E o Zé Manel ainda não tuitou sobre isso?

Repito o que já disse antes: se a maioria dos portugueses soubesse efectivamente como são feitas as “notícias”, não comprava um jornal, não via um noticiário, a não ser como entretenimento, ou como obra de ficção.

Pacheco

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Haja alguém amigo do Pacheco que seja amigo do Pacheco e lhe diga, como amigo, Ó Pacheco, se sabes efectivamente como são feitas as notícias, dá notícia, Pacheco. Anda Pacheco, força Pacheco, toca lá essa guitarra.

25 thoughts on “E o Zé Manel ainda não tuitou sobre isso?”

  1. bem me parecia que ele andava a ver se escrevia um romance, a tornar-se ficcionista, mas com uma coisa leve, mais para o entretimento, estilo “pivot” de televisão…

  2. Ó Valupi, ele está farto de escrever sobre isso, todos os dias toca essa guitarrada, não precisa que o incentives; dá-lhe pelo menos esse crédito.

  3. Nem mais, luis eme. O homem vive da comunicação social e para a comunicação social, e vem dizer que a imprensa não passa de uma farsa. Isto nem contado…
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    Pedro, então, explica lá: se é tudo uma tanga, todas as notícias contra Sócrates são uma tanga, a TVI é uma tanga e o Público é uma tanga. É isso que o Pacheco nos está a dizer?
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    Z, cuidado com essa tua indignação, pois poderás estar a ser vítima de uma tentação populista. Ou seja, o valor pago por reunião pode muito bem justificar-se, por várias razões.

  4. Não se trata de ser socialista, mas de ser um profissional. Por essa lógica, um socialista (isto é, militante do PS) terá de ver os seus rendimentos profissionais limitados por um qualquer tecto considerado “socialista”?… Não pode ser, pois não? O que te parece errado é a conjugação 1 reunião=5.000 euros. E é essa lógica que, sem saber mais do que a notícia conta, eu antecipo estar a ser causa de percepção moralista. Enfim, se a ideia for a de que todos ganhem o mesmo, isso talvez não seja viável. E se a ideia for a de que será a populaça a estabelecer os ganhos dos administradores e consultores, isso também não parece vir a ter um futuro risonho.

  5. vê lá se por esse caminho não branqueias tudo em nome de uma qualquer proficiência. Para mim é obsceno ver esse gordinho dizer escarninho na tv que ‘está mal para todos’; que dissessse ‘está mal para muitos mas felizmente não para mim’ e eu já admitia e sorria, assim não me merece qualquer confiança. E sou livre de o dizer. E sim os nomes contam, capitalismo vem de cabeça, capita, acumular à cabeça, e historicamente capitalismo e socialismo distinguiam-se como oposição, é incompatível reclamar-se de um e comportar-se do outro, a não ser que para ti esteja tudo bem desde que se seja esperto e a coerência valha nada.

  6. Claro que sim, és livre de o dizer, e até tens o dever cívico de te afirmares e comprometeres politicamente. Do que falo é da relação entre um qualquer valor monetário e a figura da “reunião”. E depois? E se em cada “reunião” se discutirem assuntos que comportam risco de perder, ou oportunidade de ganhar, milhões e milhões de euros?

  7. O Pachecão só se indigna com a comunicação social quando há notícias (que ele julga) impertinentes sobre o campo laranja. De resto, os jornais podem dizer o que lhes der na real gana, que ele nem pestaneja. Sobre o governo, então, vale tudo.

    Julgavas o quê? Que o volumoso marmanjo tinha assistido, disfarçado de mosquinha, a uma reunião do conselho de redacção do Púbico? Que o farsante tinha interceptado um telefonema entre o director de informação da TVI e a Manela Leite? Que o vendedor de lona tinha ouvido uma conversa no restaurante entre o Mário Crespo e o Medina Carreira?

