Qual? O tal

Desaparecer um jornal é mais triste (mas muito melhor) do que desaparecer uma floresta. Mesmo que seja um jornal que não valia o dinheiro do papel em que era impresso. E isto diz quem sabe, que o leio desde o primeiro número (mas nunca o comprei), sem falhar uma semana (era uma chachada, uma cápsula dos anos 80).

O próximo a acabar é o tal. Mas qual?

9 thoughts on “Qual? O tal”

  1. Julguei que tinhas ido ao dentista. Aproveito a ausência do resto dos canibais para te perguntar que jornal em tua opinião merece o que se tem de pagar por ele quando fresco. Não vale comparares com o preço do papel pardo, pois os fabricantes deste não têm rendimento publicitário.

  2. Lias o tal desde o primeiro número, mas nunca o compravas…
    Não falhavas uma semana, mas não prestava… Hum!
    Estranhos costumes que aí há nesse blog.
    Tinham-me dito,não acreditava. Vim comprovar.
    E apanho logo com este exemplo.
    Devo ser um canibal.
    Ou do Freixial.

  3. Anonymous, acertas, venho do dentista. O único jornal que vale o peso do papel é o Público. Porque nele escrevem alguns dos últimos portugueses.

  4. Alguns dos últimos portugueses?! Quer dizer que se o Público rebentar…ficamos livres desta raça desgraçada?
    Posso pedir uma coisinha ao meu ícone do Santo Fiodor?

  5. Ah, o Público, o mais bebé de todos os jornais, porque não o deixaste ir junto à água do banho, Valupi? Terias prestado um enormíssimo serviço ao verdadeiro PUBLICO.

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