Recuar sem perder a cara e avançar mostrando o cu

A vitória dos professores não será a derrota do Governo, muito menos da magnífica portuguesa de nome Maria de Lurdes Rodrigues. Governo e Ministra estão a cumprir a sua obrigação: fazer o possível para melhorar Portugal. Para tal, negoceiam a torto e a direito. É inquestionável que o actual Governo é o mais profissional de sempre na memória política contemporânea, e a prova vem precisamente do grau de conflitualidade que suscita e a que está sujeito. Convém não esquecer que com a traição de Barroso, e a decadência de Santana, a tristeza e o desânimo invadiram a comunidade e bateu-se no fundo. Foi por isso que se deu a maioria a alguém que até era uma promessa suspeita, um político arisco e vaidoso como Sócrates. Ao tempo, os opinadores chafurdavam na crença de que o País não tinha salvação, era irreformável. Havia cada vez menos vergonha, nas franjas populistas, em louvar publicamente Salazar. Foi também a hora do fulgor analítico de José Gil – a mostrar que, por debaixo da vestimenta democrática, o corpo cheio de chagas da miséria como destino continuava em estado novo.

A vitória dos professores será a derrota de Portugal. Ao dia 5 de Dezembro de 2008, ninguém pôs os olhos num qualquer modelo de avaliação alternativo que tenha sido enfiado por alguma janela do Ministério. Nem há quem saiba ao certo o que os professores querem para além da demissão da Ministra e a garantia de uma progressão linear, sem distinção de mérito nem aumentos da actual carga laboral. Quando acabar esta fase, se garantirem o que a oposição já se comprometeu em lhes dar, vão voltar ao que eram: uma classe profissional que não se une na defesa da escola, que não confia nas autoridades, que despreza os colegas e que tem como principal critério de sucesso a capacidade de antecipar a reforma.


Já agora, o Memorando de Entendimento, assinado com a Plataforma de Sindicatos em Abril de 2008, tem estes dois pontos:

4. Com o objectivo de garantir o acompanhamento, pelas associações sindicais representativas do pessoal docente, do regime de avaliação de desempenho dos professores, proceder-se-á até ao final de Abril à constituição de uma comissão paritária com a administração educativa, que terá acesso a todos os documentos de reflexão e avaliação do modelo que venham a ser produzidos pelas escolas e pelo Conselho Científico da Avaliação de Professores.

Compete a esta comissão paritária, tendo em sua posse a documentação referida e outra que considere adequada, preparar a negociação das alterações a introduzir ao modelo de avaliação.

Estabelecer-se-ão as regras que permitam a participação ou audição de peritos indicados pelas associações representativas do pessoal docente em reuniões do Conselho Científico da Avaliação de Professores, a sua solicitação ou a convite da sua presidente.

5. Durante os meses de Junho e Julho de 2009 terá lugar um processo negocial com as organizações sindicais, com vista à introdução de eventuais modificações ou alterações, que tomará em consideração a avaliação do modelo, os elementos obtidos até então no processo de acompanhamento, avaliação e monitorização de primeiro ciclo de aplicação, bem como as propostas sindicais.

O acordo diz o óbvio: qualquer modelo está sujeito a alterações que resultem da sua avaliação. Sim, também os modelos de avaliação podem ser avaliados. Como o fazer? Criando a comissão paritária, onde se recolherão todas as informações e farão as reflexões e propostas adequadas. A tal comissão paritária que os sindicatos começaram por abandonar. Ter o Ministério da Educação a introduzir alterações já nesta fase inicial só confirma o espírito do que está escrito e assinado.

Neste conflito há uma parte que tem mantido a sua palavra. A outra serve-se de 30 anos de degradação e benefícios injustos para tentar prolongar as mordomias, as disfunções e o atavismo. A tirania dos manifestantes-grevistas avança de costas e com as calças em baixo.

141 thoughts on “Recuar sem perder a cara e avançar mostrando o cu”

  1. Esquece-se que quem assinou o “acordo” foram os sindicatos (todos?) e não o movimento geral dos professores. Não concluiu ainda que o motor dos protestos são os próprios professores e não os sindicatos? Ainda está a tempo de se informar.

  2. Muito bem. Só não percebo essa das arrecuas com as calças em baixo.

    O tal Prof só tem razão numa coisa: é esse tal “movimento geral” que leva os sindicatos a reboque. Já o escrevi aqui. Nem o Bigodes (palavra que não sei o nome dele) pensou ir tão longe.

    Sobre o estatuto da carreira havia um espécie de consenso desde há dois anos. Agora está tudo em causa, já não é só a metodologia da avaliação, é o próprio estatuto que querem dinamitar. Há uma massa de profs com o freio nos dentes que arrasta uma data de marias e mários que vão com os outros. Manada de bisontes sem comando sindical, surdos pelo seu próprio tropel. O “movimento geral” é essa mentira: há lá de tudo, desde o triste medinho de reformas até à recusa pura e simples de se distinguir o mérito, passando pela desconfiança em relação aos colegas avaliadores. E muita demagogia pré-eleitoral. Depois das grandes cedências que a Ministra “autista” fez, alguns manifestantes e grevistas já só têm receio de abandonar a formação.

  3. Infelizmente a sobriedade e serenidade de analise por parte dos sindicatos, deixou-se subjugar por algo que me parece ser uma luta politica desenfreada

    sem rei nem presidente

    ou sem roque nem presidente como queiram…

    que, no contexto da crise é preocupante…

    No caso de professores, magistrados, militares, etc., tudo é mais grave

    porque são profissões que são modelo do país que queremos ser

    e que assumem, baralham, posições corporativas. com posições de principios

    gerando assim uma confusão ao nível da população trabalhadora, disciplinada, correcta

    no seu quotidiano de desejos e aspirações de melhoria economica, social!!!

    abraço

  4. Pode ser que me engane,mas creio que está chegado o ponto de não retorno e de viragem para esta questão: Os sindicatos e os professores já esticaram a corda e agora pedem outras coisas. pedem, não, exigem!
    Exigem tudo!, disse o tal Nogueira.
    Para além da Ministra e do E.C.Docente querem também a queda do Governo. E, aí chegados, acho que conseguiram acordar a população para o real perigo que representam os seus mentores. Ninguém no seu juizo perfeito quer aturar o PCP e o BE no Governo e a ninguém passa pela cabeça que essa seria uma escolha para o País e para a crise que se vive.
    Os professores e os sindicatos que os representam foram longe de mais.
    Estão à beira do precipício.
    E foram eles que lá se colocaram. E quebraram todas as pontes atrás de si.
    Sem retorno.
    Apostaram tudo, mas tudo, numa quimera. Foram enganados e vão torcer as orelhas.
    Muito típico de lutas da pequena burguesia habituada a ser apadrinhada por governos fracos e por dirigentes oportunistas.
    Enganaram-se! É a vida!
    MFerrer

  5. Valupi, Não largues os barbitúricos, já não tens recuperação possível, por isso, que se lixe, dá-lhe forte. Pelo menos continuarás alienado!

  6. Da leitura deste texto concluí-se que o Valupi continua a snifar droga! Dizer que o governo tem mantido a sua palavra, só mostra como uma consciência alterada pelo efeito da droga se esquece facilmente das mentiras do governo com que somos constantemente inundados. É o caso das «alterações» introduzidas. O Valupi «esqueceu-se» de dizer que essas «alterações» só são válidas para este ano, sendo que no próximo ano o modelo burocrático voltaria em força. Claro, a secretária de estado das finanças veio agora dizer que está disponivel para adoptar um novo modelo, mas só para o ano. Mas isto cabe na cabeça de alguém? Reconhece-se a merda que é este modelo, mas insiste-se em o aplicar este ano? A não ser que seja mais uma forma de dividir para reinar e acalmar a revolta dos professores, na base de promessas que depois não se cumprem (como é norma neste governo).
    Depois, diz o alucinado que tiranos são os grevistas, e não aqueles que ao longo deste mandato governamental impuseram as suas medidas sem as testar nem ouvir os proefssores. Como disse a secretária de estado das finanças, há já uns anos, perdeu os profs, mas ganhou a população (o Albino, foi o que ela quis dizer).
    Não, mas não vai ficar tudo na mesma depois do adeus da «magnífica» secetária de estado das finanças. E não vai porque os profs acordaram para a degradação da sua profissão e da escola, que este governo queria acelerar ao querer definir que a função daqueles é cumprir as estatisticas de sucesso determinadas pelo governo e não ensinar, e ao querer transformar a escola num depósito de crianças.
    E valupi, pá, não cites o José Gil porque este não está definitivamente do teu lado, nem do lado dos tecnocratas e impostores que ocupam a cadeira do poder. Vai ler as crónicas que ele publicou na Visão a propósito dos professores e da estratégia e praxis politicas deste governo, e constatarás que o espírito salazarista está do lado dos «magníficos», pá! Mas desejo que essa leitura contribua para saíres da droga. Larga a droga, Valupi!

  7. Terra chama Valupi, Terra chama Valupi,….., Terra chama Valupi.

    Há muito tempo que não lia tamanho xorilho de asneiras:

    1 – “É inquestionável que o actual Governo é o mais profissional de sempre na memória política contemporânea, e a prova vem precisamente do grau de conflitualidade que suscita e a que está sujeito”

    Ou seja quanto mais profissionais formos mais conflituosos conseguimos ser. LOL, porreiro pá! Eu acha que era exactamente o contrário.

    2 – “magnífica portuguesa de nome Maria de Lurdes Rodrigues Qual D, João II qual carapuça, que merecida vénia tem a senhora, o que andará por aí? será paixão ou amor?

    3 – “A vitória dos professores não será a derrota do Governo, muito menos” , podia explicar-lhe quais os resultados possíveis das relações de negociação, mas não me parece que lhe adiantasse muito. No entanto, sempre lhe digo que a MLR é como os generais que nunca recuam, dão meia volta e continuam a avançar.

    Como diria o José Gil, Inscreve-te homem, Inscreve-te

  8. Vapupi, agora fazes censura, seu salazarista? Bem… tentemos uma vez mais, só para confirmar. Se se confirmar, prometo-te que largo o vinho, pá!

