No país dos loureiros – III

Oliveira e Costa, devo dizer, é um homem brilhante! É um homem brilhante, um homem muito inteligente, um trabalhador incansável. Eu não acredito, se quer que lhe diga, que ele tenha alguma vez lucrado pessoalmente com alguma coisa que lhe tenha corrido mal naquele banco… naquele banco ou naquele Grupo. É a minha convicção pessoal. Ele pode ter feito o que fez, não sei, não faço ideia, ele saberá. Agora, não acredito que ele tenha feito isso para seu interesse pessoal. O que eu vi foi sempre uma dedicação… Vi que ele tinha um sonho.

2 thoughts on “No país dos loureiros – III”

  1. Acho bem que se queira ser rico, muito rico, e se trabalhe legalmente, honestamente para esse fim. O Bill Gates não andou a fazer operações off-shore maradas para ser rico, muito rico. Os presidentes da Sonae, Américo Amprim e Jerónimo Martins trabalharam muito e muito bem para serem o que são. Não tenho nada em princípio contra quem quer ser rico e o consegue ser jogando pelas regras do jogo. O problema do Oliveira e Costa é outro: suspeita de corrupção e crimes. Há criminosos brilhantes, mas não me parece ser o caso de Oliveira e Costa, caso as suspeitas de sete crimes se confirmem.

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