prolongue o incómodo pessoal, político e social. É do apuramento da verdade pela autoridade judicial que se trata, caso alguém se tenha esquecido.

  39. Sinceramente, ó Val, estás a meter água por todos os lados. E quanto mais água metes, mais asséptico fica o teu discurso. Tenho-te lido sempre com o maior respeito e admiração, inclusivamente sobre este caso Freeport. Atingistes os meus píncaros do Himalaia ao desmantelares aquela lamentável besta do Mário Crespo, mas agora estás a parecer-me um daqueles advogados que resumem as alegações a um «peço justiça!».
    Entrei nesta discussão já com muitas dúvidas e com muitos receios sobre a defensabilidade da posição do nosso PM – o que não me dá nenhum prazer, antes pelo contrário! E saio dela ainda mais preocupado, muitíssimo mais preocupado. E vejo nos teus olhos, sim, nos teus olhos, que tu estás tão à rasca como eu. Estamos definitivamente lixados. Fiquemos por aqui, mudemos de assunto, que a reacção escuta!
    Um abraço.

  40. Sais desta discussão mais preocupado?!… Ó homem, tu vê lá se descansas e te alimentas em condições, porque acho que estás numa crise de fadiga.

  41. Alguns destilam veneno pelas trombas de tal forma que perdem o bom senso e acusam de forma infantil e patética os outros de falta de inteligência, de falta de vergonha, de estupidez, de falta de massa encefálica e de plágio, pobrezinhos verem-se de tal forma.
    Há que ter pena

  42. Tudo isto porque não suportam opiniões contrárias, ditadorzinhos de peluche. Borboletas de Blogue que se acham o máximo nas suas vidinhas mesquinhas

  43. Não é cansaço, pá. O que acontece aqui no aspirina b é que estamos no domínio da fé. Tu tens, muita, e eu não.

  44. Não sei qual é o teu problema, josé. Ou melhor, sei: estás sem qualquer confiança nas autoridades. O que te comanda a inteligência é a imaginação, não a realidade. E a tua imaginação alimenta-se do medo. Assim, obviamente, tens de passar mal. Mas os factos permanecem à tua espera: há uma investigação; Sócrates reclama e manifesta inocência; Sócrates não está a ser investigado; e tudo será apresentado ao público quando terminar a investigação.

    Por mais que te custe, tens de ter paciência.

  45. Realmente dá pena. Como se pode argumentar, com um mínimo de lógiga,pois com alguma racionalidade isto é impossivel, com gente assim, com uma mente tão estranha, percebe-se bem que lá não entra nada, no entanto vão sempre saindo umas coisas estranhas.
    Não vês que ninguém te acusa de nada, são apenas constatações demasiado evidentes.
    Eu li coisas gravíssimas sobre o que escreveste, não vi da tua parte , qualquer argumentação que pudesse invalidar, ou por em causa, os factos que aqui foram ditos.
    Houve alguém que sugeriu, com alguma lógica, que poderia ser do vinho. Se assim fosse ainda poderia haver uma solução, mas quanto a mim o diagnóstico já foi mais que confirmado( eu sou psiquiatra de pacotilha, lembras-te?), isto é de ordem natural e a prova mais evidente é a tua incapacidade de te aperceberes disto.
    Não leves a mal, mas a minha paciência também tem limites,e apesar de lidar com portadores de deficiência, estes pelo menos não se arvoram em nada e limitam-se a serem aquilo que realmente são. Ponto Final

  46. Valupi dizes tu “a tua linha de raciocínio não se aguenta nas canetas.”

    LOL

    Já a tua que se baseia na análise da linguagem corporal é de facto sustentável. Brilhante!

    Larga o vinho pá

  47. Eu sou muito bom mas a minha paciência também tem limites,e apesar de lidar com portadores de deficiência, estes pelo menos não se arvoram em nada e limitam-se a serem aquilo que realmente são. Ponto Final

    cagou e disse

  48. JVC que era até há uns anos atrás uma boa marca, está um pouco em desuso, parece que as componentes não são as melhores.
    Lembram alguns que por aí pululam
    É que falar a sério com gente assim é uma perca de tempo, com o Val ainda se discorre uma linha de pensamento (enganosa mas coeerente) o resto são atoardas demagógicas.

  49. José , não ligue . O V , nestes temas propagandisticos , usa os mesmos subterfugios dos políticos , muita parrra , pouca uva. Têm para lá umas frases aprendidas , andam ás voltas com as palavras e não dizem nada. Nem vale a pena discutir , posto que a verdade está com ele e quem não concorda é imbecil , e desta posição não sai. Vai ficar derreado ao tentar abrir as janelas onde nem sequer há uma porta.

  50. Cagou, caralho, paneleiro, foda-se, olho do cu que bela maneira para alguem se autoafirmar.
    QUE GRANDE EMPLASTRO.

  51. Como o menino anda irritado, coitado, espécie de homenzinho virtual.

    “Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos”

  52. Cheguei agora aqui e fiquei siderado.
    Agora entendi perfeitamente, o quanto enganado andei até agora a respeito do meu interlocutor, pois fiquem todos sabendo que ele sabe muito bem usar comas, e só não utilizou o nome do autor da citação, porque evidendemente é ele próprio, na sua verdadeira identidade, que naturalmente quis preservar.
    Tenho de humildemente lhe pedir perdão por na minha total incapacidade e pequenês não ter descortinado a excelência desta pessoa( não será Pessoa?).
    Sim, aqui somos todos uns bandalhos, medíocres, mesquinhos, patéticos, estúpidos, todos, mesmos corruptos como o Sócrates, por não termos percebido a grandeza , o sublime de tão magnânimica figura.
    A partir deste momento ele é o meu mestre, o meu herói,e para mim ele sabe que eu até já percebi que ele é mesmo o super homem e ele pode e vai prová-lo a todos, cambada de imbecis. Pois ele vai subir ao local mais alto da sua localidade e vai-se atirar para todos perceberam que ele é mesmo super.
    Caro olho, espero que não me desiludas, olha que se te não atirares mesmo, deixo de falar contigo. Não me desiludas.

  53. Grande caralho(1) não é que me desiludiste!

    1 citação do mestre
    “Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos”

  54. Lá vem o menino traquina pedir que lhe dêm palmadinhas no rabo, eu sei que deve ser um fetiche. Mas como não alimento fantasias recomendava-o a ler «Mein Kampf» com aspas

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