    Da leitura deste texto concluí-se que o Valupi continua a snifar droga! Dizer que o governo tem mantido a sua palavra, só mostra como uma consciência alterada pelo efeito da droga se esquece facilmente das mentiras do governo com que somos constantemente inundados. É o caso das «alterações» introduzidas. O Valupi «esqueceu-se» de dizer que essas «alterações» só são válidas para este ano, sendo que no próximo ano o modelo burocrático voltaria em força. Claro, a secretária de estado das finanças veio agora dizer que está disponivel para adoptar um novo modelo, mas só para o ano. Mas isto cabe na cabeça de alguém? Reconhece-se a merda que é este modelo, mas insiste-se em o aplicar este ano? A não ser que seja mais uma forma de dividir para reinar e acalmar a revolta dos professores, na base de promessas que depois não se cumprem (como é norma neste governo).
    Depois, diz o alucinado que tiranos são os grevistas, e não aqueles que ao longo deste mandato governamental impuseram as suas medidas sem as testar nem ouvir os proefssores. Como disse a secretária de estado das finanças, há já uns anos, perdeu os profs, mas ganhou a população (o Albino, foi o que ela quis dizer).
    Não, mas não vai ficar tudo na mesma depois do adeus da «magnífica» secretária de estado das finanças. E não vai porque os profs acordaram para a degradação da sua profissão e da escola, que este governo queria acelerar ao querer definir que a função daqueles é cumprir as estatisticas de sucesso determinadas pelo governo e não ensinar, e ao querer transformar a escola num depósito de crianças.
    E valupi, pá, não cites o José Gil porque este não está definitivamente do teu lado, nem do lado dos tecnocratas e impostores que ocupam a cadeira do poder. Vai ler as crónicas que ele publicou na Visão a propósito dos professores e da estratégia e praxis politicas deste governo, e constatarás que o espírito salazarista está do lado dos «magníficos», pá! Mas desejo que essa leitura contribua para saíres da droga. Larga a droga, Valupi!

  9. COMUNICADO DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
    21:00h, 5 de Dezembro de 2008

    1 – Chegou hoje ao fim o processo de negociação das medidas tomadas pelo Governo no dia 20 de Novembro para facilitar a avaliação do desempenho dos professores.
    2 – Os sindicatos, neste processo, não apresentaram qualquer alternativa ou pedido de negociação suplementar, pelo que o ME dá por concluídas as negociações, prosseguindo a aprovação dos respectivos instrumentos legais.
    3 – O ME, mantendo a abertura de sempre, respondeu positivamente à vontade dos sindicatos, expressa publicamente, de realização de uma reunião sem pré-condições, isto é, sem exigência de suspensão da avaliação até aqui colocada pelos sindicatos. Foi por isso agendada uma reunião para o dia 15 de Dezembro, com agenda aberta.
    4 – Os sindicatos foram informados que o ME não suspenderá a avaliação de desempenho que prossegue em todas as escolas nos termos em que tem vindo a ser desenvolvida.

    Mário Nogueira é um mentiroso compulsivo e nãopode ser umparceiro fiável para nada!
    A falta de vergonha e o oportunismo não têm limites!
    Mas em que mãos se foram meter estes professores.

  10. Valupi, seu salazarista, tem vergonha na cara e larga a droga! Olha-te ao espelho e vê se consegues reconhecer a miserável figura (em tudo semelhante à dos magníficos impostores e manipuladores) que estás a fazer! Eu cá vou continuar a festejar e a beber vinho, pois confirmou-se o que eu disse: és um drogado!

  11. “Não é só o medo, a burocracia, o apego a privilégios e hábitos antigos, que entravam o movimento e a dinâmica da sociedade portuguesa. Outros factores, à vezes imperceptíveis mas não menos eficazes, retiram energia e forças aos indivíduos e aos grupo sociais”.

    É assim que começa o capítulo sobre “Queixume, Ressentimento, Invejas” em “Portugal Hoje, O Medo de Existir.

  12. Valupi, mostra alguma coragem: larga a droga, pá! Recorda-te do que eu te disse. Aí vai, caro drogado…

    Da leitura deste texto concluí-se que o Valupi continua a snifar droga! Dizer que o governo tem mantido a sua palavra, só mostra como uma consciência alterada pelo efeito da droga se esquece facilmente das mentiras do governo com que somos constantemente inundados. É o caso das «alterações» introduzidas. O Valupi «esqueceu-se» de dizer que essas «alterações» só são válidas para este ano, sendo que no próximo ano o modelo burocrático voltaria em força. Claro, a secretária de estado das finanças veio agora dizer que está disponivel para adoptar um novo modelo, mas só para o ano. Mas isto cabe na cabeça de alguém? Reconhece-se a merda que é este modelo, mas insiste-se em o aplicar este ano? A não ser que seja mais uma forma de dividir para reinar e acalmar a revolta dos professores, na base de promessas que depois não se cumprem (como é norma neste governo).
    Depois, diz o alucinado que tiranos são os grevistas, e não aqueles que ao longo deste mandato governamental impuseram as suas medidas sem as testar nem ouvir os professores. Como disse a secretária de estado das finanças, há já uns anos, perdeu os profs, mas ganhou a população (o Albino, foi o que ela quis dizer).
    Não, mas não vai ficar tudo na mesma depois do adeus da «magnífica» secetária de estado das finanças. E não vai porque os profs acordaram para a degradação da sua profissão e da escola, que este governo queria acelerar ao querer definir que a função daqueles é cumprir as estatisticas de sucesso determinadas pelo governo e não ensinar, e ao querer transformar a escola num depósito de crianças.
    E valupi, pá, não cites o José Gil porque este não está definitivamente do teu lado, nem do lado dos tecnocratas e impostores que ocupam a cadeira do poder. Vai ler as crónicas que ele publicou na Visão a propósito dos professores e da estratégia e praxis politicas deste governo, e constatarás que o espírito salazarista está do lado dos «magníficos», pá! Mas desejo que essa leitura contribua para saíres da droga. Larga a droga, Valupi!

  13. Valupi, larga a droga, pá! Toma lá isto, para aliviares… e para evitares uma overdose.

    Da leitura deste texto concluí-se que o Valupi continua a snifar droga! Dizer que o governo tem mantido a sua palavra, só mostra como uma consciência alterada pelo efeito da droga se esquece facilmente das mentiras do governo com que somos constantemente inundados. É o caso das «alterações» introduzidas. O Valupi «esqueceu-se» de dizer que essas «alterações» só são válidas para este ano, sendo que no próximo ano o modelo burocrático voltaria em força. Claro, a secretária de estado das finanças veio agora dizer que está disponivel para adoptar um novo modelo, mas só para o ano. Mas isto cabe na cabeça de alguém? Reconhece-se a merda que é este modelo, mas insiste-se em o aplicar este ano? A não ser que seja mais uma forma de dividir para reinar e acalmar a revolta dos professores, na base de promessas que depois não se cumprem (como é norma neste governo).
    Depois, diz o alucinado que tiranos são os grevistas, e não aqueles que ao longo deste mandato governamental impuseram as suas medidas sem as testar nem ouvir os professores. Como disse a secretária de estado das finanças, há já uns anos, perdeu os profs, mas ganhou a população (o Albino, foi o que ela quis dizer).
    Não, mas não vai ficar tudo na mesma depois do adeus da «magnífica» secretária de estado das finanças. E não vai porque os profs acordaram para a degradação da sua profissão e da escola, que este governo queria acelerar ao querer definir que a função daqueles é cumprir as estatisticas de sucesso determinadas pelo governo e não ensinar, e ao querer transformar a escola num depósito de crianças.
    E valupi, pá, não cites o José Gil porque este não está definitivamente do teu lado, nem do lado dos tecnocratas e impostores que ocupam a cadeira do poder. Vai ler as crónicas que ele publicou na Visão a propósito dos professores e da estratégia e praxis politicas deste governo, e constatarás que o espírito salazarista está do lado dos «magníficos», pá! Mas desejo que essa leitura contribua para saíres da droga. Larga a droga, Valupi!

  14. Foda-se, Valupi!! Olha que assim não passas desta noite, pá!!!

    Da leitura deste texto concluí-se que o Valupi continua a snifar droga! Dizer que o governo tem mantido a sua palavra, só mostra como uma consciência alterada pelo efeito da droga se esquece facilmente das mentiras do governo com que somos constantemente inundados. É o caso das «alterações» introduzidas. O Valupi «esqueceu-se» de dizer que essas «alterações» só são válidas para este ano, sendo que no próximo ano o modelo burocrático voltaria em força. Claro, a secretária de estado das finanças veio agora dizer que está disponivel para adoptar um novo modelo, mas só para o ano. Mas isto cabe na cabeça de alguém? Reconhece-se a merda que é este modelo, mas insiste-se em o aplicar este ano? A não ser que seja mais uma forma de dividir para reinar e acalmar a revolta dos professores, na base de promessas que depois não se cumprem (como é norma neste governo).
    Depois, diz o alucinado que tiranos são os grevistas, e não aqueles que ao longo deste mandato governamental impuseram as suas medidas sem as testar nem ouvir os professores. Como disse a secretária de estado das finanças, há já uns anos, perdeu os profs, mas ganhou a população (o Albino, foi o que ela quis dizer).
    Não, mas não vai ficar tudo na mesma depois do adeus da «magnífica» secretária de estado das finanças. E não vai porque os profs acordaram para a degradação da sua profissão e da escola, que este governo queria acelerar ao querer definir que a função daqueles é cumprir as estatisticas de sucesso determinadas pelo governo e não ensinar, e ao querer transformar a escola num depósito de crianças.
    E valupi, pá, não cites o José Gil porque este não está definitivamente do teu lado, nem do lado dos tecnocratas e impostores que ocupam a cadeira do poder. Vai ler as crónicas que ele publicou na Visão a propósito dos professores e da estratégia e praxis politicas deste governo, e constatarás que o espírito salazarista está do lado dos «magníficos», pá! Mas desejo que essa leitura contribua para saíres da droga. Larga a droga, Valupi!

