33 thoughts on “Lapidar”

  1. A Grandola será sempre o Hino da Liberdade.

    Mesmo que isso cause arrepios á direita e aos seus defensores.

    E é também o hino dos jornalistas SILENCIADOS por Miguel Relvas.

  2. Ó Val, já chateias, pá!
    O “Grandola Vila Morena” é um, canto heróico, de luta pela Liberdade, de senha de um movimento revolucionário que libertou este país da ditadura. Presentemente, está a ser usado como senha de libertação pela reconquista da democracia e da liberdade que, em cada dia que passa, está a ser DE FACTO, usurpada por este governo, que só o é, porque resultou dum embuste com que a canalhada do partido donde emana enganou milhares e milhares de portugueses que neles votaram, servindo-se dum programa que nunca estiveram dipostos a cumprir, estando a fazer exactamente o oposto.
    Lembra-te só dos dois jornalistas que o teu amigo Relvas já conseguiu afastar só porque se interpuseram no seu caminho, assim como das posições por esse individuo adoptadas quando se tratou de denegrir e insultar o anterior primeiro-ministro (lembras-te do aviso que esse senhor deixou aos filhos do Sócrates para que tivessem vergonha do pai que teêm?) Como classificas tudo isso? É esse senhor um democrata que agora tanto justifica a tua denotada defesa? Achas que ele é um homem que tem tido um comportamento democrático, que justifique essa abnegada defesa?
    Para, portanto com os teus esfarrapados argumentos duma “democracia de lirismo” e cai na real, ou então dedica-te a pentear macacos.
    E, com isto, não digo mais nada, porque penso que nem vale sequer a pena continuar a perder tempo com esta panaceia.

  3. quem despediu a piggy guedes foram os gajos que convidaram o relvas para botar faladura e que por acaso estavam na plateia sentados ao lado dele, fila cebrian a paes do amaral. a tvi é uma empresa privada e como tal é livre despedir e empregar quem quiser, já o relvas não tem poder para isso, mas lá vai despedindo e empregando no público e no privado.

  4. Ó Val deves querer entrar para alguma loja maçónica, por isso é que estás a defender com tanto afinco o “irmão” relvas.
    Deixa-te de merdas, o tempo deste governo acabou e tudo serve para lhe abreviar os dias, seja a grândola, ou outra cantilena qualquer. Quem não respeita os portugueses não merece outro destino, e esse que defendes com tanto empenho devia estar era preso por usurpação de funções e utilização de título académico falso.

  5. eu digo-vos uma coisa: nunca vi tanta dificuldade em distinguir entre o que é estar a favor dos governantes do que é estar a favor da liberdade de expressão. mas deve ser uma questão de glândula vila loira.

  6. Agora sim, já vejo que não vale a pena vir a este blogue!
    Socialistas sociais-democratas – podem estar criminosos a governar depois de uma campanha de mentiras publicitadas, que a democracia é um valor absoluto – gajos que deviam já estar fora do governo, se houvessem instituições de justiça verdadeira, são aqui defendidos “democraticamente”.
    Prometo, não venho mais aqui, nem perdem nada por isso, mas é só a posição que quero que fique clara!

  7. Quer dizer…
    Defendes um gajo que anda à “procura do conhecimento permanente”, tirou o diploma no dia em que fez a matricula, e o bêbado sou eu?

  8. Contra o “Lapidar”.
    Em grupos dispersos, o povo canta a Grândola porque sente os seus direitos gravemente ameaçados. Não é uma esquerda pateta, nem patetas dos partidos da esquerda. É gente de todas as cores que sente roubarem-lhe direitos e esperança. Sente que o poder foi usurpado pelo embuste, tanto dos que agora nos governam como daqueles que lhe entregaram o poder na AR. Perante a enormidade do que se seguiu, o povo regressou à canção que lhe anunciou um futuro de liberdade. É isto que está a acontecer, senhor “Lapidar”! As formas de protesto são as que são e não têm como objectivo restringir as liberdades de ninguém, apesar da forma que possam assumir. O objectivo é o mesmo da Grândola de Zeca Afonso no 25 de Abril. Na altura soou para anunciar a democracia e agora é cantada para alertar que a democracia está em perigo. E vozes de todos os quadrantes concordam que o regime democrático está em risco se esta política, destes políticos, continuar. Quem está a sentir-se esmagado, canta a Grândola. Os instalados e confortados nos seus cantos, já os designam, com desprezo, de grandoleiros.
    Vais mandar-me largar o vinho, Valupi? Perdes o teu tempo. Largo, é um caralho!

