5 thoughts on “No país dos loureiros – II”

  1. Como disse alguém, na empresa onde trabalhei, para justificar a selecção de uma determinada secretária pessoal em detrimento de outras candidatas com qualificações profissionais para a função:

    É uma questão de confiança subjectiva!

  2. As qualificações “profissionais” para conselheiro de Estado não existem. Confiança política, sim, no caso de decisão discricionária do PR, como a Constituição lhe garante. O gajo confiou no Loureiro, agora terá de o afastar, mas nunca antes de se terem apurado factos probantes de prevaricação como administrador do BPN, se não seria ceder ao diz-se diz-se.

  3. O gajo queria ser ouvido na AR, entre pares da política, como alternativa a ser ouvido pela PJ ou por juízes de instrução. Ele tem de ser ouvido pela Justiça, não pelos amigos do PSD (e do PS). O esquerdalho está interessado na chicana, não está interessado na Justiça – em que não acredita e nunca acreditará, porque é “de classe”.

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