  15. Ressuscita, Valupi!!!

    Da leitura deste texto concluí-se que o Valupi continua a snifar droga! Dizer que o governo tem mantido a sua palavra, só mostra como uma consciência alterada pelo efeito da droga se esquece facilmente das mentiras do governo com que somos constantemente inundados. É o caso das «alterações» introduzidas. O Valupi «esqueceu-se» de dizer que essas «alterações» só são válidas para este ano, sendo que no próximo ano o modelo burocrático voltaria em força. Claro, a secretária de estado das finanças veio agora dizer que está disponivel para adoptar um novo modelo, mas só para o ano. Mas isto cabe na cabeça de alguém? Reconhece-se a merda que é este modelo, mas insiste-se em o aplicar este ano? A não ser que seja mais uma forma de dividir para reinar e acalmar a revolta dos professores, na base de promessas que depois não se cumprem (como é norma neste governo).
    Depois, diz o alucinado que tiranos são os grevistas, e não aqueles que ao longo deste mandato governamental impuseram as suas medidas sem as testar nem ouvir os professores. Como disse a secretária de estado das finanças, há já uns anos, perdeu os profs, mas ganhou a população (o Albino, foi o que ela quis dizer).
    Não, mas não vai ficar tudo na mesma depois do adeus da «magnífica» secretária de estado das finanças. E não vai porque os profs acordaram para a degradação da sua profissão e da escola, que este governo queria acelerar ao querer definir que a função daqueles é cumprir as estatisticas de sucesso determinadas pelo governo e não ensinar, e ao querer transformar a escola num depósito de crianças.
    E valupi, pá, não cites o José Gil porque este não está definitivamente do teu lado, nem do lado dos tecnocratas e impostores que ocupam a cadeira do poder. Vai ler as crónicas que ele publicou na Visão a propósito dos professores e da estratégia e praxis politicas deste governo, e constatarás que o espírito salazarista está do lado dos «magníficos», pá! Mas desejo que essa leitura contribua para saíres da droga. Larga a droga, Valupi!

  16. Z, coerente lá isso é! Nunca larga a droga!

    Da leitura deste texto concluí-se que o Valupi continua a snifar droga! Dizer que o governo tem mantido a sua palavra, só mostra como uma consciência alterada pelo efeito da droga se esquece facilmente das mentiras do governo com que somos constantemente inundados. É o caso das «alterações» introduzidas. O Valupi «esqueceu-se» de dizer que essas «alterações» só são válidas para este ano, sendo que no próximo ano o modelo burocrático voltaria em força. Claro, a secretária de estado das finanças veio agora dizer que está disponivel para adoptar um novo modelo, mas só para o ano. Mas isto cabe na cabeça de alguém? Reconhece-se a merda que é este modelo, mas insiste-se em o aplicar este ano? A não ser que seja mais uma forma de dividir para reinar e acalmar a revolta dos professores, na base de promessas que depois não se cumprem (como é norma neste governo).
    Depois, diz o alucinado que tiranos são os grevistas, e não aqueles que ao longo deste mandato governamental impuseram as suas medidas sem as testar nem ouvir os professores. Como disse a secretária de estado das finanças, há já uns anos, perdeu os profs, mas ganhou a população (o Albino, foi o que ela quis dizer).
    Não, mas não vai ficar tudo na mesma depois do adeus da «magnífica» secretária de estado das finanças. E não vai porque os profs acordaram para a degradação da sua profissão e da escola, que este governo queria acelerar ao querer definir que a função daqueles é cumprir as estatisticas de sucesso determinadas pelo governo e não ensinar, e ao querer transformar a escola num depósito de crianças.
    E valupi, pá, não cites o José Gil porque este não está definitivamente do teu lado, nem do lado dos tecnocratas e impostores que ocupam a cadeira do poder. Vai ler as crónicas que ele publicou na Visão a propósito dos professores e da estratégia e praxis politicas deste governo, e constatarás que o espírito salazarista está do lado dos «magníficos», pá! Mas desejo que essa leitura contribua para saíres da droga. Larga a droga, Valupi!

  17. eu sou amigo do Valupi, ds, mesmo não concordando com ele menos ainda conhecendo-o ao vivo. Sobre isto eu já disse o que achava algures, e mantenho, mas também disse que não me pronunciava mais. O meu amigo é teimoso mas é corajoso, que hei-de eu fazer, eu gosto dele assim.

    ‘té manhã

  18. ÚLTIMA HORA:
    COMUNICADO DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
    21:00h, 5 de Dezembro de 2008

    1 – Chegou hoje ao fim o processo de negociação das medidas tomadas pelo Governo no dia 20 de Novembro para facilitar a avaliação do desempenho dos professores.
    2 – Os sindicatos, neste processo, não apresentaram qualquer alternativa ou pedido de negociação suplementar, pelo que o ME dá por concluídas as negociações, prosseguindo a aprovação dos respectivos instrumentos legais.
    3 – O ME, mantendo a abertura de sempre, respondeu positivamente à vontade dos sindicatos, expressa publicamente, de realização de uma reunião sem pré-condições, isto é, sem exigência de suspensão da avaliação até aqui colocada pelos sindicatos. Foi por isso agendada uma reunião para o dia 15 de Dezembro, com agenda aberta.
    4 – Os sindicatos foram informados que o ME não suspenderá a avaliação de desempenho que prossegue em todas as escolas nos termos em que tem vindo a ser desenvolvida.

    Mário Nogueira, dadas as suas declarações nos telejornais d ehoje à noite, é um mentiroso compulsivo e não pode ser um parceiro fiável para nada!
    MFerrer

  19. Eu aqui não sou amigo de ninguém, não conheço ninguém. Mas de alguns, jamais o seria e nem lata teria para dizer o formal, muitas vezes não sentido, “prazer em conhecê-lo”.
    As sondagens podem ter estes efeitos. E hoje só se fala da porra da sondagem. E as respostas sobre a ministra chateiam para o caraças. Porra pró povo, sempre a enganar-se., a aguentar a ministra na sondagem. Força agora para a demissão do povo.
    E já agora: eu ouvi a ministra na AR, quando lá esteve a seguir à greve. E o que disse, para quem soube ouvir, foi isto: o modelo é para levar à prática e SE os resultados da sua aplicação o puserem em causa, está disponível para o substituir por melhor. Não colocou o modelo a prazo. Preveniu apenas para a sua eventual substituição, se a prática o vier a aconselhar.
    Provavelmente gostar-se-ia que afirmasse que, fossem quais fossem os resultados, o modelo seria sempre para manter. Azar, que ela de burra nada tem.

  20. Será que o Valupi largou a droga?! Depois de censurar os meus comentários todos, parece que teve um momento de lucidez (ou terá sido de loucura por overdose?) e publicou-os a todos! Era escusado, bastava o primeiro, mas «prontos» é melhor assim para se perceber melhor o seu estado de saúde.

  21. Eu não sei , mas li aqui e acolá , e parece que o que lixa o esquema todo e faz com que seja necessária uma avaliação que os profs não gramam ( pelo menos os que leccionam há mais tempo ) é a inconcebível e injusta ” carreira docente” que delapida fundos e faz com que o bolo se reparta em migalhas para os que começam e fatias grossas para os que lá andam há anos , ainda que todos façam o mesmo , dar aulas.
    Mesmo sério que não é possível reformar a tal de carreira? é que isso era o lógico , posto que isso é o que está mal. A avaliação ( existindo , e feita pela escola ) deveria ter como único objectivo detectar quem não presta e despedir , logo no início ( 2 , 3 anos ) da prestação de serviços. Depois , não faz sentido , pelo menos para os pápás : o prof do meu filho teve suficiente ? o de x teve bom ? não quero este prof !! quero o outro !! . É evidente que os resultados das avaliações devem ser públicos e cá eu só quero para os meus filhos os “excelentes” e vou fazer uma big manifestação se não mos derem.
    Não pode haver excelentes , bons , assim assim e maus a dar aulas . O público alvo não vai gostar se lhe calhar o assim assim , e tem razão.

  22. Excelentes e bons a dar aulas? Sim, claro. Os assim-assim e maus a dar aulas? Não, claro. Quem não serve para a profissão de professor, terá que procurar outra.

    Eu não tenho medo de assumir isto. Ou será preferível esconder a realidade, fugindo à avaliação? Para, enganando os pais, se evitarem as tais megamanifestações?

    Imaginemos que se levava tal tolerância para a classe médica, para a justiça, eu sei lá. Aí já se aceitava isto de poder servir qq profissional?

    Quem é a favor da qualidade do ensino da escola pública tem que ser coerente.

  23. Deu um ” excelente ” exemplo para ilustrar meu ponto de vista. Você quer ir a um médico ou juiz assim assim ? A educação é tão importante quanto a saúde ou justiça. Se todos os médicos e juizes têm de ser bons antes de lidarem com vidas , também os profs. Antes , capisce?

  24. E eu contigo, Sofia.
    __

    Prof, o motor são os professores e o volante são os sindicatos. Toda a gente percebe sem qualquer dificuldade a situação.
    __

    JNascimento, é doido e faz-se.
    __

    Bjorn Pal, será?
    __

    Nik, eles avançam. Têm sucesso nas manifestações, nas greves e junto de toda a oposição, sem excepção. Mas avançam de costas voltadas para a comunidade, mostrando a sua verdadeira face. São a classe profissional rasca.
    __

    Aires, concordo muito. Os militares são outros que têm borrado gravemente a pintura.

    Toma lá outro.
    __

    MFerrer, de facto, a estratégia dos sindicatos é que representa a total e absoluta intransigência. Daí a questão da demissão, que é tão arrogante que se torna demente. É preciso ser-se completamente irresponsável para fazer essa pressão, mas a oposição é a táctica que usa.
    __

    Ibn, sabes fazer negrito. É impressionante.
    __

    ds, os teus comentários ficaram retidos no sistema automático de spam. Não sei explicar a causa, pois nem sequer têm links (o que por vezes acontece com outros comentadores). Talvez seja do IP. Seja lá o que for, porém, não é censura, pois neste blogue não há censura (embora possa haver exclusões – por exemplo, se alguém viesse fazer a promoção do racismo, os comentários em causa eram excluídos, etc.). Quanto à demora em detectar os teus comentários no spam, tens de me perdoar por não passar o dia de cu sentado a olhar para o blogue. Portanto, se te voltar a acontecer (e já aconteceu noutras ocasiões), não entres em pânico nem te exponhas tanto.

