Hebdomadarius

Marcelo, sempre que pode, espalha a ideia de que Sócrates é um reles aldrabão, um pilha-galinhas, um mentiroso que está quase a ser apanhado. Nem sequer uma indignação colectiva como aquela que se levantou contra o desfecho absurdo e infame do processo Freeport o demove. A campanha negra continua, nesta direita decadente e sequiosa de vingança, agora com a esperança de que o juiz de instrução volte a montar o circo.

E quer este homem ser Presidente da República. As inventonas de Belém passariam a ter uma periodicidade semanal.

14 thoughts on “Hebdomadarius”

  1. Sr. Valupi:
    O seu blog começa a ficar cheio de prostitutas. A gente sempre vai percebendo que elas usam muitos nomes mas são sempre as mesmas. Assim não podemos vir aqui ouvir as opiniões dos senhores. Até usam palavras que nem percebemos e uma linguagem que nem o Herman nos piores tempos.
    Haja decência, senão isto não presta para nada. Então à noite é pior que nas avenidas. E se calhar algumas são mulheres a fingir que são homens.

  2. Balupi, cuidado ka ana paula, a gaja ataca no Bulhãoe e a noute tá curre-lhe male e desde que biu o bigode do hitler ficou desbairada.

  3. Balupi, GRANDA BALUPI. SE tapanhasse agora lebabas um baijo nessa voca que nunca mais ias a esquecerme. Granda Resposta, Balupi, nunca mais ma meto cuntigo. Rataraste a Anapaula da rua, a gaja já beio ao teu vlogue.

    Ai loube iu. Balupi quanto medes?

  4. Na verdade, o mundo está cheio de Ana paulas púdicas. As primeiras a encornar quem lhes aparece à frente, a dizer mal do próximo, como o demonstra, de resto, o petulante e arrogante comentário da individua. Quem ela julga que é? Uma prostituta é um ser humano, que sente, que sofre, que se arrepende, que muitas vezes não sabe mais o que fazer. Que tem filhos, que tem encargos.

    Quem és tu Ana Paula para julgares os outros? Se fosses santa não andavas aqui. Quem te dera ser prostituta, se calhar! Mas não podes, não é? Para ti tenho um nome: beata caralhuda. Gostas? Em nome de todas as prostitutas que acabaste de ofender com a imundicie do teu comentário.

    Faça o favor de publicar Sr. Valupi. Gosto de brincar, mas não ofendam seres humanos à minha frente, cuja vida desconhecemos, cujos problemas desconhecemos e que se todas as generosas Anas paulas deste mundo fossem tão generosas assim, talvez não houvesse tanta miséria neste mundo! A começar pela miséria moral, a miséria espiritual!

  5. Prefiro as prostitutas, quase sempre vítimas, às putas que pululam na politica e na magistratura, cozinhando conspirações para denegrir e destruir pessoas ou simplesmente para fazer um assalto ao poder. Desta miserável prostitução a Ana Paula não fala. Pois o Aspirina está vanguarda do ataque a essas putas reles. Tão reles que a lnguagem nos resvala para o calão adquado às circunstancias. É só isso.
    Quanto a mim, sou Mário, não sou Maria.

  6. Pois é Valupi.

    Na verdade, eu gostava de saber porque razão não publicou os comentários que fiz neste concreto tema. Avaliando o que se escreveu aqui, não me parece que eu tenha fugido ao sentimento geral.
    Já agora para essa tal Ana Paula, que anda a sonhar com ladrões, que seja mais explicita nas observações que faz, para que se lhe possa responder à letra.

    Eu assino como «tou-te a ber» e como tive oportunidade de referir num comentário que fiz e que o Valupi não publicou, as prostitutas merecem todo o respeito, já assim não acontecendo com as senhoritas que se acham o máximo da etiqueta e que, vejam só já não podem vir aqui, por causa dos comentários, mas até sabem onde ficam as Avenidas.

    Não publique se não lhe apetecer, mas saiba, que daqui nunca levará outra coisa senão frontalidade e brincadeira, quando esta última se proporcionar, evidentemente.

  7. É a prova de vida do Val esta resposta, vale bem o remexer do lixo em que nos estamos deixando envolver, procurando as pérolas genuínas e raras, que as há.

    “Mas foi para isso que se inventou a blogosfera, Ana Paula, para retirar a prostituição das ruas”.

    Boa , mesmo muito boa.

  8. que a sorte a desta gente, não? Ordenados chorudíssimos, com pensões daquelas douradas, e outras que nem imaginamos, pagas com os impostos para manter a encenação cozinhada paulatinamente: Fevereiro do ano passado, bah! outro bah: Portugal, bah!

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