  8. É tão caricato o post do Pachecão que até mostra, entre duas passagens do código deontológico do jornalista por ele marcadas a amarelo, uma não marcada que diz isto: «O jornalista não deve revelar, mesmo em juízo, as suas fontes confidenciais de informação, nem desrespeitar os compromissos assumidos…» Se calhar, é a resposta à trampa de post que ele obrou.

  9. z, não estás a ver bem a coisa: o «gordinho» é um «socialista», mas um «socialista» moderno. Ora, o essencial e substancial nos «socialistas» modernos não é o socialismo, mas sim o modernismo (seja lá o que isso seja). Neles o socialismo é algo de acidental e acessório, sendo que este facto tem a sua expressão óbvia no nome do partido. Contraditório? Não, pois como todos sabemos um nome é apenas um nome (como o Valupi nos lembra ao dizer que um socialista é um militante do PS), já que o importante num partido é aquilo para que ele serve e aquilo por que ele luta. E a verdade é que para além do «gordinho» há inúmeros exemplos de «socialistas» que nos mostram para que serve esse partido e aquilo por que eles lutam. Ou vais-me dizer que a Mota-Engil não está mais moderna desde que o Coelho foi para lá? E o BCP, que antes associavamos à conservadora Opus Dei, não está agora mais «progressista», «republicano» e «laico» desde que contratou o Vara? Claro que está! E isto já para não falar do Pinto de Sousa, o grande revolucionário e a figura máxima desse tal modernismo que rompeu com os princípios medievais dos socialistas do século XIX e mesmo XX. O «socialismo» moderno do século XXI é o «socialismo» pop (e o PS é o grande partido da «esquerda» pop, como disse o Pinto de Sousa), onde mais importante do que vestir uma ideologia é vestir fatos Armani; mais importante do que correr ao lado de manifestantes é correr ao lado de praticantes de jogging; onde mais importante do que ser é parecer. O PS não é socialista; parece devido ao seu nome! O PS é modernista! E ser-se modernista é neste século XXI ser-se pós-modernista! O «socialismo» pop é porreiro, pá!

  10. Há muitos socialismos, alguns (muitos) deles em versões ditatoriais, liberticidas e antidemocráticas. Se os «socialismos» soviético, chinês, cubano, albanês, norte-coreano, cambojano, etc, deram no que deram – países pobres, esfomeados, sem liberdades nem direitos civis – por alguma razão essencial foi, ou não, caro ds?

    Meio século de «socialismo» nos países do Leste europeu, caro ds, transformou esses países em exportadores de mão-de-obra barata e de putas.

    Mas tem alguma dúvida que o povo prefere comer e ter liberdades do que viver sob a pata de ditadores do socialismo de miséria? O povo é muito «reaccionário», caro ds, não vai nas vossas cantigas. Socialismo desse, só triunfa à porrada!

  11. Um gajo está a falar de princípios e de correntes ideológicas (ou da falta destes), e a resposta que tem é a esperada: a cassete que fala de regimes políticos já mortos. É que socialismos há muitos realmente, como são o de Saint-Simon, Proudhon, Fourier ou mesmo o de Thomas More, para não falar só do marxista. Agora querer-se ver no «Pinto de Sousismo» qualquer espécie de socialismo só teria sentido se não nos esquecermos que esta «ideologia moderna» da aparência e do vazio vive da mentira, da manipulação e da ficção televisiva. È o tal «socialismo» que só triunfa porque se serve da mentira ideológica. E um povo que vai nestas cantigas não é «reaccionário; é apenas um conjunto de idiotas úteis.
    Depois, é porque os «ideólogos» de serviço do «Pinto de Sousismo» (como os Vitais) não se querem comprometer com qualquer ideologia, mas apenas andam a trabalhar para conquistar o poder, que hoje aparentam defender uma coisa e amanhã já estão a defender outra: ainda há pouco tempo eram adeptos de um mercado mais liberalizado (como o código do trabalho aprovado revela) e de um Estado mais pequeno; agora já defendem uma intervenção mais forte do Estado na economia, o fim dos offshores e mais uma série de coisas para usarem numa propaganda capaz de apagar certos factos da memória dos portugueses. Falam também em «mixs» formados pelo mercado e pelo Estado, como se essa «nova» e «moderna» receita não fosse mais do mesmo da falida terceira via – que os mesmos «Pinto de Sousistas» ora atacam, ora aplaudem. Enfim, é apenas e tão só a expressão do tal «modernismo» pós-moderno e do tal «socialismo» capitalista. Coisas que nada têm de surpreendente na novilíngua do Godfather Pinto de Sousa.

