Pedradas contra a democracia

Não é possível nesta altura saber quais foram as principais causas da violência que se espalhou por algumas cidades inglesas, será preciso recolher testemunhos dos envolvidos e estudar as suas diferentes dinâmicas psicossociológicas. Uma forte possibilidade, que a variada e surpreendente tipologia dos detidos reforça, é a de ter sido um mero efeito de contágio como o que aconteceu no apagão de 1977 em Nova Iorque, também no auge do Verão. Então, mais de mil e seiscentas lojas foram saqueadas, mais de mil incêndios em edifícios foram registados, quatro mil pessoas foram presas. E, provando que a arte escreve direito por linhas tortas, graças a este selvagem caos nocturno o género musical hip hop saltou para a ribalta devido aos assaltos a lojas de aparelhos electrónicos e instrumentos musicais, cujo material roubado viria depois a servir para espalhar a cultura DJ entre a comunidade negra…

As explicações que associam a violência urbana a condições sociais de pobreza, exclusão e injustiça são inevitáveis. São lógicas. E são preguiçosas. Porque o apelo da violência, a hipnose da destruição, a sede de rapina, o ódio irracional estão inscritos na natureza humana. São comportamentos de todos os tempos, lugares, condições sociais. Alguma esquerda continua a perpetuar a falácia marxista que garantia cientificamente estar para breve a destruição da burguesia, minoritária, às mãos do proletariado, imenso e com a razão da História do seu lado. Estes crentes novecentistas celebram cada montra partida e cada pedrada contra a polícia como sinais divinos da chegada iminente do fim dos tempos. Porém, tal como os primeiros cristãos, ou agora as Testemunhas de Jeová, o atraso na vinda do paracleto obriga a uma constante exaltação semiótica. Daí o fervor com que se entregam à estética psicopata.

A impotência política desta esquerda patética, com a sua retórica furiosa e demente, não é um acaso. É o inevitável resultado de estar em guerra contra a democracia.

33 thoughts on “Pedradas contra a democracia”

  1. Valupi :))))

    … O Probema, Valupi … não foi nem social, nem económico, nem do calor …
    acho que estamos face a 1 problema Cognitivo. De origem cognitiva. …
    Ora, quase que todos bem sabemos que, nestes últimos tempos, o pai Y a mãe de 1 grande parte da População mundial é a tv. … [mais do q 1 tentativa de graçola… é 1 facto] …

    Ora, tanto Rebelde Londrino filho da tv., a fumar umas jolas Y a beber uns charros ( Y vice-versa … que o dia tem 24 horas para desempatar do corpo, que amanhã há mais do mesmo …) …

    Ora, a Mãe-tv lá lhes fala que o UK apoia os rebeldes Líbios http://f-se.blogspot.com/2011/03/f-se-os-civis-libios-fotos-por-goran.html – imagina os putos a olhar para o cenário líbio Y os seus bons rebeldes! Y o Mau Kadhafi que vive na riqueza, deu umas companhias de telemóveis aos filhos Y os Rebeldes Líbios sem acesso aos Telemóveis … ai ai entretanto fumam-se umas jolas y bebem-se uns charros Y vice-versa que amanhã o corpo tem de aguentar mais uma dose de 1 dia a papel-químico …

    Enfim! Os Rebeldes Londrinos parece que associam Ricos/Empresas etcs ao Kadhafi. Estamos face a 1 problema cognitivo …

    Não esquecer que as construções das casas Londrinas são uma desgraça, são tipo floresta portuguesa em pleno mês de Agosto. … Suspeito que grande parte daqueles fogos de dimensões colossais, visavam apenas fazer 1 pequeno estrago. Não é por nada. Mas se os UK’s tivessem realmente consciência da fragilidade das suas habitações, não eram idiotas ao ponto de andarem a comprar casas aos Preços Hilariantes. É outro tópico. Mas fica a nota.

