8 thoughts on “Seguro leitor do Aspirina B”

  1. senão nestas duas semanas ainda vai dizer que apoia o genocidio na palestina e perder as eleições

  2. O momento que deixou Ventura com um ar desesperado foi quando Seguro disse lhe que não tinha requerido a subvenção vitalícia, e quanto é que isso representa em Euros dos contribuintes. É muito difícil um tipo que ganha a vida a pregar moral, debater com uma pessoa que, de facto, é moral (dentro do que a política permite). Outro momento podia ter sido quando Seguro apelou aos votantes do Chega, mostrando compreender o que leva as pessoas a seguir demagogos e tendo empatia com elas, mas esse foi prontamente interrompido por uma “jornalista” que vive de explorar o insulto e demonização dessas pessoas.

  3. A primeira pergunta e única, caso o malabarista não respondesse, seria, “o senhor diz que é contra este sistema democrático, então, diga e explique aqui perante os portugueses qual é o sistema que vai aplicar, caso seja eleito, para dirigir o país?”
    E enquanto o trafulha não explicasse como pensava dirigir o aparelho de um Estado neste séc. XXI não sair dessa questão; porque deste esclarecimento o trafulha era obrigado a dar matéria à farta para desmontar todo o seu palavreado unipessoal do “eu faço” ou “eu farei” eu isto, eu aquilo e, se fugisse à questão e não respondesse, daria igualmente munições ao outro para atacar aquele que faz tudo de boca sem sequer ainda ter pensado no caso e como o fazer.
    O mesmo se poderia aplicar quando o trafulha fala da corrupção das ‘elites’ políticas ou não; perguntar-lhe, então, como governava sem elites do conhecimento técnico, científico, didático, social, etc., ou, governaria o país como sendo uma ‘sociedade unipessoal’ como agora faz com o partido?
    É evidente a manhosice política do animal; a sua candidatura serviu para manter a manada no redil e mobilizada, e simultaneamente, caso tivesse sucesso, o lugar faria que de imediato, trataria de manobrar para entregar o poder ao seu partido, isto é, faria dele próprio o dono unipessoal e inamovível do poder.
    Porque, afinal, o “sistema” de que não fala e quer implementar em Portugal, é este mesmo.

  4. Não se iludam. Seguro tudo fará para garantir e acelerar o suplício de José Sócrates em praça pública. Não moverá uma palha para restabeler a dignidade do Estado de Direito. Com Ventura Sócrates seria um mártir. Com Seguro será um troféu. Nenhum dos dois presta.

  5. FALANDO DE SUPLICIO QUE IMPORTA
    Neste caso, o da malta jovem, e do seu futuro de mentecaptos.
    <<<Vejamos o grau de delírio e travemos a fundo, já. Tornámos público que o Ministério da Educação auto-extinguiu-se com uma fórmula jurídica que permite contratar professores pelo código privado à tarefa, abrindo a porta ao fim da contratação em regime de função pública, e permite mesmo acabar com o professor!, substituindo por um "tutor" formado em 6 semanas (leram bem, 6 semanas), pago por uma empresa privada. E que, aos que estão já no quadro, esta lei aprovada no querido mês de Agosto acaba com os mínimos de carreira colocando nas mãos do director avaliação, mobilidade etc. Ao mesmo tempo, para esta barbaridade ter menos resistência, o Ministro aumentou com retroativos as horas extraordinárias e assegurou a uns quantos a progressão da carreira, carreira que ele terminou…Ou seja, o programa da AD, IL e Chega – o cheque ensino e a contratação por prémios, no limite por plataformas ao dia como tarefeiros – foi aprovada! Vou repetir, aprovada! Sem discussão nas escolas, pública, na AR, nos media, em lado algum.
    A resposta de milhares de professores (o alcance do Maio foi superior a 700 mil visualizações) foi "como é possível? não sabia de nada". A resposta da FNE foi é mentira, alarme. A da Fenprof foi "é muito grave mas nós avisámos, colocámos cartazes nas escolas". A dos partidos foi zero. A das Universidades, intelectuais, associações e editores de jornais e telejornais foi um silêncio sepulcral. Houve distribuição de xanax nas torneiras? Ou somos todos vítimas, desde os que colocaram cartazes e acham que isso é sindicalismo aos que descaradamente venderam a educação pública, caso da FNE, aos partidos. Como um tema destes que atinge todo o país não foi e é o tema da campanha?
    Vai haver tempo para se fazer balanços. Agora, em vez de desculpas, podemos concentrar-nos em fazer plenários em todas as escolas e Universidades do país (ou os professores universitários acham que isto não tem nada a ver com eles), e organizar uma greve a sério, de todos os educadores e professores do país?
    Raquel Varela 28-01-2026