    Dito isto, é óbvio que não leste o texto do Memorando. Isso não é grave, grave é tu não fazeres ideia do que se passa à tua volta. Deves pensar que os professores têm cargos vitalícios e que estão acima da lei. Pois tenho uma novidade para ti: se não querem respeitar o Governo e o Estado, está na altura de irem ganhar a vida noutro lado. Abram uma escola privada e mostrem o que valem. Não faltam candidatos para ocupar esses lugares na escola pública, a tal que com eles tem merecido críticas de todos, a começar pelos próprios.
    __

    a. moura pinto, essa citação que foste buscar é luminosa para o entendimento do conflito.
    __

    Z, estar em desacordo pode ser das melhores situações para a inteligência.
    __

    discriminação, a questão que levantas é excelente. Porque, de facto, havendo uma classificação de professores, é lícito querer excluir os mais mal classificados ou procurar que os filhos fiquem com os melhores. Esse efeito da avaliação é altamente melindroso, mas tem esta evidência: é melhor ter de lidar com o problema do que a hipocrisia de permitir a qualquer profissional ser incompetente impunemente.

  25. Errata: onde está ds deve ler-se dv (diarreia verbal).

    discriminação diz que não sabe, mas bota opinião, baseada no “parece”, pois leu umas coisitas “aqui e acolá”. E que opinião: inconcebível para cá, injusto para lá. Ganda palhaço!

  26. Acho muito bem que os “papás” não queiram para os seus filhos professores incompetentes e baldas. Também sou “papá” e o que eu acho há muito é que se devia processar o Ministério por manter nas escolas professores incompetentes, baldas, incapazes e doentes da pinha a educar os filhos dos “papás”.

    Mas a avaliação não é só para detectar os que prejudicam e sabotam a educação dos filhos. É um direito de qualquer empregador consciente, e muito mais do maior empregador português, que gere o dinheiro de todos nós, avaliar o desempenho dos seus empregados, exigir trabalho, rendimento, qualidade e promover uma hierarquia do mérito, coisa que muitos cabotinos não admitem nem pensar.

  27. Sobre o estatuto da carreira docente havia consenso, disse mais atrás um «especialista» em detectar merdas e diarreias… porque, como esse seu comentário revela, só podem ser coisas habituais na sua alimentação de plástico informativa. Não é estranho, assim, que os seus comentários se assemelhem a um vomitado de algo mal digerido e assimilado. É o caso deste último em que exige bons profs para educarem os «filhos dos papás». Talvez fosse melhor que papás como ele começassem por educar eles próprios os seus filhos, até para evitar que eles sejam filhos-de-papás-ou-de-mamãs. Depois os professores fariam o que deviam fazer: ensinar. O que com o modelo de avaliação que o ministério do embuste pretendia impor seria algo pouco relevante, pois o que os profs teriam de fazer era de papás que evitam que as crianças abandonem a escola, estudem em casa, não faltem às aulas, dêem importância à escola, etc, etc. Porque os papás-baldas pensam que essas são as funções de um professor-que-não-se-balda.

    Quanto ao Valupi, só posso dizer que me enganei: continua na droga! Agora deu-lhe para inverter completamente as relações entre o Estado socrático e os profs ao longo destes anos, ao afirmar que os profs é que não querem respeitar o «todo-poderoso», quando o que a secretária de estado das finanças andou a fazer desde o inicio do seu mandato foi um ataque à imagem e à dignidade dos professores – para ganhar os albinos, como ela reconheceu. Uma estratégia maquiavélica que agora se voltou contra ela, pois está politicamente morta e não é respeitada por quase nenhum professor. Restam-lhe as Moreiras das Drens e outros adesivos semelhantes… Eh pá, e estás enganado a respeito dos inúmeros candidatos dispostos a exercer a docência. É que segundo a «magnífica» estes candidatos não são professores, mas apenas «diplomados», ou já te esqueceste dos seus discursos? E mesmo assim os «diplomados» desempregados «só» são 30 e tal mil. Não chegam para substituir os 130000 grevistas e desrespeitadores, pá!

  28. E agora, uma crónica luminosa do José Gil, publicada na Visão de 2 de Outubro de 2008 (ainda que ele se tenha enganado num pormenor «impensável», mas que aconteceu). Estou certo que esta crónica levará o Valupi a um entendimento fácil do conflito entre profs e governo. É desta que ele larga a droga!!

    A DOMESTICAÇÃO DA SOCIEDADE

    O que é que se está a passar? Nada. Vivemos entre dois países opostos. Num, existe uma sociedade dinâmica, em franco progresso, em mudança sempre para melhor em todos os domínios, educativos, laboral, económico, administrativo, tecnológico. No outro, o quotidiano parece cada vez mais duro e insuportável, há insegurança, assaltos,degradação da qualidade de vida, corrupção, ameaças de crise financeira. Criou-se uma clivagem entre os dois, ou há um que é real e o outro imaginário? Colocar assim a questão é construir um quadro artificial relativamente ao nosso vivido. É certo que vivemos um pouco esquizofrenicamente, mas naquele nada que separa os dois mundos algo se passa subterraneamente. Acontece, antes de mais, que o português voltou à inércia e à passividade face ás transformações inelutáveis que abalaram a sua existência como destino. A esse estado de espírito acrescentou-se recentemente um processo de interiorização do novo modo de vida a que a modernização o vai condenando. Um grupo social tornou-se emblemático desta conjuntura: o dos professores. A sua situação não mudou. Justificaria ainda a saída à rua de 100 mil pessoas. Mas, precisamente, uma tal manifestação seria hoje impensável. O Governo e o ME ganharam. Os espíritos estão parcialmente domados. Quebrou-se-lhes a espinha, juntando ao desespero anterior um desespero maior. O ambiente das escolas é agora de ansiedade, com a corrida ao cumprimento das centenas de regulamentações que desabam todos os dias do Ministério para os docentes lerem, interpretarem e aplicarem. Uma burocracia inimaginável, que devora as horas dos professores, em aflição constante para conciliar com uma vida privada cada vez mais residual e mesmo com a preparação das lições, em desnorte com as novas normas (tal professor de filosofia a dar aulas de baby sitting em cursos profissionalizantes), tudo isto sob a ameaça da despromoção e do resultado da avaliação que pode terminar no desemprego. COMO FOI ISTO POSSIVEL? Como foi possível passar da contestação à obediência, da revolta à servidão voluntária como lhe chamava La Boétie? Indiquemos um só mecanismo que o Governo utiliza: a ausência total de resposta a todo o tipo de protesto. Cem mil pessoas na rua? Que se manifestem, têm todo o direito. Quanto a nós, continuaremos a enviar-lhe directivas, portarias, regulamentos a cumprir sob pena de…(existe a lei). Ausentando-se da contenda, tornando-se ausente, o poder torna a realidade ausente e pendura o adversário num limbo irreal. Deixando intactos os meios da contestação mas fazendo desaparecer o seu alvo, desinscreve-os do real. É uma técnica de não-inscrição. Ao separar os meios do alvo, faz-se do protesto uma brincadeira de crianças, uma não–acção, uma acção não performativa. Esta reduz-se a um puro discurso contestário, esvaziado do conteúdo real a que reenviava (é o avesso, no plano da acção, do enunciado performativo de Austin: um acto que é um discurso). Resultado: o professor volta à escola, encontra a mesma realidade, mas sofre um embate muito maior. É essa a força da realidade. É essa a realidade única. E é preciso ser realista. Assim começa a interiorização da obediência (e, um dia, do amor à servidão). NO PROCESSO de domesticação da sociedade, a teimosia do primeiro-ministro e da sua ministra da Educação representam muito mais do que simples traços psicológicos. São técnicas terríveis de dominação, de castração e de esmagamento, e de fabricação de subjectividades obedientes. Conviria chamar a este mecanismo tão eficaz, a desactivação da acção. É a não-inscrição elevada ao estatuto sofisticado de uma técnica politica, à maneira de certos processos psicóticos.

  29. Mas Valupi, para o ambiente não ficar envenenado dentro das escolas, e não te esqueças que o ambiente condiciona e mesmo pode determinar o crescimento ou a morte da planta, a avaliação tem que ser simples, objectiva, e transparente.

    Contou-me uma jornalista que gosto muito que leu um estudo feito há pouco tempo que caracterizava as instituições como psicopatas.

  30. Valupi, afinal os teus argumentos continuam Ad hominem, ou seja, como os seus textos redondos e vazios.

    Bem ao género que está na moda porque quem nada tem a dizer. Tipo Ministro das Finanças a defender o apoio ao BPP.

    Ah vês tem sei fazer itálicos e outros, Segundo dizem tenho umas mãos de anjo!

  31. e nas hierarquias assentam as oligarquias, que normalmente são os gajos dos cd’s que andam lá milénios, pelo menos dantes creio que era assim,

  32. ou seja: assiduidade, acções desenvolvidas, desempenho dos alunos medido de uma maneira objectiva

    já quanto às acções de formação não sei porque isso é input não é output

    e participação em orgãos de gestão não é ser professor, é subsidiário

  33. faltas de castigo?

    http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=362413

    Valupi, eu acho é que anda aí uma revolução underground, esperemos que seja para um mundo melhor

    já agora: não me convencem nada que o dinheiro desapareceu, sublimou, se desapareceu nuns lados foi parar a outros, deixou um rasto de informação, mesmo que se perca o traçado foi para lá

    uma radiografia da distribuição relativa do dinheiro há um ano e agora devia dar um contraste engraçado

    sr. Presidente da Comissão Europeia não quer informar os cidadãos europeus sobre estes assuntos?

