Na veia

Obrigada Teresa Rosmaninho – Ana Matos Pires assinala uma partida e o seu legado: violência doméstica – manual para os media

O flagelo da violência doméstica, transversal a todas as classes sociais e gerações, depende de variados silêncios para persistir. Silêncios das vítimas, mas também dos familiares, amigos, vizinhos ou colegas do casal – nalguns casos, silêncios das autoridades, embora tal tenha vindo a mudar nos últimos anos. A Internet pode ser um precioso auxiliar para uma intervenção decisiva. Começar por obter informação, no sigilo da utilização de um computador ou telemóvel, é o primeiro e mais importante passo a dar por qualquer pessoa que pretenda ajudar ou ajudar-se.

Espiões na Costa do Sol portuguesa durante a II Guerra Mundial – Irene Pimentel dá-nos a provar um pouco das fascinantes histórias de um tempo e um espaço fascinantes. Aperitivos para o fascinante livro que está a preparar.

That which is unsustainable shall not be sustained – João Galamba desenvolve mais uma análise ao cerne do problema onde a Europa está metida: a Zona Euro e sua arquitectura. O episódio do seu diálogo com Rasmus Ruffer, representante do BCE, é uma pitoresca ilustração do berbicacho.

Poder – A arte da inimitável Fátima Rolo Duarte.

2 thoughts on “Na veia”

  1. Só li o trabalho da Irene (…) Pimentel. Gostei, mas não posso avalizar as descobertas. Essa moça é, por acaso, colega da Isabel (…) Moreira?

  2. http://www.publico.pt/Ciências/o-prazer-do-acucar-nao-termina-na-boca-1514213

    “Os adoçantes não enganam

    Um dos resultados mais curiosos deste trabalho, mostra que apesar de os adoçantes serem “aprovados” pela boca, ou seja, o paladar detecta estes “doces”, o sensor na veia porta hepática não os reconhece. “Faz sentido que o organismo tenha alguma forma de detectar a disponibilidade de energia”, explicou o investigador e estes adoçantes não são a energia que o corpo está à procura.”

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