8 thoughts on “HAHAHA!”

  1. Nik, na primeira qualquer cai. Não creio que o sr. Madaíl vá contratar novamente o ÚNICO treinador que perdeu uma final com a Grécia.

  2. Esperemos que sim. Que atine na liderança da selecção como andava atinado a fazer relatórios ao Fergusson sobre a probabilidade do Ronaldo marcar quando se lhe diz na noite antes de um jogo: “good night champ. Sleep tight”.

    Sinceramente o Professor Queiroz, para minha tristeza, demonstrou a sua falta de intuição e capacidade na leitura de jogo desde que tirou o Paulo Torres ao intervalo no célebre 3-6 e fez entrar o Pacheco. Recordo-vos que no onze titular do Sporting estavam nomes como Figo, Balakov, Capucho, Iordanov ou Cadete. É verdade, um onze já de si ofensivo convenhamos. Mas não bastava, o Professor queria mesmo muito ganhar o jogo e tinha que mexer ao intervalo, então toca de tirar um lateral, que por sinal marcava o único extremo do Benfica em campo e pôr mais um extremo do lado do Sporting para atrapalhar o Figo e o Capucho. Isto em xadrez seria mais ou menos a mesma coisa que subir o peão do rei com o objectivo de atacar a rainha adversária. É certo que o resultado já era mau ao intervalo, mas estender uma auto-estrada ao Paneira daquela forma deu no que deu. A coragem é essencial num treinador mas não convém que seja desmiolada.

    É claro que o Professor Queiroz já teve grandes méritos. Foi sob a sua “asa” que a geração de ouro emergiu. Mas é esse o lugar do Professor, a formação. A sua serenidade foi decisiva para que jovens como Figo, Rui Costa, Paulo Sousa, Couto, etc, aliassem ao seu talento e sangue na guelra, uma mentalidade competitiva e a maturidade necessária na forma de abordar os vários aspectos relacionados com a alta competição. Mas isso é uma coisa, outra é treinar vedetas já com pouca paciência para ver sei lá quantos vídeos sobre a equipa adversária e estudar as características/estatísticas do adversário directo. Isso é importante, mas é trabalho de adjunto para transmitir ao treinador principal para que este, por fim, perceba qual a melhor forma de transmitir a cada um a sua função para o jogo e, essencialmente, motivá-lo. E aí meus caros, tem que vir de dentro. Não há manual. Pode ser necessário “humilhar” o jogador no balneário antes do jogo, picá-lo, ser um fdp p cima dele. Ou injectá-lo de moral, mas com raiva, porque sem raiva não se come a relva (não é: “Parabéns Simão pelos teus golos, mas olha, vê lá pá, vê se guardas uns golos p a selecção”…sinceramente). Tal como uma coisa era o Professor Queiroz “apanhar” o Ronaldo, o Nani ou o Quaresma quando eles andavam de metro e outra é “apanhá-los” agora com o rei na barriga e o Bentley na garagem. Na minha opinião, e no mundo do futebol actual, o Queiroz não tem perfil para treinador principal de topo. Não tem. Não transpira, nem inspira. Não tem estrela, nem estrelinha. Não lidera, nem estrafega. Não…não vai lá. Como não foi com um plantel “galáctico” em Madrid.

    Que o Queiroz queira quebrar com o seu enguiço como treinador principal de uma equipa sénior neste seu retorno à selecção, tudo bem. Que queira que o deixemos trabalhar como se tivesse a formar jogadores e tivéssemos mais oportunidades para nos levar ao Mundial de 2012, tudo mal.

  3. Pinóquio, muito obrigado pelo teu comentário. Estive lá, nessa tarde do 3-6. Choveu o tempo todo, a puta da bola estava mais pesada; e o então cabrão do João Pinto deu-lhe com gana, o então cabrãozão. Choveu durante o caminho para casa, que fiz a pé, e onde cheguei 6 vezes encharcado. Mas, e então? Os bravos levantam a cabeça nas derrotas. Não gozámos que nem uns porcos com o 7-1? Pois foi. Se foi.

    Sim, aquela substituição parece ter condenado o homem. Há naquele destino malapata, mau-olhado, bruxedo, como se os deuses fossem do Sporting e nunca mais o tivessem perdoado. Por isso tem falhado tudo, até a sucessão no Manchester. Contudo, é precisamente por essa carreira inacreditavelmente transformada em falhanço e anedota, de que faz parte este começo da Selecção com resultados negativos e ridículos, que acredito na mudança de sorte. E veremos isso já no próximo jogo a contar, é a minha fezada.

  4. Ele já confirmou essa falta de intuição e de leitura de jogo neste apuramento: meteu o moutinho nos instantes finais contra a Dinamarca para a frente da defesa quando eles estavam a despejar bolas para a nossa área em vez de um jogador alto. Deu no que deu. O Scolari nunca teria feito isso.

    Não dou nada pelo queiroz mas espero enganar-me.

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