  9. És capaz de ter razão, mas se eu hoje estou bêbado, amanhã estou bom, agora tu…
    Como é que vais acordar amanhã sabendo que hoje estás a juntar a tua voz à direita mais reaccionária, fascista e salazarenta que apareceu depois de Abril?

  10. Val, não tens emenda. Quando te faltam os argumentos, começas a chamar bebâdos aos que não estão em concordância contigo. Isso revela o teu carácter e o teu “democratismo”. Não prestas! Não mais te lerei. Para mais não serves do que para pentear macados.

  11. João Lopes junta-se ao coro de imbecis que se está fodendo para a liberdade de expressão dos desempregados, dos sem educação, dos em saúde, dos sem reforma, dos sem subsídios de desemprego. Democracia sem dinheiro é gaita que não assobia.

    João Lopes junta-se à imensa vara dos Costas, dos Assises amigados com os populares, dos Santos Silvas, os banqueiros e os outros, a quem já cheira o poleiro e a quem nunca faltará o dinheiro, o salto, a representação das farmacêuticas.

  12. Este blog de vez em quando parece que é uma no cravo outra na ferradura.

    É porreiro, contenta a todos.

    Até eu cá venho, ai se fosse no meu tempo! Que era o tempo do Zeca Afonso!

  13. Ola,

    Aprecio o titulo do post, por não ser cristalino (o que, sob a pena de um publicitario como o Valupi, não pode ser reputado inocente).

    Seja como fôr, chego tarde para atirar a primeira pedra…

    Boas

  14. A forma com que se tem olhado para este tipo de intervenção no espaço publico é mais sintomática do que parece à vista desarmada.

    Genericamente e olhando para o panamorama jornalistico portuges, incluindo, ah, a blogosfera, é de fazer pensar.

    Predomina uma consciência burguesa verdadeiramente alucinante, que se imagina o centro e a medida de tudo o resto. Tudo o resto que não corresponde à sua concepção de mundo é desvio, ou revolucionário ou fascista. Ironicamente, acabar por servir as posições de uma outra narrativa, chamemos-lhe a neo-realista, na qual nos contam que as coisas têm que ser transparentes, as coisas estão na última das desgraças, que não há outro discurso senão o da verdade, que ate calha bem dado rimar com austeridade.

    É lapidar, precisamente, por ser a manifestação do pensamento do “melhor povo do mundo”.
    O melhor povo do mundo é assim, exemplar na defesa da liberdade e dos valores democráticos. O melhor povo do mundo é assim, muito certinho e ordeiro; o melhor povo do mundo é sereno e não quer aqui confusões. É, como faço questão de notar, um pensamento verdadeiramente dominante: habita todo o espaço político, da esquerda à direita.

    O Rui Bebiano tem um apontamento muito lúcido que gostava de vos transcrever:

    “De repente, uma sombra de medo começou a pairar sobre as cabeças de muitos dos nossos políticos de tribuna e comentadores de cátedra. Um medo não declarado, mas certo e percetível. Medo da atual vaga de protestos «antidemocráticos» e não conduzidos – materializados, veja-se a desfaçatez, na propagação pacífica da bela canção de fraternidade que anunciou o fim da ditadura – poder mostrar ao comum dos cidadãos que o exercício da democracia não se limita a depositar o voto na urna e, de seguida, a hibernar durante quatro anos com a consciência tranquila e a boca fechada. Passando uma procuração com plenos poderes aos governantes e aos deputados eleitos, inimputáveis durante toda uma legislatura ainda que já nem se recordem do rosto dos seus eleitores e, sem ponta de vergonha, tenham rasgado o contrato que com eles assinaram.
    Mas bem mais do que a presença do protesto imprevisível, sonoro, irrefreável, que consideram perverso e inadmissível só porque não concebem a autoridade política fora da redoma «representativa» consignada em Diário da República, preocupa-os a possibilidade de as pessoas comuns, na situação extrema que vivemos, compreenderem que têm mais poder do que aquele que acreditavam possuir, e, ainda pior para eles, de perceberem que existe política para além dos programas vagos, repetitivos, irresponsáveis e descartáveis com os quais tantos eleitores têm sido iludidos. Perturba esta espécie de gente, que da democracia possui uma visão estreita e sitiada, a possibilidade mínima do fim da reverência e da submissão projetarem um mapa político novo e dotado de novos equilíbrios. Numa paisagem que sejam incapazes de compreender, de explicar e, para eles o mais intolerável, de controlar.”

    Gostava de ler um comentário do Val sobre este tema.

  15. capitão anónimo, para mim o texto do Rui Bebiano é falacioso, pois parte de uma constatação verosímil e previsível – o medo dos governantes face a manifestações populares adversas – mas desemboca na impotência mascarada de fervor revolucionário. De facto, o problema cívico e político em Portugal não nasce da carência de protestos, seja lá qual for a sua tipologia. O problema vem antes de duas outras fontes: da esquerda que o Bebiano toma como a única verdadeira ser sectária ao ponto de preferir a direita a governar a ter de chegar a acordo com o PS, e da ausência dos cidadãos do espaço político, seja a vivência do poder local e autárquico, seja a participação em organizações de intervenção cívica, seja a militância partidária.

  16. Parece que estão todos a fazer a vontade do relvas.Ninguém o silênciou,antes aproveitou a oportunidade para se vitimizar e desviar a atenção de assuntos bem mais importantes,que esses sim devem merecer debate sério e posições determinadas que subvertam o miserável estado a que chegamos conduzidos por estes estarolas

  17. o parvo Coelho levou com a grândola dentro do epicentro da democracia e falou. Falaram as duas partes. O Relvas não falou porque é um cobarde.
    No 2 de Março vai grandolar-se a pulmões plenos e aposto que haverá forças policiais a calar-nos. Mas isso será concerteza uma acção de manutenção do estado de direito,, porque concerteza haverá violência nem que seja nas palavras…violência contra governantes legitimamente eleitos. E se um deles estivesse presente, a querer botar discurso? Lá tínhamos de nos calar, por causa das regras democráticas. Porque os relvas são quem mais ordena. Quando um relvas cala, a malta baixa as orelhas. Quando a malta grita, canta e insulta, é uma forma de violência inconsistente com as regras democráticas que merece todas as agressões das forças da autoridade, ou capangas privados, tanto faz. Aliás,nem é preciso, basta estar lá para se merecer ser identificado e detido. Que digo? Até quem não esteve, o foi!!Contra essas violaçoes do estado de direito, o grandesíssimo autor deste blogue disse…népia (na verdade, disse que estava muitissimo bem). Ui, tanta preocupação com a democracia.
    Pr’ó caralho.
    http://www.youtube.com/watch?v=hBuNrlM5N8w
    “O grande capital é fino
    Ou pisa a terra ou faz o pino
    Ou mostra o dente
    Ou é discreto
    Uma pla frente
    Outra plo recto”

  18. Grândola, vila morena
    Terra da mediocridade
    O povo é quem mais se ordenha
    Dentro de ti, ó cidade
    Dentro de ti, ó cidade
    O povo é quem mais se ordenha
    Terra da mediocridade
    Grândola, vila morena
    Em cada esquina, um inimigo
    Em cada rosto, desigualdade
    Grândola, vila morena
    Terra da mediocridade
    Terra da mediocridade
    Grândola, vila morena
    Em cada rosto, desigualdade
    O povo é quem mais se ordenha
    À sombra duma videira
    Que já não sabia a vinagre
    Jurei pôr-te na mira
    Grândola, a tua ira
    Grândola a tua ira
    Jurei pôr-te na mira
    À sombra duma videira

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