    Mirror of Portugal

  34. É verdade, estou para dizer isto há que tempos: o Prunus lusitanica sempre me deixou espantado, é diferente de todos os outros prunus, a amendoeira, p. dulcifera a cerejeira, o pessegeiro, Prunus persica,

    associo o Endovélico aos carvalhos, mas quem sabe

  35. Isto anda tão engraçado que toda gente se esqueceu do adágio popular:

    “Quem sabe trabalha. Quem não sabe, dá aulas!”

    Tem piada não tem?
    MFerrer

  36. diarreia, és useiro e vezeiro em desviar a conversa, agora queres acusar os pais. Sabes que mais? A tua argumentação é do mais reles e demagógico corporativismo que por aí anda.

    O ataque desenfreado dos professores (e outros funcionários públicos) ao ME (e outros ministérios da tutela), coisa que se não vê em NENHUM OUTRO sector laboral português, reflecte o pecado básico das relações laborais na função pública em Portugal: IMPOSSÍVEL DESPEDIR. Isso priva o empregador do seu principal meio de gestão dos recursos humanos (qué a faculdade de empregar ou não empregar), dá origem à falta de empenho profissional e ao sindicalismo mais parasitário do mundo, dirigido a eternizar o vínculo laboral indissolúvel e a exercer toda a espécie de pressões e chantagens sobre os governantes para manter e alargar “regalias”, sob a ameaça do preço eleitoral.

  37. Não há aí alguém, amigo do DS, que faça de tudo para que ele deixa a droga das intervenções que faz?
    Mandar para o manicómio o seu opositor, é o método clássico de quem nunca teve consciência do que seja viver em democracia. Em democracia, quando ninguém é dono da verdade absoluta, tu propões e eu contraponho, e valamos lá ajuizar de quem estará mais certo. Nunca por nunca o ditame: és doido (ou drogado), vai para o manicómio.
    Aprenda com o zé povinho, DS! Da discussão sai a luz. Nunca da ofenda gratuita.

  38. Nik, não posso concordar mais: o Estado é responsável por ter professores incompetentes ao seu serviço. É uma ideia que não custa muito a perceber, desconfio.
    __

    ds, a Ministra que dizes politicamente morta talvez até esteja na base do crescente apoio ao PS neste preciso período da intensificação dos ataques reaccionários dos professores, sindicatos, PC e BE. Sabes, por mais que sonhes acordado, a realidade continua a ser uma coisa que existe fora da tua cabeça.

    Nas tuas contas, não te esqueças de quantos dos manifestantes-grevistas esfriariam a cabeça se postos perante a opção de saírem da escola (o que, aliás, ninguém os impede de fazer). É que muitos não sabem fazer mais nada para além de serem maus professores. E também tens de somar todos aqueles que abandonaram a escola ao longo destas décadas, tristes ou chocados com o que lá encontraram e conheceram por dentro. Finalmente, soma aí também aqueles com vocação e talento que nem sequer tentaram entrar na escola por já saberem o que lá se passava ou por terem tido outros apelos laborais. O resultado? Se calhar, mais de 1 milhão de pessoas.

    Quanto ao José Gil, agradeço teres trazido o texto. É sempre proveitoso ler este filósofo português (dos raros que existem, para mais), mesmo quando não se pode aceitar as suas conclusões. Os seus raciocínios estão correctos, mas nascem em pressupostos errados. A temática da “obediência” e da “domesticação da sociedade” aparece tratada facciosamente no texto, sendo, por isso, devedora de leitura ideológica e já não filosófica. O que o autor está a esquecer, estranhamente, é o direito que os Governos têm a também serem agentes políticos. Dizer que uma proposta governativa tem como preço a obediência, e que essa obediência é moral, ou civicamente, indigna, não passa de uma irresponsabilidade. Por aí, não seria possível implantar políticas sem atingir a unanimidade, imbecilidade que se escusa de explicar. José Gil está a tomar partido, não a reflectir. Que depois aplique a parafernália conceptual que desenvolveu, é apenas natural. Aliás, a leitura deste texto recomenda-se, sendo que o seu ponto mais interessante é o do retrato do estilo socrático no que à eficácia diz respeito.
    __

    Z, qualquer modelo de avaliação que leve a uma classificação, e esta a uma diferença de estatuto, vai gerar protestos repletos de excelentes razões.
    __

    Ibn, não sei quem é que te convenceu de que tu sabias o que era um argumento “ad hominem”, mas essa pessoa fez-te muito mal.
    __

    MFerrer, bem verdade, para tantos.
    __

    POIS É, ah pois é!
    __

    Mario, sábias palavras.

  39. Sim, Valupi, conheço bem a perfídia humana e sei que para muita gente o que querem é despedir, esmagar o compatriota, para se sorrirem entre dentes à custa de frustrações longamente arrastadas e descompensadas nos orgãos de gestão: aquele está lixado e eu não, são espécimes de galinha com dentes, conheço,

    não será o teu caso mas será o de muitos, não tenhas dúvidas,

  40. associo o Endovélico aos carvalhos, mas quem sabe

    E a azinheira aos milagres.

    ‘El roble’, o carvalho ibérico derrotado pela Legião Condor.

    ‘Viva la muerte’ e os robles caem.
    ‘Viva la vida’ e os carvalhos renascem sempre.

  41. Adaptando livremente Oscar Wild, -Contigo a estupidez está em boas mãos-, isto sim é um argumento “Ad hominem

    Larga os barbitúricos.

    O que significa crescente apoio? Terra chama Valupi, Terra chama Valupi, …, Terra …..

  42. A nova forma que o valupi tem de manter os amigos longe do aspirina


    Forbidden

    You don’t have permission to access / on this server.

    Additionally, a 403 Forbidden error was encountered while trying to use an ErrorDocument to handle the request.
    Apache Server at aspirinab.com Port 80

  43. NiK, pá, apenas te disse para – antes de criticares os profs – te olhares ao espelho, tanto no que toca às baldas como no que diz respeito às diarreias.

    Mário, o valupi foi um tipo porreiro contigo, mas está-me a dizer para largares o vinho. Eu digo-te: larga a droga!

    Valupi, o apoio que o PS tem e de que falas explica-se de outra forma: o PSD não consegue ser oposição, pois o actual governo substitui-o na perfeição em termos ideológicos e na prática política (mais, ultrapassa-o pela direita): daí que as sondagens mostrem simultaneamente transferências de voto do PS para a sua esquerda e do PSD para o PS. E, de facto, essa realidade está fora da minha cabeça: da cabeça de quem não suporta impostores e embustes.
    Um milhão de candidatos a professores!! Uaaauuu!! Essas tuas contas chocam com os dados apresentados pela «magnífica», ainda que se assemelhem nos propósitos manipulatórios. È que esse milhão só seria possivel se aí incluíres todos os licenciados em cursos que não dão acesso à docência, mas que antes davam (como é o caso das engenharias). Eh pá, mas como disse a «magnífica», agora para se ser professor é preciso ter um curso via ensino, ser profissionalizado, ter um mestrado (que mais não é do que a licenciatura anterior a Bolonha), e nem estes «diplomados», segundo o cinismo da dita, podem ser considerados professores (talvez seja essa a razão para a magnifica ter eliminado do seu curriculo a docência na primária, né?). Quanto aos abandonos da profissão devido a desilusões com o estado da escola, fazes bem em lembrá-lo, até porque actualmente também se verifica isso, com muitos profs a pedirem reformas antecipadas, desiludidos com aquilo que a secretária de estado das finanças quer fazer da profissão e da escola.
    Quanto ao José Gil ser faccioso eu percebo-te muito bem: as opiniões dele não são muito agradáveis para quem, por efeito da droga, não se reconhece como faccioso. Depois de o citares no teu post, já não o acompanhas nas suas conclusões aplicadas a este governo e à sua praxis politica. O que para o José Gil é uma expressão do salazarismo e da cultura de dominação, para ti é uma expressão da eficácia socrática. Sim, os ditadores e autoritários costumam ser eficazes…
    Larga a droga, Valupi!

  44. Grande coragem a do Unamuno. E logo depois lhe foi dada ordem de prisão pelos cara ao sol.
    Arrepiante o vídeo. Os espanhóis e os brasileiros são muito visuais, nem precisam de palavras.

    E por falar em cogumelos, z, já percebi que tu e a natureza são a simbiose perfeita. Eu sou mais saprófita, preciso de encontrar a tal alga.

    Por acaso sabes que outro nome tem o cogumelo que no Alentejo se chama silarca ou cilarca?
    É um manjar de deuses… mas só para alentejanos, a menos que o identifique por outro nome e o procure por aí.

  45. ds,

    como diria o José Gil, ao Valupi falta inscrever-se, aliás, ele é a personificação da não inscrição.

    Quanto aos resto dos argumentos são os habituais, a falta de melhores adjectivo qualifica o governo como profissional (este argumento já não é novo). O que é novidade é a justificação do profissionalismo, ou seja, a prova do profissionalismo do governo vem do facto deste criar muito conflito! Ou seja, quanto mais conflitos eu criar mais profissional sou, logo os diplomatas são muito maus profissionais, pois, conseguem negociar evitando os conflitos ;-)

    Depois temos a grade mulher, qual padeira, qual Deu-la-deu Martins. Julgo que tirando aqueles que o fazem por obrigação, o Valupi deve ser o único PS a defender a Senhora, tal qual aqueles pais do militar com o passo trocado.

  46. mas de facto é melhor ter cuidado, que da Amanita muscaria percebo eu, é alucinogénea, embora seja muito bonita, é aquela vermelha com pintinhas brancas, e da A. phalloides também percebo, muito venenosa…

    também não sei fazer itálicos, ou seja o Valupi já me explicou mas depois esqueci

  47. Obrigada pela mãozinha na busca.

    Outro nome sem ser silarca, não diz.
    Serão os tortulhos?
    Sei que estão enterradas no solo e é pelos vestígios dos cascos que os javalis deixam para os desenterrar (são grandes gourmets) que se localizam.

    Itálico: no início e final da frase
    Negrito:

  48. Claro, não saiu.
    Vou tentar de outro modo.

    Sinais gráficos
    1)
    3) /

    a. antes da palavra que queres destacar colocas 1)
    b. depois escreves a letra i
    c. fechas com 2)

    d. escreves a palavra ou frase

    e. no final colocas outra vez 1)
    f. a seguir 3)
    g. de novo a letra i
    h. fechas com 2)

    Para o negrito, é omesmo processo mas com a letra é b de bold.