    Bem, se os Rebeldes Londrinos tem problemas cognitivos não resta dúvidas. O Cameron Y os ecos que se ouvem pior ainda. É assustadora a linha de raciocínio de total copy-paste ao Ahmadinejad. É assustador ver emergir quase que em cada UK um clone a um Troll do regime Iraniano.

    Foi bonito Y bom o que vimos? Não!! Mas o Consumo é uma coisa que vista do ponto de vista da eternidade é uma coisa não só Buçal como Grotesca! ai ai o que as pessoazinhas fazem para estrearem no seu espólio mais 1 tarecozinho. Se nos colocarmos bem no ponto de vista da eternidade … estes rebeldes londrinos não deixam se ser um muito fiel cartoon Psico-dramático-de-grande-risota das figurinhas pomposas y de elegante cumprimento do preceito que nós pessoínhas vamos tendo na nossa modalidade humana de consumidores-natos-artificiais. … Os rebeldes londrinos lá trataram de salvar os seus sonhos – os sonhos adestrados pela Stª Mãe-tv …

    Uma coisa Positiva a retirar destes Rebeldes Londrinos – restituíram à memória colectiva dos actuais humanos Globais
    a estupidez “Natural” tão presente na raça Humana. Como dizer: dps da acção do Homem Norueguês – nós humanos – bem que estávamos precisados de ter como espelho – para nos mirarmos – esta estupidez “natural” … Vamos ver se às 4 vítimas destes dias nós não acrescentamos mais. Glorificar 1 Irão Y atitudes Iranianas ao agir como eles é fazer muito pior do que andar à pedrada a montras Y a incendiar casas. ( Tudo tem seguro, não é materialmente dramático, ter isso tb presente. Já q os $$ toldam como o tlim-tim do taxímetro os nossos pensamentos).

    Os Rebeldes Londrinos é que carecem de apoio do Governo UK! Não são cá os rebeldes Líbios. É a minha última frase … Quem são os Rebeldes Líbios???? [Alguém sabe$$$?]

  2. Desde que o Pinto de Sousa foi para Paris estudar «Filosofia» Técnica que este blogue perdeu todo o interesse que tinha: e que era ser uma montra do pensamento «moderno» acéfalo e socretino. Desaparecido o grande líder da «esquerda» moderna, os posts do Valupetas já não provocam o riso a que nos tinha habituado, e limitam-se a ser verborreia sem qualquer conteúdo merecedor de atenção. Ainda assim, de vez em quando (principalmente quando este vazio de conteúdo – e pensamento – é mais notório), os seus posts mostram-nos a mestria do Valupetas em nos dar a conhecer as obsessões que o impelem a escrever. Este último post, então, é um bom exemplo àcerca disso.
    De facto, perante os últimos acontecimentos nas cidades inglesas o que nos tem para dizer o «pouco preguiçoso» analista Valupetas? No seu habitual psicologês (e biologês) da treta reduz o fenómeno em causa à natureza humana (seja lá o que isso for), à violência inata, aos instintos selvagens e destruidores, e a um efeito de contaminação de um «vírus» (ou espírito) maligno qualquer que surgiu nos EUA nos finais dos anos 70 e que reapareceu agora em Inglaterra. Enfim, qual Dawkins à portuguesa, reduz tudo a genes e a memes. Análise profunda, dificil e muito original, não há dúvidas!
    Mas não nos deixemos enganar pelo psicologês do Valupetas, pois a verdadeira razão para ter ele ter escrito este post das «pedradas» está à vista. Os acontecimentos em Inglaterra foram um mero pretexto para trazer à sua (e à nossa) consciência o fantasma que o persegue e que constantemente o atormenta: a esquerda «patética». Fazendo-nos lembrar outros casos patológicos da nossa praça (como Manuel Fernandes, a Helena Matos ou o Espada), percebe-se que o Valupetas tem problemas mal resolvidos com o seu passado, tal é a sua paranóia com marxismo «novecentista» (que está moribundo, segundo os mesmos, e por isso não devia incomodar ninguém a não ser os débeis mentais) e a sua obssessão em o caricaturar comparando-o a uma religião (o que dá a entender que o menino cuja escolaridade foi toda feita em meio escolar católico também tem algum trauma (sexual?) com os padres).
    Enfim, o ex-acólito traumatizado insiste em fazer estas associações do marxismo ao mito religioso do fim do mundo, mas, na sua ignorância, esquece-se que a associação «profunda» que fez entre a violência nas cidades inglesas e a natureza humana (ou alma humana, né?) é uma associação também ela muito religiosa e metafísica que remete para o pecado original, pois como já dizia o santo Agostinho o mal está todo nos homens (ou na sua natureza pecadora). Portanto, a «explicação» e as certezas do valupetas àcerca do fenómeno inglês expressam uma visão da realidade que faz tábua rasa da história e do contexto social, ou seja, daquilo que nos faz realmente seres humanos, reduzindo tudo ao inato ou natural. Uma «explicação» que nada tem de novecentista, é certo, mas ao contrário tem muito de medievalista…
    Continuação de bom tratamento, pá…

