i aprendeu a lição

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Depois do i ter cedido ao Pacheco, não publicando uma entrevista que tinha em seu legítimo poder, interiorizou a censura. Neste caso, alteraram o original santanete para uma versão sem graça, insossa, da qual fizeram uma parangona à prova de indignações de loiras, morenas ou ruivas. Eis o que Santana afirmou e que não se encontra na entrevista:

De mim nunca disseram que namorava com o Diogo Infante, como ouvi dizer em 2005 e depois até repeti com pessoas amigas, porque era realmente uma história muito interessante. Quem diria, logo com o Diogo, um excelente rapaz. E também falei muito nisso por ter aparecido em período eleitoral, uma coincidência bem engraçada. O que nós nos rimos lá no PSD com o timing da saída do armário, o destino tem cada coisa. Aliás, nunca vi a história desmentida, fosse por um, fosse por outro. Portanto… votem em mim para a Câmara de Lisboa.

16 thoughts on “i aprendeu a lição”

  1. Eu tinha vergonha de votar num candidato que apresenta como argumento para votarem nele as tão propaladas mas nunca provadas tendências sexuais dos adversários. A criatura está convencida que é um machão por quem as mulheres suspiram… convencido lá isso é, além de politicamente caloteiro e irresponsável. A gente desta laia não se deve dar segunda oportunidade. Assim como expulsou Saramago de poder concorrer a um prémio literário europeu, ainda é menino (guerreiro, ha,ha,ha) para mandar arrancar a estátua de Fernando Pessoa do Chiado por este ter vivido na África do Sul. Safa…

  2. Este palhaço não quer que o respeitem minimamente. O excerto é bem elucidativo. O que vale é que tem o Paulo Portas como amigo. Caso contrário, coxeava.

  3. Estou a fazer uma sátira, ligando a lógica da sua afirmação acerca da licenciatura, nesta entrevista, com outro dos famosos boatos lançados contra Sócrates na campanha eleitoral de 2005, o qual foi promovido por Santana ao tempo.

  4. Não vi a casca de banana mas não faltam motivos para não retirar uma virgula ao meu comentário anterior.

  5. E não perguntam a este “melro” quantas cadeiras da sua licenciatura foram feitas por passagem administrativa nos idos anos 70? E como eram votadas, de braço no ar, nas famosas RGA’s da época as classificações de apto? Seria bem interessante saber tais pormenores!

  6. Bem “alembrado” mcmp, seria muito interessante. Apenas por simples curiosidade científica, no mínimo.

  7. Com notas votadas com braço no ar estão todos os partidos cheios. E também os tribunais. Se os argumentos são esses…

  8. Acabou com o bacalhau aos funcionários do Sporting Clube de Portugal. No Natal em que esteve lá cortou o cheque – ainda por cima era barato porque era dum empresa dum sportinguista. Ainda hoje a malta mais humilde (roupeiros por exemplo) fala disso…

  9. Mais alguém reparou na alusão aos violinos de Chopin ? Isto diz tudo sobre a personagem. Na entrevista ele sugere que a história dos violinos foi mais uma invenção dos seus adversários inventada talvez devido ao facto do irmão estudar violino na Gulbenkian (!!!). Dá com isto a entender que não sabe exactamente como começou a história e que esta não seria fundamentada.
    A história dos violinos de Chopin, como ele sabe muito bem e é impossível que tenha esquecido, surgiu numa entrevista dada ao Expresso quando ele era Sec Estado da Cultura. Em resposta a uma pergunta sobre as suas preferências culturais Santana referiu que gostava muito das peças para violino de Chopin. Isto foi depois amplamente difundido e ficou para a história como mais um exemplo de uma gaffe de um político.
    Muito mais grave é mentir e tentar apagar o passado ao mesmo tempo que se transforma em vitima. Este Santana é mesmo o grau zero da politica em Portugal.

  10. Jerónimo, o homem é um incompreendido. A comunicação social não o percebe. O eleitorado não o percebeu quando o brindou com a pior derrota do psd em legislativas (se não me engano), os presidentes da república não tem tido tempo nem para palhaçadas nem para más moedas e, parece que, até o seu próprio partido só o quer na ausência de algo que possa parecer melhor. Mas não me admiraria que os alfacinhas pusessem a razão e o bom senso num sitio que eu cá sei, e o elegessem como presidente da autarquia.

  11. Ai, ai Valupi…
    Tinhas mesmo de chamar a atenção para a “casca de banana”?
    Estava a ser tão engraçado.

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