  12. Nik, estou contigo. O que fica como escandaloso nos preparados ideológicos do socialismo e comunismo para consumo partidário e eleitoral é a profunda e irresponsável ignorância antropológica, isso de negar as evidências de uma natureza humana ainda incapaz de fazer nascer a utopia angélica prometida.

    A linha do horizonte é bela – de resto, copiada do cristianismo – mas quem não souber onde põe os pés vai cair.
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    ds, gostei muito da forma que estás a dar ao conteúdo. Em especial do primeiro comentário, que está impecável.

    Só te falta mesmo é um bom conteúdo, pois a tua obsessão com Sócrates apenas a ti diz respeito, ninguém com juízo quererá perder tempo com maluquinhos. Mas há motivos para manteres a esperança, pois estás connosco. O que significa que irás ficando cada vez com melhores leituras, melhor informação, melhores raciocínios. Daqui a pouco tempo, profetizo, estarás a produzir um conteúdo que faça jus à boa forma que revelaste ser capaz de alcançar.

  13. A minha «obsessão» com o Pinto de Sousa só a mim me diz respeito? Não sei… É que se a tua obsessão com o Pinto de Sousa e com a lavagem da sua imagem de mentiroso não diz respeito apenas a ti, mas a todos aqueles que não suportam os cínicos e os seus cúmplices, então a minha «obsessão» também te diz respeito, pois está directamente relacionada contigo.
    Quanto aos «bons» conteúdos, estás a falar do quê? Do vinho que costumas beber?! É que para além desse «conteúdo» a que tanto recorres ainda não vi por aqui qualquer outro conteúdo com o mesmo poder anestesiante e imbecilizante. Tu, sendo um Pintinho de Sousista, bem tentas anestesiar o pessoal, mas só aqueles que já estão predispostos para enfrascar (uma vez mais) a propaganda que tu ofereces, é que apreciam esses teus conteúdos criados à imagem do nada e do vazio do Pinto Sousismo.
    Ah… mas quando quiseres discutir o que é o socialismo e o que é o seu conteúdo ideológico avisa, para eu te explicar as diferenças entre ser-se socialista e de esquerda e ser-se do PS e um «profissional» de reuniões empresariais. É que nota-se, e muito, que os conteúdos da tua cabeça são uma grande confusão…

  14. Olha, uma das tuas confusões «socialistas» é dizeres que os rendimentos profissionais não podem ser limitados por um qualquer tecto «socialista», quando já são os próprios não socialistas que começam a defender a ideia de um salário máximo. Ainda recentemente o Obama impôs limites aos salários dos dirigentes das empresas que foram apoiadas financeiramente, para além de congelar os salários dos seus próprios colaboradores. Isto está a passar-se na América que nunca soube o que é o socialismo e até o perseguiu.
    Agora, tu, que «sabes» muito bem o que é o socialismo (ou melhor, o que é o «socialismo»), o que defendes é o mesmo que os velhos neoliberais, que fazem depender as remunerações do que é decidido pelo «mercado» desregulado. Vês a realidade em função dos mesmos pressupostos neoliberais que conduziram à actual crise, e que defendem a atribuição de bons e grandes prémios monetários a quem promete «oportunidades de ganhar milhões e milhões de euros», para usar as tuas «sábias» e reveladoras (sem aspas, claro) palavras.
    Mais: quando dizes que os outros estão a ser moralistas por criticarem tais salários, mostras como para ti o dito mercado não deve funcionar por respeito a quaiquer regras ou princípios éticos. Deve ser selvagem, «natural», como qualquer bom neoliberal diria, mas que hoje já evita dizer. Tu, pelos vistos, é que ainda não actualizaste o teu discurso «inteligente» e «socialista» ao que os «gurus» do pensamento dominante de fachada socialista agora dizem. Ainda não reparaste que os Pinto de Sousistas alteraram o seu discurso. Por razões instrumentais, de imagem e de aparência, como seria de esperar, mas por isso mesmo também tu deves dar uns retoques na maquilhagem e mudar um pouco a máscara. Estou a falar, é claro, dos «excelentes» «conteúdos» e «raciocinios» com que nos presenteias… È que eu quero, sinceramente, aprender contigo. Quero perceber como funciona uma cabeça cheia de conteúdos mentirosos…