  3. Gato vadio, pá, obrigado por partilhares comigo toda essa tua sabedoria e erudição youtubesca, mas já tinha visto esse video na televisão. Como vi outros mais. Portanto já sabes: quando quiseres fazer mais links para outros videos, está à vontade porque eu estou ansioso aprender coisas contigo…

  4. O que é que o ds disse? Ou ele continua a beber ou deixou de tomar os remédios. Aquilo é conversa ou de bêbado ou de drogado. E depois nós é que temos que o aturar. Bem faz o Val que o ignora. A propósito: já acabaram com o Júlio de Matos? E o Miguel Bombarda?

  5. Previsível a visita do ds…sempre que o Val fala na decadência de certa esquerda, o homem vem logo aos gritos. NÃO ESTAMOS DECADENTES, NÃO ESTOU, NÃO ESTAMOS!ABAIXO O VALUPETAS. A LUTA CONTINUA.

    Tirando esse assunto, que o toca especialmente, costuma estar sossegadinho (e penso que ultimamente um pouco deprimido por falta de pretextos para a se babar de raiva contra o Sócrates…resta-lhe a migalhita de referir que o homem foi tirar filosofia técnica.

    É aguentar, ds, estamos no mesmo barco, embora uns tenham sido empurrados e outros tenham entrado de livre vontade, com votinho na AR e tudo.

  6. Não esperava do Valupi um olhar tão superficial de acontecimentos como os de Londres e outras cidades inglesas. “Pedradas contra a democracia”, aquilo? Como classificas a invasão do Iraque montada em mentiras pelos senhores da democracia que a agora dizes ser apedrejada? Como classificas o apadrinhamento pela esquerda “ana gomes” da destruiçâo da Libia, onde, como no Iraque, de deita fora o bebé com a água do banho?
    Que democracia é que está a ser apedrejada, Val?
    A violência, quase inaudita, da justiça contra cidadãos, a mesma “justiça”que protege a escumalha engravatada e institucional, não é apedrejamento violentissimo da democracia?
    O fechar de olhos aos paraísos fiscais não é violento apedrejamento, gratuito e deliberado, contra a democracia?
    Os acontecimentos tristes de Londres são uma mijadela de gato, camparada com a chuva torrencial dos ataques que estão a destruir a Líbia, pelos mesmos que não mexem uma palha pelas maiores barbaridades cometidas na áfrica negra que não têm petróleo para pagar os gastos da guerra.

  7. Pois eu esperava este olhar «profundamente» superficial do Valupetas, e já expliquei porquê. O tipo vive obcecado com a «esquerda patética» (como vivem os seus camaradas modernos como as Helenas Matos, Manueis Fernandes e Espadas). É que só não vê isso quem não quer ver…

  8. A Edie arrumou este saltarico que assina ds, tão visivelmente saudoso de José Sócrates. Agora arma-se em analista freudiano, mas parece que ainda não saiu da fase anal.

