8 thoughts on “Hórus”

  1. Oh, quantas coisas já se passaram na sociedade egípcia desde os tempos da adoração de Hórus! Mas, tens razão, se alguém envolvido te estiver a ler, fazes bem em puxar pelas memórias de grandeza desse povo. Todos por cá queremos que, quem protesta, o faça em nome dessa história e com sonhos de progresso e democracia. Mas há perigos. Para se transformarem num novo Irão… melhor assim.
    As autoridades iranianas, com muito «cagaço», já se apressaram a comparar a agitação com o movimento que ayatollizou o país, ou seja, que pôs fim à «ditadura», ou seja, a encorajar, como tu, mas no sentido das trevas. Allah os leve depressa. E que Hórus os guie, aos egípcios!

  2. Penélope,

    É a ler-te que se aprende (mas não tanto como merecíamos). Por outro lado, para equilibrar a coisa democràticamente e evitar choros de gente indignada, parece-me que estás com os horus-copos, a menos que, ressalvo eu com receio de me matares, as notícias que nos dás tenham a sua proveniência na agência Lusa do carapau fresquinho dos Restauradores e outras lotas…

  3. V. Kalimatanos, contigo aprende-se muito pouco e ler-te é na diagonal, quando há pachorra. Deu, no entanto, para perceber que queres saber onde ouvi? Pois no jornal da RTP1.
    Então adeus.

  4. Penélope,

    Eu logo vi que a tinha andado a ouvir o canal 1 da Rais Taparta Portuguesa. E foi lá que ouviu um entendido qualquer, possivelmente com sotaque de Coimbra, vir com essa atoarda de que o Irão “compara” os protestos com a ayatolização do Egipto? E, se sim, comprou esse papão e meteu na lancheira, né?

    Se ouvir mais alguma dessas não se esqueça (pois esqueça, quero lá saber!) de se lembrar que o modelo ideal de revolução para jornalistas com carta branca para desinformar e professores de estória é o da amada Revolução Francesa que, para encher algumas ruas de Paris, teve que importar manifestantes da província, daí os varapaus e forquilhas empunhados pela plebe que ficaram nas pinturas da tomada da Bastilha e deixaram o poder nas mãos duns quantos rábulas que produziram uma classse que ainda nos anda a governar, sem terem acabado com a classe que se propuzeram destruir: a aristocracia. De facto criaram mais aristocracias, incluindo a do alto gamanço financeiro.

    Agora no Egipto, a coisa é diferente, mui sui generis, não há aiatolas “educados”, com missões especiais, exilados em Paris, não há lideres, não há partidos a atiçarem as feras, não há comunistas nem anarquistas, nem capitães a pedirem a benção a generais com monóculos. O que há é o povo, na rua, só, a querer acabar com um regime profundamente corrupto e subsidiado pelo dólar fresquinho e de origem.

  5. o Z já não anda por aí…mas lá que o mundo parece que vai mudar bué até 2012 , parece. e que o assange deve ser uns dos tais irmão maiores , tb. pq parece que ele , a informação que divulga , impulsionou a cena.. tem cara de et , até.
    estou contente , ele há quem pense que se deva remendar um trapo velho que já não aquece ( o V..) , ele há outros que acham que se deve tricotar toda uma camisolinha novinha em folha.

    ( oh , pá , e não comentas o velho do restelo , cheio de medo de perder poder-não tem nenhum , ainda que pense- Pacheco , que desdenha de cenas dos jovens , redes sociais e tal? e que as manifestações e movimentos não valem se convocadas aí ? tudo o que aprendi sobre resistência à mudança estava lá , hoje , no Pacheco )

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