    Good Luck! ;)))

  49. Olha, os sinais gráficos também não saem, isto está complicado.

    Vamos lá de novo.

    1) o parentesis que representa menor
    2) o parentesis que representa maior
    3) barra /

    Será desta?

  50. Ibn deve ser professor não avaliado, se não vejamos como escreve:

    “xorilho de asneiras” (tentativa de escrever chorrilho das ditas)

    “a falta de” (tentativa de escrever à falta de)

    “Oscar Wild” (tentativa de escrever Oscar Wilde)

  51. Agora já posso dar todo o destaque a quem o merece. Vamos a ver se acerto:

    Mário Nogueira, anarco-sindicalista ao serviço do

  52. ah, mas um último cigarro fez-me intervir de novo e pela última vez:

    para o Nik, com maiúscula para não haver equívoco, adepto da pena de morte, e derivados metonímicos:

    disseste lá para baixo que não tinhas patrão, e portanto das três uma, eventualmente consociadas:

    – ou vives dos rendimentos
    – ou és empresário
    – ou mais provavelmente usaste um eufemismo para dizer que o teu patrão é o Estado, desdizendo-o

    e nesta última hipótese deves ser Investigador, para onde desde há muitos anos só se entrava por nepotismo e ligações partidárias, nem tinham de dar aulas, a não ser umas coisinhas de vez em quando, nem tinham de fazer doutoramento bastava uma prova qualquer que dava equivalência, e ganham tanto como os professores universitários só que só prestam contas dentro do lobby, que aliás guardam ciosamente, guardam-se uns aos outros

    enfim isto era a regra geral, claro que havia excepções, mas era o reduto típico dos que de facto não eram de facto avaliados, a não ser pelos cúmplices, travestidos de concursos

  53. Ibn, voltas a referir a passagem relativa aos conflitos que acompanham este Governo. Estás, pois, a pedir ajuda. Tens de começar por ir verificar no texto se existem frases antes e depois da passagem que te está a confundir. É muito importante começares por esta verificação pois pode lá estar a chave do imbróglio. Depois, verifica se o texto se organiza com parágrafos e qual é a sua temática geral. Acredita, não será em vão que farás estas actividades, pois está em causa vires a adquirir competência de leitura.

    Para te ajudar, e atalhando, este Governo é profissional porque provoca conflitos resultantes da sua postura reformista. Caso deixasse os professores em paz, por exemplo, não tocando no que existe há 30 anos, ninguém se viria queixar. Os professores continuariam a ir trabalhar deprimidos e a sonhar com a reforma, mas não se uniriam em defesa de nada porque nenhum dos seus privilégios seria ameaçado.

    Podes agora recordar-te de outras situações de contestação e verificar como elas resultam da mesma lógica: reaccionários contra o Governo.
    __

    Amandio Lopes, larga o vinho.
    __

    ds, tu até podes acreditar que aqueles que apoiam o Governo o fazem sob o efeito de uma substância que foi introduzida na água canalizada, mas isso continuará a ser um delírio só teu. O que é óbvio é que a questão dos professores se tornou fracturante, daí o interesse e importância em cada um se assumir face a ela.

    O José Gil pode mandar na tua consciência, mas não na minha. O que ele diz da sociedade portuguesa aplica-se como uma luva aos professores. Nestes 34 anos de democracia nunca saíram à rua para introduzirem qualidade no sistema educativo. Agora estão barricados na defesa dos seus privilégios, e isso é o salazarismo no seu estádio final. À medida que se vão sucedendo os episódios, fica claro como os professores se consideram detentores dos seus postos de trabalho, invertendo o contrato. Talvez seja melhor saírem da escola e procurarem trabalho noutro sítio, já que não querem negociar nem contribuir para a resolução dos problemas.

  54. Não,

    o governo seria profissional se fizesse a reformas correctas e as fizesse sem conflitos.
    Não está o governo ao serviço dos portugueses, logo, deve governar para estes, daí as medidas serão boas para todos, certo?

    Negociar é todos ganharem, não te parece?

    A não ser que o governo só esteja ao serviço dos accionistas do BPP.

  55. Sim Nikita, escrevi mal xorrilho e então?

    Bem vês nem todos podemos saber escrever como tu, nem todos andamos anos na faculdade a conta dos outros.

    Olha nikita sei de um lugar de corrector ortográfico estás interessado?

  56. Ibn, é óbvio que tens direito à ingenuidade ou à utopia (escolhe tu). Que seria essa coisa das “reformas correctas”? Aquelas que tivessem a tua concordância? Larga o vinho. A política é feita de conflitos e de acordos. Em democracia, o poder consiste na arte de negociar. Infelizmente, em Portugal não há uma cultura da negociação, por razões várias e muito antigas.

    Se é óbvio que a escola está mal há décadas, é igualmente óbvio que o Governo está a agir no interesse nacional. Porém, retirar privilégios ilegítimos é inevitável fonte de enorme conflitualidade, como a que vemos. Só que os professores não conseguem convencer uma parte muito importante do eleitorado, e por esta simples razão: estão de má-fé e querem manter as injustiças.

    O Governo tem dado aos professores e sindicatos todos os instrumentos para negociarem as suas posições. A sua estratégia não tem sido a de cooperarem, apenas a de boicotarem. É por isso que tu não fazes ideia do que queiram os professores, apenas sabes que eles estão contra tudo o que venha do ME. Ainda por cima, os professores são um grupo de adultos que se tem comportado como a famosa geração rasca.

  57. Para começo de conversa prometo largar o vinho (deixa que te diga que este tapada de coelheiros de hoje fez cantar o palato) se tu nos prometeres que largas os barbitúricos.

    Deixa aclarar-te um poucos as ideias: Boas reformas são aquelas que servem e agradam à maioria dos interessados, não a mim particularmente.

    Porque dizes que “ó que os professores não conseguem convencer uma parte muito importante do eleitorado. Consultaste essa parte importante dos eleitorado? Já agora só por uma questão de rigor, o que é uma parte importante do eleitorado? São os eleitores que moram na Alvares Cabral?

    És um tipo curioso, vês argueiros nos olhos dos outros mas não vês trancas nos teus. Ou seja, acusas-me de de eu achar reformas correctas aquelas que tivessem a minha concordância, Mas tu por outro lado dizes exactamente o inverso. Ou seja para ti quem se oponha ao governo está errado!

    Depois és faccioso e acusas uma das parte pelo falhanço nas negociações, assim, é fácil criar conflitos e, portanto, ser profissional.

    Bem sabes que já não há muitos no PS a defender a MLR o Valter e o Pedreira. Só tu não vês que tinha sido melhor recuar tudo de uma vez e sentir a dor toda junta do que ir tendo dores agudas todas as semanas, provavelmente alguém avaliou mal a situação. Assim a coisa foi cozendo em lume brando! Fazes por acaso alguma ideia como correm as reuniões entre o teu amigo Nogueira e a MLR? Não é pena!

  58. Confirmas que não fazes ideia do que queiram os professores, Ibn. Porém, serás capaz de adivinhar que um dos pontos-chave deste conflito está no Estatuto da Carreira. Quando tiveres uma ideia claro do que está em jogo, aparece para a apresentar. Entretanto, tudo o dizes são insinuações patetas. Para quem acompanha a situação pela comunicação social, o falhanço das negociações é da responsabilidade de quem só aceita negociar se destituir a outra parte de toda e qualquer autoridade.

    Pensa: se a Ministra fosse afastada agora, e viesse outra pessoa, de que serviria isso caso o Governo continuasse a querer atingir os mesmos objectivos? Não é, pois, a Ministra que está a inventar uma política ao seu gosto, é o Governo que está a assumir a sua responsabilidade de governar – e lembro-te que as eleições já estão a menos de 1 ano.

    E pensa: de que serviria termos um Governo se a política da educação é feita de acordo com os exclusivos interesses dos professores? Acaso os professores não estão inseridos na comunidade?

    É absurdo andar a pedir a demissão da Ministra ou o abandono do modelo como condição para negociar. Porque isso implicaria acabar com a autoridade do Governo em qualquer área da sua actividade. Sinceramente, é preciso ser-se imbecil, ou lunático, para ir por esse caminho.

  59. Eu pela parte que me toca prefiro ser ser apelidado imbecil e lunático, vindo o epíteto de ti, do que alguém chamar-me vendido!

    Já gora o que sabes tu acerca do que eu sei e de que forma o sei? E tu que fontes tens? O Público já sabemos que não é! Não me digas que trocas correspondência com o Valter?

    Mas não respondeste ás perguntas, porquê? não sabes a resposta ou não queres mentir?

    O que importa se as eleições são daqui a 1 ou dois anos? Isso condiciona a calendário reformista?

    Já agora convinha acusares os professores dos problemas da educação em Portugal, assim o ramalhete fica completo!

    Dá lá um exemplo de insinuação pateta!

    Afastar a MLR era o móbil para mudar a politica, não seria? Não aconteceu o mesmo o o Correia de Campos? Cego é aquele que não quer ver!

  60. Sei só do que tu escreves, Ibn, e o que escreves são disparates. Das reuniões do Nogueira seja lá com quem for, sei do resultado. Em Abril assinou um acordo, em Setembro traiu-o. Quanto às eleições, a ti não importam, mas aos sindicatos importam e de que maneira. Acham que podem fazer chantagem com o Governo por causa delas.

    Sim, se os professores tiverem poder para forçar demissões de ministros e perpetuarem os injustos privilégios que têm, então são os grandes responsáveis pelos problemas da educação em Portugal. Porque isso significará que a educação está nas suas mãos.

    Insinuações patetas são todas as que tu fazes. Nem sequer és capaz de reconhecer que são muitas as vozes cada vez mais indignadas com a recusa dos professores em aceitar o modelo.

    Não se trata de se estar errado por se estar contra o Governo, isso é uma ideia imbecil. Trata-se de se estar errado quando não se reconhece legitimidade ao Governo para governar.