    Acho que a democracia não é para aqui chamada, Valupi. São meros delinquentes, que apenas vêem a oportunidade de roubar uns ténis ou um ipod. Com uns cursos intensivos numa madrassa eco-marxista e umas bofetadas à mistura talvez se tornem bons militantes do Bloco lá do sítio.

  9. Mario, comecei por realçar que ainda nos falta informação para sabermos quais são as principais causas dos acontecimentos ingleses. Como tens visto, não faltam as mais díspares explicações dos supostos especialistas. E, entretanto, há imagens que registam apenas assaltos a lojas e destruição irracional, não qualquer reivindicação política ou social. Assim, usei a metáfora das pedradas contra a democracia para apontar o foco naqueles que celebram todos os actos de violência urbana contra as autoridades e a propriedade como emanações da utopia comunista.

    Quanto ao que dizes, estou interessado em aprender mais contigo. Por exemplo, quem é para ti a “escumalha engravatada e institucional”?

  10. Júlio, a resposta que dei ao Mario vale para ti igualmente. Faço só este acrescento: quem provoca violência está a atacar a democracia, mesmo que se fique pelo registo da delinquência comum. Porque a democracia é o regime onde todos os cidadãos têm os mesmo direitos, sendo que os roubos e a destruição da propriedade, pública ou privada, violam esses direitos.

  11. Olha que não, Júlio… Olha que não… O «vai para o caralho» é uma expressão da casa, semelhante ao «larga, o vinho», «tás a ber»?
    E «tás a ber», também, o Valupetas a dar-me razão? Que a verdadeira razão para escrever este post superficial e ridículo foi apenas a de atacar a esquerda «patética»? Não é preciso ser especialista em Freud para topar as obsessões dos Espadas da nossa praça.

  12. De acordo, Valupi, as pedradas só muito indirectamente serão contra a democracia, os que as celebram como feitos da epopeia revolucionária é que enxergam nelas o que elas não são. Vêem um vadio a partir uma montra para roubar um fato de treino Nike (e trocá-lo depois por coca) e alucinam a coisa como um sinal da revolta dos desempregados contra o “neo-liberalismo”, neo-nome do capitalismo para marxistas envergonhados pela queda do comunismo.

  13. o povo, que é também a vaca, é quem mais ordenha – e chupa as mamas da vaca, não para se alimentar, mas por sadismo. são assim as pedradas na democracia. :-)

  14. ds,

    estou em total sintonia com o que diz e mesmo nas dúvidas que tem. O problema do “valupetas”, como afirma, pode ter várias origens, é natural que assim seja.

    O Mário coloca o problema com bastante profundidade. O autor do artigo responde com “angelidades” mais próprias de um desmiolado atacado de “democratite” aguda. Ao Júlio replica da mesma forma. Há dias que o melhor é nem sair de casa.

    Para o valupi de outros tempos, o melhor é reconstruir-se. Lá por não ter um deus à mão não deve inventar demónios. Se alguém lhe fez mal foi o deus que venerou.

  15. Júlio, as pedradas são aqui uma metáfora para descrever a pulsão totalitária da extrema-esquerda que celebra a violência urbana. Nesse sentido, são directas, não indirectas.
    __

    ovitelo, larga o vinho.

  16. Valito,

    Claro que ressalvas a possibilidade de não saberes nada.

    Mas que fizeste tu para saberes o que só sabes e saltares como macaco bem ensinado postulações sobre a moralidade e a violência inata do Homem como Humanidade? Foste por acaso às páginas do Daily Mail ler declarações imputadas a soldados da polícia que dizem ter sido instruídos para não reagir da forma que se esperava deles para conter e evitar mais destruição insana? Lestes declarações de residentes que se queixam que a polícia comparecia com atrasos de 45 minutos a pedidos de ajuda? Leste, ou procuraste ler, informação sobre as circunstâncias do primeiro foco de “descontentamento” e rapinice, em Tottenham onde, segundo testemunhas oculares mais duma centena marmanjos – tipo rent a mob – vieram doutras paragens como se trouxessem a missão de criar merda, sob instrução? Reparaste quanto tempo a BBC manteve a imagem do grande incêncio de Croydon sem nunca ter comentado o atraso inexplicável dos bombeiros para iniciarem o ataque ao fogo? Ouviste por acaso falar da intenção recente do Cameron em reduzir os efectivos da polícia anunciada durante a sindicância às escutas de telefonas que destapou o cu à polícia em muitos aspectos? Tens cuca para pensar? Já alguma vez leste uma história da revolução Francessa, ou de qualquer outra com pormenores intímos que incluiem pontapé nos colhões ou importação de revolucionários da província?

