Aviso aos pacientes: este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório. Em caso de agravamento dos sintomas, escreva aos enfermeiros de plantão. Apenas para administração interna; o fabricante não se responsabiliza por usos incorrectos deste fármaco.
logo no sumário detectamos a contradição inerente ao liberalismo capitalista que o autor pretende defender. a saber:
– “Liberalism,”[…] refers broadly to a philosophy of […] rule of law over personalized power
– But liberalism is being challenged […] by those who think that individual liberties can go too far
ora, o poder (politico, financeiro, mediático, etc) personalizado é precisamente um dos casos em que as liberdades individuais consagradas pelo liberalismo podem ir longe demais. e apesar da crescente evidência dos referidos poderes não se sentirem submetidos a nenhuma lei (ver ficheiros epstein, por exemplo, mas também a crise financeira nacional pré-troika), existe uma recusa/incapacidade “de facto” dos defensores do liberalismo em modificar leis para que esse mesmo poder personalizado possa ser controlado e é daí que vem o maior perigo para o próprio liberalismo. depois digam-me se a temática é mencionada no podcast porque agora tenho que ir trabalhar
Eu não referiria “a crise financeira nacional pré-troika”, optava por “Crise financeira internacional de 2008”, que se repercutiu em quase todos os países, especialmente nos países do sul da Europa – Grécia, França, Itália, Portugal, Espanha, RU. Digo eu, que não sou, nem de longe nem de perto, pandita na coisa.
Sim, essa coisa das “liberdades individuais”, do individualismo, do liberal, do liberalismo, hoje repetidos até à exaustão, quer por largos setores da esquerda quer pela direita TODA, deixa-me baralhado. Exemplo: o Zé Pacheco está sempre a dizer que é Liberal. E, de facto, é. Mas não é só ele.
…até 1.1.4
Hm… as empresas capitalistas sao geridas em regimes ditatoriais marcadamente piramidais nao raro com modelos de sucessao hereditaria no apex da piramide hierarquica.
E depois esperam que a Republica, a Democracia e o Estado de Direito sejam magicamente defendidos e promovidos quando permitimos a estas entidades se envolverem na gestao da Polis?
Voces tem todos muita piada…
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Este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório
logo no sumário detectamos a contradição inerente ao liberalismo capitalista que o autor pretende defender. a saber:
– “Liberalism,”[…] refers broadly to a philosophy of […] rule of law over personalized power
– But liberalism is being challenged […] by those who think that individual liberties can go too far
ora, o poder (politico, financeiro, mediático, etc) personalizado é precisamente um dos casos em que as liberdades individuais consagradas pelo liberalismo podem ir longe demais. e apesar da crescente evidência dos referidos poderes não se sentirem submetidos a nenhuma lei (ver ficheiros epstein, por exemplo, mas também a crise financeira nacional pré-troika), existe uma recusa/incapacidade “de facto” dos defensores do liberalismo em modificar leis para que esse mesmo poder personalizado possa ser controlado e é daí que vem o maior perigo para o próprio liberalismo. depois digam-me se a temática é mencionada no podcast porque agora tenho que ir trabalhar
Eu não referiria “a crise financeira nacional pré-troika”, optava por “Crise financeira internacional de 2008”, que se repercutiu em quase todos os países, especialmente nos países do sul da Europa – Grécia, França, Itália, Portugal, Espanha, RU. Digo eu, que não sou, nem de longe nem de perto, pandita na coisa.
São 50 páginas, mas basta ler a secção 1, até 1.4
https://hal.science/hal-03759869v1/file/Les%20causes%20de%20la%20crise%20financiere%20de%202008.pdf
Sim, essa coisa das “liberdades individuais”, do individualismo, do liberal, do liberalismo, hoje repetidos até à exaustão, quer por largos setores da esquerda quer pela direita TODA, deixa-me baralhado. Exemplo: o Zé Pacheco está sempre a dizer que é Liberal. E, de facto, é. Mas não é só ele.
…até 1.1.4
Hm… as empresas capitalistas sao geridas em regimes ditatoriais marcadamente piramidais nao raro com modelos de sucessao hereditaria no apex da piramide hierarquica.
E depois esperam que a Republica, a Democracia e o Estado de Direito sejam magicamente defendidos e promovidos quando permitimos a estas entidades se envolverem na gestao da Polis?
Voces tem todos muita piada…