  6. Seguro demonstrou carater e sentido de Estado perante alguém que só faz politica na base do grito.
    Quer mudar tudo porque sim.
    E isso viu-se com a questão da sua proposta para eleger o PGR. Só mesmo para rir:))
    Tal como Seguro diz, o Sr. Dr. Ventura está na eleição errada! Ele quer ser primeiro ministro e não Presidente da Republica. No meu entender não tem a mínima categoria para nenhum dos cargos.
    https://rabiscosdestorias.blogspot.com

  7. Valupi,
    Fui reler o Fédon e alguns livros de interpretação do pensamento filosófico de Platão e nenhum dedica uma única palavra acerca dessa última frase, algo enigmática, de Platão atribuída a Sócrates antes de beber a cicuta que foi: “Criton, devemos um galo a Asclépio, não te esqueças de o pagar”.
    O Fédon é uma dissertação global explicativa acerca da imortalidade da alma. Aliás, como é sabido, esta questão da alma imortal já vinha dos órficos e tinha sido retomada por Pitágoras e serviu a Platão para documentar a “teoria das ideias” pela reminiscência. Em todos os diálogos em que aborda esta questão como, Fédon, República, Fedro, Timeu e noutros mais de passagem, de modo geral trata o assunto sob diferentes aspetos e forma mais ou menos “poética” metafórica e alegórica (o tal esoterismo de Platão?) e mais incompreensível filosoficamente como acontece no Timeu.
    Espantoso, para os estudiosos de Platão, é que Platão não estava presente com os amigos junto de Sócratres, ele próprio o diz no Fédon e, contudo conclui o diálogo daquela forma enigmática, mas não muito. O próprio Críton e os amigos presentes não fizeram qualquer comentário, pois, entenderam imediatamente o recado.
    A minha interpretação do “galo a Asclépio” é que tal referência tem um duplo sentido claro, para mais posto na boca de Sócrates. Primeiro, este, pensava que, tal como Asclépio havia sido um mártir morto por Zéus sob acusação dos deuses, sobretudo de Hades, o deus da Terra, porque Asclépio curava os doentes não os deixando ir para o reino dos mortos e, não obstante, Asclépio fora reabilitado mais tarde e recebido, de novo, no panteão dos deuses; ora, se com Asclépio os próprios deuses reabilitaram um erro seu, divino, (e este caso, ou mito, revela a pouca divindade ou omnisciência dos deuses gregos face ao deus cristão) muito certamente corrigiriam um erro dos homens cometido sobre aquele que era considerado o “o mais sábio e mais justo dos homens”. Segundo, tal condenação à morte e posterior reabilitação e glorificação de Sócrates, em que o próprio e Platão acreditavam pia e filosoficamente, corroborava a tese da imortalidade da alma a qual, por sua vez, reabilitaria a teoria empédocliana da transmutação das almas que justificava a “reminiscência” platónica das ideias.
    Dizer “devemos um galo a Asclépio” era dado adquirido de oferenda vindo do costume já enraizado face às famosas curas de Asclépio junto do povo, tal qual se fazia tradicionalmente em todo o Portugal nos anos´50 e ainda hoje se faz mais do que se sabe.
    Neste caso, contudo, tal revela a potente capacidade intelectual poética, inteligível-sensível, física-metafísica de Platão ao rematar aquele diálogo com o enigma, especialmente para os vindouros, do “pagar o galo a Asclépio”.

  8. josé , josé ….só quem vê a morte como amiga , um anjo branco , percebe o Sócrates -:) É uma forma serena e irónica de afirmar que a morte não é um mal, mas algo positivo : a morte do corpo é a cura da alma , coitada aprisionada numa coisa cheia de necessidades e repetindo as mesmas coisas irrelevantes “time and time again, , até chegar a hora.

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