Nikadas

Laranjadas ácidas, corrosivas, venenosas. Se és um daqueles que ainda não sabe que a política de verdade foi uma estratégia inventada em Belém para afastar os socialistas corruptos (que andaram a encher-se com envelopes castanhos, 3 mil euros em cada um, à pala do Freeport) e proteger as pessoas decentes como o Dr. Dias Loureiro, prestigiado ex-conselheiro de Estado por escolha pessoal do Presidente (e consta haver 3 doentes nessas condições de ignorância em Portugal, dois deles por transmissão secundária), entra por tua conta e risco. Pode ser desconfortável, até causar um curto-circuito neuronal.

One thought on “Nikadas”

  1. Desculpas.

    Ficam bem quando ainda somos putos, depois, já não tanto.
    As perdas oportunas de memória e as confusões óbvias que levam a pensar que B.I. quer sempre dizer bilhete de identidade são bom exemplo.

    Mas quando se é puto, trata-se de um exercício de ficção extraordinário, quem o diz é este professor do secundário (infelizmente não do nosso) no livro que acabou de publicar “Teacher Man: a memoir”. Segundo o mesmo, e eu não podia concordar mais, alguns dos melhores exemplos de ficção são escritos por putos xarilas a tentaram safar-se das aulas.

    PS: Bem sei, que o livro é recomendado pelo Reader’s Digest Online, não é vergonha nenhuma acreditem.

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