Pssst… chega aqui…

Vais pegar em 5 minutos e ler isto. Depois pega em 4 minutos e pensa nisso. Depois pega em 3 minutos e pensa noutra coisa qualquer, pois tens sempre muito em que pensar. Depois pega em 2 minutos e volta cá para escrever o que te der na real gana. Depois pega em 1 minuto e faz contas ao tempo que já passou. Eu ajudo: 15 minutos.

15 minutos que podem mudar os teus próximos 15 ou 150 anos. Talvez mais. Uma pechincha.

9 thoughts on “Pssst… chega aqui…”

  1. Excelente… e importante!… principalmente, porque a saúde mental pública anda mesmo a precisar de eficácia terapêutica… o Aspirina B podia abrir um consultório – aliás, de certo modo, tem desenvolvido bom trabalho nesta área. Obrigado… em nome de um país que se requer… mentalmente mais saudável (um fundamento literário para a ousadia das palavras pode encontrar-se no texto de F.Pessoa “O Caso Mental Português”)!

  2. Há uns dias fiquei a saber, aqui na blogosfera, que andam aí umas pessoas fartas que o acesso à Internet seja livre tal como o conhecemos. Tive também conhecimento que este assunto foi motivo de um aceso debate e uma votação no Parlamento Europeu. Alguns deputados do PSD mostraram, com o seu voto contra, que fazem parte desse grupo de descontentes com a actual liberdade. Gostava de conhecer os argumentos.

    Isto ainda não está resolvido definitivamente, diz-nos respeito a todos e pode mudar-nos a vida nos próximos anos mas, apesar de estarmos em plena campanha para as Europeias, ainda não ouvi nenhum dos candidatos pronunciar-se sobre o assunto. Ainda ontem houve mais um debate (que não vi todo), mas julgo que ainda não foi desta.

  3. pois, que coisa! mas diz lá que não é bom haver o Bloco para dizer estas deixas, ao menos contribui para desencobrir o tema e aqui até formula soluções,

  4. É 01h00 e sei onde a minha mente está neste momento. Excelente artigo para ler, reler, respirar e viver.

  5. As ditaduras fazem-me muitos fornicoques. Todas as ditaduras.

    Recentemente ouvi a responsável pelos serviços de segurança alemães declarar que actualmente, a seguir ao terrorismo, o controlo das actividades dos grupos neofascistas era a principal prioridade dos seus serviços. Sabemos da paixão dos italianos por estas seitas: é a nova Itália, é o fini, é o presidente da câmara de Roma. A coisa extravasa fronteiras temos a França, a Suécia, Hungria… e até maganos alapados com o cu em belos gabinetes no Parlamento Europeu. Tudo gente com cadastro juvenil por violência neo-nazi.

    A comunicação social parece cumprir bem o seu papel nesta história não se cansando de explorar os instintos mais básicos das populações, os medos mais recalcados e promovendo os ódios e rancores mais pequeninos contra as minorias, os desintegrados e outras espécies rafeiras. Veja-se o presente exemplo do bairro social de Setúbal: mesmo que não se passe nada, eles lá estão. Para que será?

    Na nossa blogosfera macaca, os autores não conseguem ficar indiferentes à chamada, não faltando quem esteja disposto a atiçar os cães e a lançar carne para as feras.

    Tudo bem, respiramos profundamente três vezes… e daí? Isto não passa.

    Prontos, tomo aspirinas que eu não sou homem de brigas.

  6. z, o problema da banca em apuros parece uma situação onde o nevoeiro da guerra não deixa perceber os movimentos dos adversários. Precisamos de distância para avaliar a conduta do Governo nesta situação. Uma coisa é certa: a complexidade do assunto não admite demagogias.
    __

    Sinhã, franguinho assado em casa? És cozinheira.
    __

    Ana Paula, muito bem lembrado, “O Caso Mental Português”. Continua tão actual (ou mais!) como há 70 e tal anos. O provincianismo é a nossa desgraça.
    __

    guida, era curioso ver políticos a limitarem o acesso, ou a liberdade, na Internet. Não sei o que aconteceria, mas aposto que eles não teriam grande futuro a seguir. A dimensão do protesto e indignação seria avassaladora.
    __

    j de joão, exactamente.
    __

    tra.quinas, bem observado.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.