    O exemplo do Correia de Campos deve ser lembrado, de facto, pois foi uma vítima dos reaccionários e dos cobardes. Espero que o Governo tenha aprendido bem essa lição.

  61. Pois é, vês do que falo, para ti toda a gente que está contra o governo é imbecil, pateta, reaccionário.

    Vê lá tu sabes tudo, não sabes bem como o sabes, mas lá que sabes não há duvida! Olha lá tomas alguma coisa para dormir?

    Continuas sem responder ás perguntas é técnica nós sabemos, mas não responder não resolve o problema.

    Julgas que mudas o mundo por repetir Ad nauseum que o governo está certo o outros são imbecis e reaccionários cobardes. Pelos vistos para ti um português que vive em Freixo de Espada a Cinta e que se indigna por lhe fecharem algum que ele tem como bom para ele, só por isso um cobarde. Muito me contas, se bem que não me admira nada esta tua opinião.

    Continuas sem dar um único exemplo de um disparate. Porque será?

    Depois continuas na técnica da subjectividade do muito e do pouco do grande número, refugias-te nesta técnica porque não sabes absolutamente nada do que estás a falar, podias dizer 8 ou 88% mas não, são muito, são poucos, são números significativos. Mais uma vez discurso redondo.

    Claro que os professores são os responsáveis pelos problemas todos da educação em Portugal. Como tu tão bem sabes responsabilidade e culpa não são a mesma coisa.

    Já agora, de quem é a responsabilidade da melhoria das notas no ultimo ano?

    Todos os governos, desde que eleitos, têm toda a legitimidade para governar. Não que dizer que todos tenhamos que assistir calados aquilo com que não concordamos. Não somos carneiros por isso quando temos que protestar protestamos quando temos que nos indignar, indignamos-nos e quando temos que votar votamos. Será que preciso de te lembrar o que disse o Mário Soares acerca da indignação?

  62. Mário Soares? Tu dás atenção ao Mário Soares? E ainda pedes exemplos de disparates? Larga o vinho, Ibn. Os números são os das sondagens, são públicos, são de ontem, do mês passado, de sempre. O Governo e Sócrates estiveram sempre com números muito bons. E ninguém está contra os protestos, sim contra a má-fé, os reaccionários e os cobardes.

    Não sei a que perguntas te referes, mas sei que a política é isto mesmo: tentar obter o melhor. No caso dos professores, procuram o melhor para si. No caso do Governo, procuram o melhor para nós.

  63. Agora é o Mário Soares que é imbecil, reaccionário e cobarde?

    Estou a ver, as sondagens! então qual qu percentagem que está contra a má fé os reaccionários e os cobardes?

    Já estás melhor, afinal reconheces que os professores lutam pelos interesses deles! Muito bem.

    Dizes tu “No caso do Governo, procuram o melhor para nós.” Basta ver o caso BPP e o caso da Liscont para percebermos isso mesmo que o governos procura o melhor para nós. O problema é o subconjunto de nós. Não concordas?

    Não sabes a que perguntas me refiro. Não és tu que tens uma grande capacidade de interpretação, mesmo que os cometário estejam mal escritos tu certamente com essa tua sagacidade consegues decifrar a perguntas.

    Queres novamente as perguntas?

    “Já agora, de quem é a responsabilidade da melhoria das notas no ultimo ano? Terá sido também desses cobardes reaccionário e imbecis dos professores”

    Os habitantes de Freixo de espada à Cinta” que se manifestaram contra o encerramento que segundo eles lhes era lesivo são reaccionários, cobardes e imbecis?

    Responde a estas que logo vêm mais, se não responderes, aplicamos a máxima que cala consente.

  64. Vais vencer-me pelo cansaço, Ibn. Quanto ao Soares, é um imbecil e um reaccionário, confirmo. Cobarde, depende do ponto de vista. Se olharmos para o seu trajecto de lutador, não é cobarde. Se olharmos para a conivência com o atraso português, é cobarde.

    O Governo pode ter agido mal ou bem nos casos BPP e Liscont. Do que sei visto de fora, agiu bem. Talvez aches estranho, mas Portugal tem outras pessoas, e outros interesses, para além daqueles dos professores e dos teus. Assim, governar é atender a todos, procurando servir todos o melhor que seja possível. Caso estivesses no Governo, irias entender, como não estás vais repetindo disparates.

    A responsabilidade pela melhoria das notas é de todos. Não creio é que as notas estejam a ser alvo de protestos e boicotes. Tens de apontar para outro alvo.

    Sobre os habitantes de Freixo de Espada à Cinta, nem sequer sei do que falas. Mas tenho uma informação para ti: eu não estou no Governo, pelo que se tens algo a discutir com ministros, tens de bater a outra porta.

    Finalmente, a sondagem que está contra os reaccionários e os cobardes é aquela que saiu há poucos dias, dizendo que o PS subiu nas intenções de voto e aproximou-se da maioria absoluta. Tendo em conta o conflito, é fácil deduzires as implicações.

  65. portanto:

    Sinais gráficos
    1)
    3) /

    a. antes da palavra que queres destacar colocas 1)
    b. depois escreves a letra i
    c. fechas com 2)

    d. escreves a palavra ou frase

    e. no final colocas outra vez 1)
    f. a seguir 3)
    g. de novo a letra i
    h. fechas com 2)

    Para o negrito, é omesmo processo mas com a letra é b de bold.

    —-

    Vamos lá de novo.

    1) o parentesis que representa menor
    2) o parentesis que representa maior
    3) barra /

    será?

  66. Claro que o governo agiu no caso da Liscont e do BPP, visto de fora claro está. entãi diz-nos lá agiu bem porquê? Não chega dizer que sim é necessário saber porquê.

    É impressionante a tua capacidade dedutiva, embora esteja ao nível da estória do aquário e dos paneleiros, conheces? Ou seja há uma sondagem que dá aumento das intenções de voto ao PS e não ao governo certo? Mas seguindo a tua linha de raciocínio, concluis tu que a maioria está contra o governo por esse facto o governo deve agir em conformidade.

    Claro que não sabes do que falo relativamente a Freixo de espada à Cinta, nem de Chaves, nem Anadia, nem … Que conveniente.

    Claro que a melhoria das notas está em debate, porque tua a chamaste à lida, não tem lembras de teres ditos que a responsabilidade da fraca qualidade da escola pública? Pois então os professores também terão responsabilidade nesse pequeno detalhe. A escola pública vai mal, é um facto, e não é subindo artificialmente as notas que as coisas melhoram, não te parece?

    Mas já que o governo não governa para mim e para os professores especifica lá quem é que o governo favoreceu no caso BPP e no caso Liscont. Terão sido respectivamente as fortunas dos depositante e accionistas do BPP e os Accionistas da Mota Engil? Mais uma vez quem cala consente

    Não estás no governo? Eh pá queres um lugarzito de assessor ou Secretário de Estado? Vê lá, posso falar com o Dias Loureiro para que ele fale com o Jorge Coelho para ele falar com o José Sócrates.

  67. Ibn,

    obrigado, já guardei, mas nem sei para quê que a mim chega-me escrever assim, emvbora também me possa dar para mariquices assim ou assim

  68. estava a testar a “Tag” (center)(/center) mas não funcionou.

    Claro que te chega escrever assim, a tua escrita é como a minha, eloquente, embora ninguém a perceba ;-)

  69. ainda hoje a bahiana gostosa daquelas bandas,

    este ano em Fevereiro vi-a actuar à noite na praia da Barra (vou aproveitando para não esquecer isto), num palco em cima do mar, eu estava com meus pézinho na areia e aplaudi como um doido, ela envelhece bem, chonchuda,

    tinha lá uma data de malucos no mar, nadavam e dançavam misturado

    que saudades daquela terra, Salvador,

    mas eles não esquecem que quem abriu a doideira foi a nossa Carmen Miranda de Marco de Canavezes

  70. Loureiro levou Coelho para Valor

    É cá uma gentinha! Qual ideologia qual carapuça, o apetite é igual.

    Vou ficar a ver de varanda, acho que ainda nos vamos instruir muito com isto.

    O BPN em má hora se afundou, bem o querem segurar mas ele é muito denso.

    To beat about the bush para não incomodar a caça, mas a caça atropela-se na fuga.

  71. És bom aluno, z, não esqueces mais.

    De Marco de Canavezes nem bom vento nem boa música.

    Bom, também não tanto, pobrecita, mas a Carmencita no me gusta. Aquilo da fruta na cabeça e na voz é demasiado tropical para o meu gosto.

    Um Mon Chéri agora ia. Vou à bica matinal, às mercolas e aproveito para trazer uma caixinha.

    ps: o Valupi mata-nos pela okupação do espaço.

  72. (também tenho ali uma caixinha que isto no Inverno tem que ser)

    eu gosto dela, gosto muito, não é bem adesão estética embora às tantas que se lixe e acaba por ser: é pela coragem, pela força de viver, pela inocência selvagem, pela cabra, puta pura, alma lusa

    também eu bazar

  73. z, nunca andei às ordens de ninguém, disse eu. Como qualquer idiota perceberia pelo contexto, estava a referir-me à política, a partidos. O que eu faço na vida, se faço bem ou mal, não és tu que o podes avaliar.

  74. Tu nunca poderias ser avaliador, primeiro porque não tens capacidade nem conhecimentos para isso; segundo porque tentas projectar sobre outrem ressentimentos e queixas da tua vida; terceiro, porque não és objectivo nem verdadeiro, alegas coisas que desconheces; e quarto, porque misturas juízos políticos a à tua “avaliação” (essa da pena de morte ficou-te atravessada).

  75. Excelente análise de Valupi ! Excelente é quase pouco ! Uma lufada de ar puro.
    Parabéns pela lucidez e pela coragem. Ao que nós chegámos – ser preciso dar parabéns pela coragem ! Mas é preciso !…

  76. Oh MASP, o Valupi não gosta do Soares é fixe, acha-o “Quanto ao Soares, é um imbecil e um reaccionário, confirmo

    por isso põe-te a pau.

