Não acredito no que leio

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Que se passará com o Excelentíssimo e Reverendíssimo D. Jorge Ortiga para ter tão pouca fé?

13 thoughts on “Não acredito no que leio”

  1. O gajo está coberto de razão…. onde é que uma gaija, algum dia, conseguia guardar o segredo da confissão? Era limpinho, passava logo a outra e não à mesma… E 2000 anos de organização devem ter ensinado muito coisa…

  2. Teresa, as gaijas a seguir iam querer ser bispas. Não tarda muito tínhamos uma papisa, como a Joana. Joana II.

    Depois tínhamos que tratar o senhor padre de senhora madre, já pensaram nisso? E o pároco passava a pároca.

    E as cardinalas de soutien gorge? Balha-me deus.

    Porque é que a Igreja não pára, escuta e olha, como a CP manda? Se fossem espertos, mandavam tudo às Ortigas, perdão, às urtigas, e começavam de novo a partir do zero. Sem preconceitos nem machismos. Todos filhos de Deus. Utopia?

    Até eu, incréu empedernido, era bem capaz de me baptizar outra vez. Na esperança de que a pároca me desse banho e me pusesse pó de talco…

  3. O Chefe Silva veio de Amares para o seminário de Santarém mas perdeu o sentido da vocação sacerdotal quando viu a esplendorosa beleza da lavadeira do seminário, um borrachinho de 14 anos. Desistiu de estudar para ser sacerdote. Imagine-se o caso multiplicado…

  4. aquela mulher do cristianismo celta que o Valupi pôs aqui o link é bonita. A igreja católica é tão feia no geral, bah

  5. Cláudia, tem dias… Mas olha, agora que falas nisso, talvez tenhas razão e o hábito faça a monja. É que uma amiga minha, daquelas que se tivesse um segredo não conseguia dormir e ia à janela gritar à rua, esteve há uns anos numa comissão de fiscalização do SIS… Será?

  6. Calhandreira, linguareira, cusca, tagarela têm masculino? E língua afiada?

    Mas boateiro e fala-barato são masculinos.

  7. de muito macho ser
    tenho a dizer
    que nada vou fazer
    de tanto reflectir
    com pressa tenho que ir
    ver se consigo parir

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