  15. alta esgrima pás,

    vejamos então,

    é verdade que os exemplos históricos de socialismo são desgraçados, mas nada obriga a repetir estritamente, aliás nem se consegue, no entanto há que tentar aprender com o passado,

    a questão do socialismo tem várias vertentes a primeira das quais é a questão da igualdade e é verdade que aplicá-la como polo principal levou à obliteração dos outros dois pólos de valores herdados da RF: {liberdade, fraternidade}

    eu acho bem coisas como essa de um salário máximo,

    se se quer diminuir a tensão social tem que se diminuir a amplitude da desigualdade e a sua distribuição senão dá faíscas, e se o mato está seco as elites não se queixem depois de ter sido pouco inteligentes…

    em relação aos outros aspectos: os nomes são para cumprir, é uma inevitabilidade inscrita que não pode ser removida a não ser como cicatriz

  16. É. Há socialistas que só pensam no que os outros ganham. Chama-se inveja a isso e é paralisante. É um princípio que desde há um século tem conduzido em linha recta aos socialismos de penúria e miséria, como a Rússia, gloriosa pátria do «socialismo». ou como Cuba, o país onde só há três pequenos problemas, além do da habitação: o pequeno almoço, o almoço e o jantar. Penúria que nunca afectou as nomenklaturas dos países «socialistas», que recusaram e recusam para si o fardo (e a farda) que impõem à população.

    Mas por que carga de água um especialista de qualquer coisa que não seja empilhar tijolos não há-de cobrar pela tabela do mercado para que trabalha? Olha que grandecíssima porra! Porque haveriam os bons médicos, juristas, economistas, artistas, jogadores de futebol, actores, etc, de receber pela tabela dos metalúrgicos ou da construção civil? Só o trabalho feito na fábrica ou no estaleiro é que é trabalho?

    Um socialista não pode ganhar muito dinheiro! Ora essa, por que raio? Ser-se socialista é abdicar de uma parte do ordenado? Bem, de facto, era essa a tradição dos países «socialistas»: o partido comia 4/5 do que um gajo produzia e depois ainda explicava aos trabalhadores que a exploração era no mundo capitalista.

    Outra coisa que me intriga é a actual mania de falar do neo-liberalismo. Já não há capitalismo, sem mais? O que é que leva os saudosos do tal socialismo do futuro a riscar o termo capitalista ou capitalismo do seu léxico? Agora é só neoliberal, neoliberalismo. Com que é que isso rima? É para parecerem actualizados? Mas, na realidade, estão exactamente no mesmo ponto onde estavam há trinta anos… Não aprenderam sequer com a queda monumental dos regimes marxistas! Ora adeus!

  17. O Socialismo Português está enraizado na ideia de ajudar aqueles que mais precisam, diminuir as desigualdes sociais dando mais a quem mais necessita e alargar o acesso de Oportunidades para todos.
    Sócrates tem cumprido a missão muito acima do esperado, não fosse esta Crise Mundial, não fosse interrompido o ciclo de Crescimento que estava a acontecer no país e a esta hora já alguns partidos teríam desaparecido do espectro político.
    QUAL O GOVERNO QUE MAIS AJUDOU OS MAIS CARENCIADOS?
    Isto por si só é para mim practicamente um indicador da doutrina que defendo e a doutrina em que mais me revejo.
    QUAL O GOVERNO QUE MAIS REFORMAS ESTRURANTES IMPLEMENTOU?