  77. E portanto explico-te agora porque é que tu também não. É que nós, todos nós, falamos a partir do que somos, sempre – traumas incluídos pois claro – eu e tu. E todos.

    E quem é a favor da pena de morte tem costela de psicopata, na melhor das hipóteses. E tão psico que nem hesitaste em condenar ao chumbo o Ibn pelos três ou quatro erros que deu, lá vieste destinador e executor da sentença.

    Fizeste-te a prova de ti próprio.

    Quanto a traumas há os que os verbalizam e outros não. São os casos mais graves, como toda a gente sabe, incluindo os idiotas como tu. Lá saberás porquê, ou talvez não, porque a perfídia de querer que o Estado mate outros pode relevar do indizível – será da infância, ou da cigarrilha? Quanto ao que sabes ou ao que fazes, não me interessa nada mas constato que nada acrescentaste, sinal da dissimulação em que te moves.

  78. Ibn, venceste-me pelo cansaço. Estou sem palavras.
    __

    masp, grande verdade: chegámos ao ponto de ter de premiar a coragem, quando devia ser dela que tudo o resto nasceria. Embora não atribua mérito de coragem ao que escrevo, não passando do usufruto da liberdade de expressão, compreendo bem a tua exclamação.

  79. Valupi,
    tenho muitas duvidas que essas sejam as verdadeiras causas, muito provavelmente estás como noutras discussões quando tentas descer do discurso redondo para o concreto ficas sem argumentos e és apanhado em contra pé.
    Mas tudo bem, vencer por KO é ainda melhor do que aos pontos!

  80. Ibn, entre homens, na tropa, a gente chamava-se cabrão na boa. Outra coisa: podes bater o Valupi por KO de palavras mas ao Valupi eu darei sempre atenção, é inteligente e corajoso, e terá sempre alguma razão, quando não muita. E não me passa pela cabeça que ele tenha interesses ligados às suas posições, é um livre pensador, um gajo como eu gostaria que houvesse muitos, embora tem sempre aquela maçada que o que é valioso é raro, tem grande valor de informação.

    Como eu gostava que saltassem para os postos de comentadores televisivos gajos e gajas assim: outra geração, outras idéias, outra frontalidade, outra coragem. O problema também é que os gajos porreiros não gostam disso, nem de lugares de poder institucional, uma chatice da democracia que não sei como se ultrapassa.

  81. Valupi: se tudo correr como parece vou mesmo para os trópicos sul breve, mas breve ainda é uns meses, que contente que fico!

    Lá a Lua não é mentirosa.

    Zeus: ajuda Pá!, também podes vir feito de Júpiter que não me importo

  82. Tenho estado a ler esta troca de argumentos e a pensar para comigo se eu e alguns dos comentadores vivemos no mesmo País.Eu vivo num pais com 2 milhões de pessoas a viver no limiar da pobreza,em que as reformas dos idosos mal chegam para pagar os remédios,em que todos os dias aumenta o número de pessoas que ficam sem emprego,que ás dificiencias estruturais que já tinhamos se junta agora uma crise económica a nível mundial como nunca se viveu e ninguem arrisca dizer neste momento qual o tempo que vai durar e qual a profundidade que vai atingir.Temos um governo de que eu discordo em algumas medidas,mas olhando á volta não encontro uma alternativa credível a curto prazo,porque os vários partidos da oposição desde o BE ao CDS já entraram em campanha eleitoral,aproveitando e apadrinhando todos os descontentamentos,mas quando lhes convem saltam fora(alguem acredita que foi por acaso que os 30 deputados do PSD não estavam na AR na altura da votação a pedir a suspensão da avaliação dos professores).Vejo uma classe profissional que tem as suas razões e tem todo o direito de as manifestar,convencida que o resto da sociedade os apoia a 100%,pedir a demissão da Ministra e do Governo.A nossa democracia ainda é jovem mas aqui os governos não caem na rua,podem ficar abalados e fragilizados mas nada mais do que isso.Nunca esperei ver os professores do meu País a proferir insultos e palavras de ordem tão pouco dignificantes da sua classe e do seu papel de educadores.Num comentário anterior pretende-se igualar o facto da demissão de Correia de Campos com a de Maria de Lurdes Rodrigues,nada mais enganador,será que ninguem notou a origem social,a idade,as palavras simples com que exprimiam as suas justas preocupações as populações das zonas mais interiores do País.Estes manifestantes tem alguma coisa a ver com os professores?.Fiquem todos bem entretidos com as vossas discussões que eu vou procurar ler aqueles que vivem no mesmo País que eu.Para os que vem apoiantes do PS em todos os que não concordam com eles desde já digo que não sou do PS,nunca fui,nem nunca votei PS.

  83. Quando tiverem que cumprir 35 horas por semana obrigatórias na escola e tiverem SÓ 25 dias de férias por ano como os outros trabalhadores, talvez aí eu tenha paciência para ouvir alguma queixa que tenham a fazer. Até lá, não passam de uma casta de beneficiados.
    Cresçam !!!

  84. Ibn, larga o vinho.
    __

    Z, espero que esse teu desejo se realize. O Mundo é grande, e o mundo de cada um é muito maior.

    A entrevista com os 3 da vida airada está bem engraçada, obrigado.
    __

    Daniela Costa, concordo contigo, em vários pontos. Realmente, ninguém estava à espera de ver os professores a fazerem figuras tão tristes, mas são o espelho da sociedade, lá está.
    __

    kerensky, nem mais!

  85. Valupi, larga os barbitúricos, já estás com a cabecita lixada!

    —-

    Daniela Costa,

    Estou de acordo com o que diz, no entanto, o que fez sair correia de campos não foram, certamente, os protesto de Anadia!

    Quanto à sua preocupação social, acho muito bem, pena é que não se incomode com os milhões que vão ser gastos no BPP e no BPN de forma escandalosa, esse sim para beneficio de um punhado de rapazes.

    Claro que não votou no PS, mas se tivesse votado não o afirmaria, senão, o seu comentário não teria uma conotação diferente! Mesmo que tenha votado convém dar a ideia de independência.
    Pois, olhe eu pela minha parte já votei meia dúzia de vezes no PS. Mas seguramente terão que passar muitos Verões para tal voltar a acontecer!

  86. Claro que me preocupo com o dinheiro dos contribuintes que eventualmente possa ter de pagar os desmandos dos rapazes como lhe chama.Mas a questão não é tão simples assim como me quer fazer crer.Ainda aprendi o suficiente sobre economia e finanças para perceber o que estava em jogo.Quanto á saida de Correia de Campos se tem alguma explicação de que eu não me tenha apercebido,venha ela.Não votei no PS mas se o tivesse feito não tinha qualquer problema em o afirmar.Quanto a independencia sempre a tive,apesar de ser militante de um partido politico,se estiver de acordo com as posições que ele toma tudo bem,se não estiver aqui como lá defendo as minhas.Se no próximo Verão tiver intenção de mudar o meu sentido de voto pode crer que não é por causa dos problemas dos professores.

  87. Tudo gente séria e de uma absoluta honestidade intelectual.

    “O Tribunal Constitucional (TC) rejeitou, esta terça-feira, um recurso apresentado pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof) sobre os serviços mínimos durante as greves agendadas pelos professores em época de exames. Entretanto, a Fenprof encarou com bons olhos esta decisão.
    Em causa estava uma deliberação do Supremo Tribunal Administrativo que, em Agosto deste ano, determinou que devem ser decretados serviços mínimos para as greves marcadas pelos docentes em época de exames.
    A Fenprof decidiu recorrer para a mais alta instância judicial que acabou por rejeitar os argumentos da Federação, dando assim razão ao Ministério da Educação.”

    Claro, a Fenprof já explicou que vê com bons olhos esta a decisão do TC, “na medida em que vem clarificar uma lacuna na lei, onde não estão previstos serviços mínimos durante os períodos de greve que coincidem com as épocas de exame”
    (aqui http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1056048)

    No meio disto tudo só tenho uma dúvida – a Fátima Felgueiras já fez escola ou a Fenprof perdeu definitivamente o tino?

  88. a. moura pinto, a coisa é mesmo assim, animada.
    __

    Teresa, muito bem denunciado. É a completa falta de vergonha, vale tudo. Os putos e as famílias que se lixem.

  89. Daniela Costa,
    seguramente sabe mais de economia e finanças do que eu, por isso, peço-lhe humildemente que me esclareça o que estava em jogo no caso do BPP que tenha motivado um possível esbanjar (ou se preferir redistribuição) do dinheiro de todos nós.

    O amigo Correia de Campos sai do governo porque o PS assim o quis começava a haver muito mal estar nas bases do partido porque estava a criar (não sei se bem se mal) situções muito difíceis de gerir e de explicar pelos autarcas do PS. Quanto ao resto haverá, certamente, por aqui gente muito mais competente do que eu para falar do assunto.

    Mas não se preocupe ele está bem, voltou ao “seu” INA, onde o numero um passou a numero dois ;-)

  90. A questão do BPP e o aval do Estado,só o aval,até agora do nosso dinheiro nada foi gasto com este banco,prende-se com o facto de o mesmo ter dividas a bancos internacionais sendo um deles o Citty Group,bem como depósitos das caixas de crédito agricola.Se o banco fosse á falencia e não pagasse as suas dividas ao exterior,esse facto acarretava um risco sistémico para o nosso sector financeiro.O que me parece é que vai mesmo á falencia mas de uma forma controlada.Deu por aqui terminada a minha participação sobre este assunto,pois já estamos a discutir questões que nada tem a ver com o tema em debate

  91. Daniela Costa,

    Esta é a riqueza das discussões abertas.

    Não me vou alongar sobre o assunto, mas acho que não deve ficar sem resposta.

    Eu não disse que gastou disse e repito “(…)BPP que tenha motivado um possível esbanjar (…)”.

    Risco Sistémico?? qual é o valor do BPP? qual a taxa de mercado? Essa foi a desculpa para justificar o aval, já que outra não havia. Uma semana antes poderia avalizar-se 45 Milhoes de € depois arranjou-se um expediente. E olhe que sei muito bem do que falo!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.