DN, um exemplo no combate à crise

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O jornalismo do DN também vive as agruras da crise. É por isso que se mostram muito económicos, muito poupadinhos. Veja-se esta fotografia acima, tirada no dia 8 de Maio aquando da apresentação do programa do PSD. Por sorte, espectacular acaso, o fotógrafo conseguiu apanhar o homem e o slogan num feliz enlace. É o três em um: Passos, PSD e campanha. Faria algum sentido desperdiçar este boneco tão bem composto para, sei lá, usar antes fotografias que retratassem a actualidade e, portanto, fossem obtidas nos locais onde, supostamente, as notícias referem que os acontecimentos respectivos, alegadamente, tiveram lugar? Sentido algum, para mais numa crise destas; terrível, terrível. Assim, o facto de Passos Coelho ter dito não sei o quê não sei onde é indiferente para o DN desde que se continue a usar a mesma foto, ou variantes. É que ter de andar sempre a disparar a máquina fotográfica por dá cá aquela declaração, aquela conferência, aquele encontro, isso é irresponsável, é uma loucura, é pós ricos. Os ricos que tirem fotos, mas não venham chatear a malta do jornalismo de referência com as suas manias e vícios.

No DN reina uma feroz política de controlo de custos e redução da pegada ecológica. Os coelhos agradecem.

6 thoughts on “DN, um exemplo no combate à crise”

  1. As vendas do DN estão a cair todos os meses. A cambalhota do Marcelino so veio agravar a situaçao dificil em q se encontrava. Segundo os ultimos dados divulgados, o DN, com 18 mil jornais vendidos, ocupa o ultimo lugar dos diários. Nem a aproximaçao editorial ao estilo do Correio da Manhã e a colagem indecorosa ao PSD, dá sinais de alguma recuperaçao. Antes pelo contrario. Conheço muita gente que deixou de comprar o jornal pela instabilidade editorial e de orientaçao geral que tem seguido. Longe vão os dias do DN de Mário Mesquita e Mario Bettencourt Resendes!!!!!

  2. gerómino & louceiro de esquerda numa de esfrega, a fazer farúfias na rtp1, para rever no canal playboy. tou curioso com o share.

  3. Aquilo não foi um debate, foi um encontro, com Louçã, o sangue na guelra, mais atiradiço e Jerónimo, já experiente, mais recatado.

  4. Caro Val,
    o país está de rastos e o DN poupa em fotogramas… esquecendo-se de poupar na tinta que é preciso para imprimir um cartaz tão grande para um Coelho tão pequeno.

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