    E tens razão, há uma esquerda patética. Várias, aliás. Mas porque diacho não é aquela em que tu confessadamente militas?

    E sobre a democracia que andas a foder nas tuas noitadas. Há só uma, é? Não me descobres uma versão patética dessa fulana?

    Se não sabes, fica caladinho e não digas nada filosófico e antropológico de kabala ao ombro, ou então escreve um poema sobre a “desumanidade” do Homem. Pelo menos ficamos todos a saber que é da tua autoria, não cópia daquilo que te descarregam na BOX.

  17. Mas como é que em 1977 conseguiram organizar-se e fazer um estrago daqueles sem Internet, nem redes sociais, e muito menos mensagens codificadas do BlackBerry?
    Não me digam que antes do Facebook e do Twitter as pessoas já comunicavam umas com as outras, e até organizavam grandes ajuntamentos, para o bem e para o mal. :)

  18. Pensei que não fosse necessario explicar quem é a “escumalha engravatada”.
    Podes começar pelos ilustres que se reuniram nos Açores para condenaram à morte ou reduzir à mais completa miséria milhões de iraquianos.
    Podes continuar com os ilustres que mandam e desmandam na UE; primeiro, para acirrar o consumismo desenfreado, depois, para fazer pagar a todos, sobretudo os que menos consumiram, a factura da sua publicidade enganosa.
    Acrescenta a estes democratas, nunca apedrejados nas suas luxuosas vivendas e condominios fechados, a multidâo de juristas, magistrados e ditos “profissionais da informação” e terás uma amostra do que quero dizer com “escumalha engravatada”.
    Não acredito, Val, que precisavas de lições sobre esta coisa.

  19. guida, pessoas que percebem destes assuntos como só elas são capazes de perceber de qualquer assunto afiançam que a Internet e os BlackBerry já existiam em 1977, só que estavam nas mãos dos judeus. Podem, pois, ter sido os judeus nova-iorquinos a organizar aquilo só para culparem a pretalhada…
    __

    Mario, a escumalha consistirá, nas tuas palavras, nos ex-chefes de Estado que se reuniram nos Açores antes da invasão do Iraque, nos actuais governantes europeus e nos funcionários da Justiça.

    Muito bem. E que te propões fazer em relação a essa escumalha toda?

  20. Então está explicado, Valupi. E faz todo o sentido, é que com as costas mais largas do que as da Internet só mesmo as dos judeus. :)

  21. Olhem o malandro do Valupito a desenrolar a cassete no desconversador a baterias conforme especificado num tal Manual! Toque-se-lhe na ferida mal sarada directa ou indirectamente e é vê-lo a largar o balde e esfregona da antropologia e da epistemologia pasquinal e a contribuir com o apagão do costume mascarado de cavaqueira tabernal. Meu filho, ninguém, parece-me, falou aqui de judeus ou da Nato, mas com amigos desses, porque o são, muito teus, coisa que já cultivas de criança desde que viste a Sétima Esquadra americana fundeada ao largo de Lisboa, quem é que pode fazer furo no teu pão-de-ló?

    De facto, os Blackberrys já andam nas mãos desses teus protectores desde o século XV.
    Isto, evidentemente, é só para tua informação. Não digas nada aos gajos.

  22. Tenho pensado sobre este assunto e não encontro solução.

    Porque raio de motivo os comunistas e o em tempos chamado comunismo continua a aterrorizar tanta gente ???

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.