5 thoughts on “Disto já não há. E era tão bom, tão bom.”

  1. ó pazinho, o puto da fótô é o gajo que compara os Estados às multinacionais….algumas mais falidas que outras.Ópa ele, armado em homem, homem de palavras, de ditos zangados, como se a experiência desembocasse no gajo em jeito de «é aqui que me fico, porque aqui reside a sabedoria». Manda-o falar com o alfaiate do sócartes, pá, caquilo num é fato que se apresente.

  2. Pois, Val, o homem deve andar distraído e ainda não deu pela censura que anda por aí, e como o outro está mais perto tem medo de apanhar alguma bordoada…

  3. pois, efectivamente era…felizmente o problema está sanado. Pelo menos ninguém se queixa, nem os rascas, nem os partidos, nem os juízes e seu sindicato, nem a própria comunicação social, que está agora nunca como dantes muito livre e não manipulada. Os jornalistas também precisam de pagar a prestação da casa. e os donos dos jornalistas também precisam de pagar um monte de merdas que não me apetece listar. E nós pagamos por todos. Até pagamos para que a Madeira tenha uma coisa que não existe em mais nenhum sítio do mundo, nem na Suiça, nem na Alemanha, nem na Dinamarca: sistema de saúde totalmente gratuito, 0% de taxas moderadoras…A Madeira é um Jardim…e um Coelho… e um Cavaco…e nós todos que pagamos para sermos chamados de filhos da puta. merecido.

  4. Cabrão de escroque filho da puta fascistóide asqueroso nojento remeloso porcalhão malcheiroso e pestilento.

    Em duas palavras: Paulo Rangel.

    E o imbecilóide do Fernando de Sousa? Uma ínfima lêndea, mero aspirante a piolho da púbis do porcalhão Rangel.

    Ainda bem que há caixas de comentários.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.