11 thoughts on “Parabéns, puto!”

  1. Valupi,

    Um dia (isto vai ser um daqueles desabafos autobiográficos à Zé do Carmo), ainda o Manoel era miúdo, servi de intérprete, horas a fio, entre ele e uma sala a abarrotar de admiradores holandeses, em Nijmegen (Nimega).

    Tinha de ver-se-me na cara que, sendo eu embora competente nas versões, o nome de Eisenstein não de dizia muito, e o de Dreyer mesmo nada.

    Cansei-me eu mais depressa do que eles – e do que ele.

  2. Valupi,
    Aversão? Desinteresse? Apenas ignorância. Eu era jovem, e o próprio mundo não me dizia muito.

    E, se é certo que de Dreyer só apreendi ainda o mínimo, já Eisentein se me tornou mais abordável.

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