Impressionar sem República, brilhar sem Independência, seduzir sem Carnaval

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One thought on “Impressionar sem República, brilhar sem Independência, seduzir sem Carnaval”

  1. Vitamãenas;

    ee estranhar seria colocarem mulheres enrugadas como objectos sexuais e as de pele fotoshop como sábias rendeiras;

    elixir da juventude para o micróbio. e para o coração;

    hum. compartilhar a vida pelo facebook. hum. que grande placebo de viver;

    o conceito de lixeira no céu é mesmo adequado ao que é ser humano com tudo o que o humano pura raça tem de monstruoso: a destruição pela ganância;

    umbigosterona;

    o teatro social começa no ensino pré-escolar: a creche é a primeira grande escola de bons actores. não tarda, as crianças vão começar a interiorizar que o conceito de amizade e de perto é sinónimo de facebook;

    já não só somos o que comemos como somos como comemos – uns macacos de imitação;

    o buraco que não contraria que é sempre na escuridão que se faz luz;

    o melhor deve ser sempre dado ao melhor – sempre, não é pontualmente para impressionar. cambada de aldrabões;

    é pô-las a tirar leite às vacas, em vez de lhes darem iphones e shoppings, e o stress acaba-se logo;

    a merda à merda geralmente dá em vida, não em máquina. que merda;

    os complexados vivem enjaulados em um regulamento imaginário de pesos e medidas. depois, claro está, só vivem a mentir;

    enquanto energia sexual for confundida com sexo está tudo fodido – e, pelos vistos, feliz.
    fodidos e felizes andam os ignorantes.

    :-)

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