Resposta a Montenegro

«Onde está o PSD que fala para os jovens? Onde está o PSD que fala e representa a classe média? Onde está o PSD que tem propostas para os pensionistas e para os reformados? Onde está o PSD que incentiva e defende as pequenas e médias empresas? Onde está o PSD que representa a sociedade civil que não quer viver de dependências excessivas do Estado? Onde está o PSD que combate o excesso de impostos? Que promove o ambiente? Que aposta na tecnologia e no empreendedorismo? Onde está o PSD das causas e das reformas que mobilizam a sociedade e os seus sectores mais dinâmicos?»


Declaração de Luís Montenegro sobre a corrida à liderança do PSD

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Montenegro, pá, esse PSD está na campanha eleitoral para as legislativas de 2011. Lembras-te, né? O teu nome também assinou por baixo este juramento:

«O programa que agora deixamos à apreciação e ao escrutínio dos Portugueses resiste a qualquer teste de avaliação ou credibilidade. Tudo o que nele se propõe foi estudado, testado e ponderado. Consequentemente, as propostas nele contidas são para levar a cabo e as medidas que nele se apontam são para cumprir. Também nisso queremos ser diferentes daqueles que nos governam e que não têm qualquer sentido de respeito pela promessa feita ou pela palavra dada. Assumimos um compromisso de honra para com Portugal. E não faltaremos, em circunstância alguma, a esse compromisso.»


Programa Eleitoral do PSD – 2011

É da tua palavra e da tua honra que este parágrafo fala. Este foi o tempo em que tu e a tua malta enganaram os papalvos com a promessa do “fim dos sacrifícios”, do “corte nas gorduras do Estado” e da “libertação e democratização da economia”. Para depois terem desgraçado a vida a milhões de portugueses, a quem ainda por cima achincalhavam do alto da vossa fanática soberba.

Se queres ver esse PSD que hoje não encontras, desampara a loja e regressa à campanha eleitoral de 2011 levando o Relvas contigo:

«“Não haverá aumento de impostos, de uma forma clara já está demonstrado, o programa demonstra-o”, afirmou Miguel Relvas aos jornalistas após o Conselho Nacional do PSD, que decorreu num hotel de Lisboa.»


Fonte

4 thoughts on “Resposta a Montenegro”

  1. e quem é que acredita neste gajo pá? só os papalvos! será que existem muitos?
    eu axo que sim, né?
    citas logo dois da maçonaria: o Relvas e o Montenegro. lêem pela mesma cartilha.
    os tipos são muitos, se quiserem ir por aí, talvez e digo apenas: talvez consigam organizar-se
    como seita que são e gastar algum do dinheiro de onde estás que não te vejo a “comprar” votos.
    né?
    impossível dizes tu…já vi muita coisa.
    Fascismo outra vez não. LOL

  2. O Partido de Montenegro, Passos, Carreiras, ou Paula Teixeira da Cruz, por exemplo, aldrabão, populista, chicanista, entreguista, incensado pelo Observador, pela cúpula do Expresso, Sol, Correio da Manhã e limítrofes, não tem nada que ver com o Partido de Rio, com sentido institucional, responsabilidade, genuíno, reformista, de contas bem feitas mas patriótico. Seria bom que se separassem de vez para se saber quanto cada um vale, de facto. Montenegro e sua entourage têm uma série de préfabricados à sua volta que lhes podem dar guarida.

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