    COM ESTE GOVERNO, QUE AS OPOSIÇÕES TENTAM APOUCAR, NAO COM ARGUMENTOS LÓGICOS, MAS COM INSULTOS E APOUCAMENTO DO QUE SE FAZ (argumentos fracos por si só) PORTUGAL JÁ AVANÇOU MAIS EM 3 ANOS E MEIO SEM CRISE MUNDIAL DO QUE EM MAIS DE 30 ANOS DE DEMOCRACIA!

    PLANO TECNOLÓGICO
    APOSTA NAS ENERGIAS RENOVÁVEIS
    POLÍTICAS SOCIAIS
    REFORMA NA ADMNISTRAÇÃO PÚBLICA
    NA SAÚDE
    NA EDUCAÇÃO
    PLANOS ESTRATÉGICOS ESTRUTURANTES EM OBRAS PÚBLICAS
    DESBUROCRATIZAÇÃO E SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCESSOS E DA MÁQUINA ADMNISTRATIVA
    etc
    etc

    E da Oposição o que reconhecem eles??
    NADA! Para eles tudo está mal, nada presta, tudo é apoucado..e nem mesmo a mais grave Crise Mundial desde 1929 eles conseguem reconhecer.
    A ESSAS PESSOAS, ALÉM DE SEREM CÍNICAS E MESQUINHAS…SÃO SONSAS.

  18. Um volta às suas perguntinhas da treta por forma a fugir à discussão ideológica e à clarificação e assumir do seu campo político; o outro volta a servir-se da cassetezinha neoliberal (ou capitalista, como queiras) que espeta com o chavão da «inveja» quando o que está em causa é a justiça social, e que novamente recorda regimes que já desapareceram para sustentar a sua posição Pinto Sousista «moderna». O que é espantoso nestes gajos é eles não riscarem do seu léxico a palavra socialista. Porquê, se lhes causa tanta repulsa?

  19. Não riscam a palavrinha, não, ds.

    Riscam é a merda de «socialismo» que deu fome, tirania, menoridade política das massas, desigualdade e… milhões de mortos. Sempre com a tal justiça social como pretexto e música. Mas nem os mais burros acreditavam já naquilo.

    Quanto à «cassette», foram esses tais socialistas que a inventaram. Mas nem chegaram ao DVD, fliparam entretanto.

    Onde está, onde é que funciona e com que resultados o seu socialismo, caro ds, o tal socialismo «ideológico»? É só treta, pura treta sem mistura nem preguntinhas?

  20. E a cassete neoliberal/capitalista continua a tocar… Segundo esta cassete dir-se-ia que no mundo e na história do capitalismo não houve, nem há, fome, tirania, desigualdade, milhões de mortos, etc, etc. Vê-se que os gajos «inteligentes» sabem distinguir cassetes de dvds; o que parece é que não conseguem ver mais nada para além da embalagem julgando que a música das cassetes é diferente da dos dvds. Acreditam mesmo que os conteúdos dos dvds, devido à sua alta definição, são fieis à realidade, quando apenas são mais perfeitos a eliminar e esconder o ruído da realidade. Mais perfeitos a enganar, portanto. Daí que os «inteligentes» julguem não estar a ouvir e a cantar cassetes. Pior: ouvem determinadas letras e palavras (como socialismo), mas não sabem o seu significado. Lá está: limitam-se a cantar e a repetir tais letras ao som e ao ritmo de quem tem como interesse principal a venda dvds, e não a divulgação «artistica». Depois… depois é claro que se torna ridículo ver estes «inteligentes» a «cantarem», por exemplo, a «Internacional» para festejar a globalização capitalista e neoliberal. Tão ridículo como ver um metaleiro a dançar ao som das spice girls…

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