3 thoughts on “Lá como cá”

  1. É isso mesmo, Olinda.
    Prefiro estas verdades nuas e cruas, à despudorada hipocrisia de quem se quer fazer passar por muito preocupado com o “comum dos cidadãos” e se lamenta de uma mísera pensão de reforma de 10 mil euros, para além de um vasto património.
    Assim como prefiro a letra da lei da censura, que este simulacro de liberdade de expressão, que nos adormece para a revolta da ditadura do poder económico que a sequestrou. Só um cego não vê que é a força do dinheiro e não do voto esclarecido, que elege e destitui governos. Aqui, como nos EUA. O dinheiro consegue eleger um Bush, um Passos Coelho ou um Alberto João. Não tarda muito elege um boneco empalhado.

  2. Todos vemos os mesmos politicos , se há quem perceba ao que vêem logo de imediato há sempre quem não perceba.
    Em ultima análise somos nós os culpados pela fraqueza da democracia ao fazer más escolhas anos a fio, ao deixar a outros a defesa do que nos interessa e ao sermos pouco criticos e pouco censuradores de comportamentos menos claros.Em suma, pouco civicos.
    O cidadão adormeceu, embalado pelo crédito e pela aparente perenidade dos direitos conquistados. Esquece-se que na luta entre quem não têm e quem quer ter tudo nunca se pode baixar os braços.Os ratos perderam por umas décadas mas multiplicaram-se na sombra e preparam-se para começar a tomar de novo o que acham ser seu de direito.
    E todos nós temos de abrir a pestana, ou eles vão mesmo conseguir o retrocesso almejado de quase 40 anos de democracia.

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