16 thoughts on ““Hehehe… Para a próxima dizemos que mais de 30 milhões fizeram greve… Hahaha!…””

  1. fez-me mesmo impressão , sério. a esses é que aplica larguem o vinho , que andam a ver a dobrar , mais que dobrar , talvez.
    ( e eu não sei , mas essas pessoas pararam no tempo , no tempo em que havia grandes indústrias e patati e eram elas que faziam as regras do mundo laboral , mas hoje nem há já grandes empresas de operários e é o estado que rege o mundo do trabalho. deve ser chato constatar que no privado a malta não faz greve contra o patrão . porque as greves são contra o patronato , não é? contra o estado/governo fazem-se manifestações , revoluções , não greves , acho . e metam na cabeça que a maior parte das pessoas se está lixando para os problemas da função pública )

  2. O que vale é que em Portugal as greves são uma festa. Já não há revoluções à moda do século XX! O Cunhal sempre tinha aquelas sobrancelhas pesadas e ocultantes e a voz seca e autoritária que inspiravam algum respeito, temor ou pavor, consoante. Paz à sua alma. Agora estes pândegos…

  3. Ainda um dia vou ouvir da parte do nosso primeiro e do nosso PR argumentarem, que aderiram há greve, pois ontem ninguém os viu a trabalhar.
    Mas em contrapartida alguns que eu conheço que nunca trabalham, ontem foram trabalhar.
    Os 800.000 mil desempregados do país ontem foram todos trabalhar, pois para o governo
    o trabalho deles é serem desempregados, estavam todos no posto de trabalho ninguém faltou.
    Só os malandros dos funcionários públicos, que por acaso antes de serem funcionários públicos, também são cidadãos deste país pois pagam os seus impostos, é que fizeram greve, e outra classe que ontem também fez greve foi a dos administradores, das empresas em que ontem não houve reunião do conselho de administração.
    “Hehehehehehehehehehehehe”

  4. Na zona onde trabalho, pelo que conheço, não vi ninguém faltar ao serviço. Havia transportes (é certo que linhas concessionadas a privados).É mesmo para rir aqueles dois senhores virem para a comunicação social (que lhes dá todo o espaço, porque serve para dizer mal do governo, porque se fosse ao contrário diriam que eles estão na lua e não lhes ligavam patavina) falarem nos números que falaram. Afinal de contas devem ser cerca de dois milhões e meio os funcionários por conta do estado! Os restantes devem ser os motoristas…
    Haja bom senso.

  5. o da cgtp já lhe conhecemos o discurso e os problemas com os números (3 milhões têm muitos zeros e isso é fonte de confusão). mas a pérola vai para o proença que promoveu greve contra a austeridade orçamental quando há alguns dias clamava para que se aprovasse o orçamento sob pena de vir por aí o fmi. coisas fantásticas, né?

  6. Só má língua…
    Esta greve foi boa para a economia, os comerciantes andavam todos contentes, com as lojas cheias em dia de semana (o tempo não estava famoso para passeios, muito menos para manifestações). Ora é fazer as contas. Três milhões de grevistas às compras…mas espera, então e como é que as lojas abriram???

  7. E já agora não se esqueçam da ministra que andou a ver os contadores da electricidade; aquilo é que é força motriz!

  8. Este blog está a tornar-se um pasquim ao nível de um Blasfêmias, Cachimbo de Magritte ou Clube das Républicas Mortas, só para citar estes. Para ler treta desta prefiro lê-los a eles, ao menos não escondem o que são. Nem sequer o nível dos comentários desce tão baixo como aqui. Mas o que se pode esperar de quem simpatiza com este governo? Uma nítida e incompreensível falta de respeito por quem trabalha e paga sempre os desmandos de governantes e afins. Num blog que se afirma de esquerda, e que, concordando com ou não, apresenta textos com argumentos bem fundamentados, entrar por esta via jocosa de quem deveria merecer algum respeito até na discórdia, é estar ao nível de um Paulo Portas. Que a aspirina vos faça bom proveito, mas lamento, vai provocar ainda mais azia.

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