13 thoughts on “Coisas que não acontecem só em Portugal”

  1. Deixa-me ver se eu percebi… O «hate» que o Pinto de Sousa provoca em «lot of people» é uma consequência de ele ser bem sucedido a fazer o que gosta.
    Olha, não podia estar mais de acordo contigo, «Luís» Valupetas! De facto, aquilo em que o tipo é mais bem sucedido e que ele adora fazer é aldrabar, e com tanto socretino que por aí anda satisfeito por ser enrabado, só se pode concluír que o gajo é do melhor que há a manipular. Então esta última cena em que ele te perguntou se ficava melhor a olhar para a direita ou para a esquerda foi bem demonstrativa da sua «arte» e do seu sucesso. E o mesmo se diga da cena em que o tipo afirma que não governa com o FMI, mas também que é a melhor escolha para governar com o FMI.
    Tens toda a razão, portanto. O tipo é odiado por ser bem sucedido… a manipular. Mas também é amado pelos socretinos pela mesmíssima razão. Lá está: há quem adore ser enrabado, mas também que odeie. São as preferências sexuais de cada um, Valupetas….

  2. Presumo, DS, que tu não gostas de ser enrabado. Pelo menos é o que se depreende das tuas palavras e gostos não se discutem.
    Agora, para seres um gajo coerente com a tua sede de esclarecimento e para concretizares melhor a tua aparentemente fundamentada opinião, vou pedir-te o favor de nos explicares exactamente do que é que não gostaste na experiência…

  3. É assim mesmo shark, estes gajos habituaram-se a isso e agora não o querem deixar e como às vezes deve doer com’ó caraças só estão bem devidamente ANESTESIADOS!

  4. Peixinho, o gostar-se ou não de se ser enrabado é algo do domínio do inato e não do experimentado ou adquirido. É genético, percebes? A Cancro, especialista nestes assuntos, pode explicar-te isso melhor do que eu… Portanto só é, de facto, enrabado quem a priori está predisposto para o ser. Ou seja, só os idiotas (só aqueles que têm o gene da idiotice) podem gostar de ser enrabados. Mas a verdade é que até alguns idiotas se podem fartar de ser enrabados, da tal experiência continuada. Só há um tipo de idiotas que não se farta e quer mais: são os socretinos, como se vê todos os dias neste blogue…

  5. Folgo em encontrar em ti uma pessoa tão bem informada acerca dos meandros da sodomia, nomeadamente naquilo que distingue quem gosta e quem não gosta.
    Fico pois a saber (e assumo completa ignorância na matéria, rendendo-te a homenagem devida) que só é enrabado quem está predisposto para o ser. E nesse caso devo insistir no facto de, partindo do princípio de que só um idiota fala mal daquilo que nunca provou, a tua experiência negativa poder iluminar os Passos de quantos dêem crédito ao teu conhecimento empírico que se traduz numa segurança no discurso que pelo menos a mim convenceu.
    Só fica por definir, agora que sabemos que não és idiota (porque só afirmas convicções em matérias que dominas nem possuis os genes que te poderiam fazer apreciar algo que afirmas ser tão mau), o que te levou a interessares-te tanto pelo tema.
    Por outro lado, deverias perder menos tempo a debruçares-te sobre as mazelas das enrabadelas (as tuas e as dos outros) e mais acerca da formação pessoal e do cavalheirismo que poderiam impedir-te de te exprimires nesses termos quando te referes a uma senhora.
    Eu sei que só quem gosta delas leva a sério essas mariquices, mas não deves confundir os teus gostos pessoais com a educação e as maneiras que te são exigidas quando abres a matraca para expores as tuas legítimas dores que posso lamentar mas sem me fingir solidário (por desconhecimento de causa).

  6. Segundo o ds, gostar de ser enrabado é algo do domínio do inato! A não ser que o inato seja alguém do seu conhecimento, não vejo onde estará o valor científico dessa afirmação, pois não sei como poderei afirmar ou permitir que alguém afirme que os cegos de nascença não gostariam de serem cegos porque neles a cegueira é algo do domínio do inato!
    Creio que estará confundir coisas para as quais não tem o competente saber e por isso vai chupando o que lê na Net ou vê escarrapachado em notícias da pasquinada.
    Alguém lhe poderia explicar, como se ele fosse um miúdo de cinco anos, que a homossexualidade não tem nada a ver com o coito anal, porque se assim fosse não existiria a homossexualidade feminina em que, por motivos puramente técnicos, sem equipamento adicional tal se tornaria impossível.
    Também seria bom que ele nos explicasse quem são os socretinos, pois desconheço o vocábulo, pelo menos em língua de gente, pelo que não lhe posso responder nessa área e bem gostava, mas se ele fizer o favor de me esclarecer de onde vem o nome, a sua prolação e o seu significado talvez ainda lhe responda.

  7. O peixinho decidiu dar-me uma aula de moral-da-treta e dos bons costumes a cheirar a mofo e a hipocrisia (própria de quem chama «velha» a outras pessoas). Agradeço a lição que me fez recordar os bons velhos tempos do Herman e do seu Diácono Remédios. Manda mais dessas, pá, que tudo o que nos faça rir é bem-vindo.
    Agora, no que diz respeito àquela que dizes ser uma «senhora» (e até certo ponto até concordo contigo, ou não fosse ela a primeira dama do socretinismo), tenho a impressão de que ela não ia gostar de tipos como tu, tipos com tiques de conservador e moralista. Até porque esse tipo de discriminação de género (que tu classificas como «cavalheirismo») não está de acordo com o mundo da «esquerda» moderna nem com o feminismo da dita «senhora». É que, não sei se sabes, para as feministas esse «cavalheirismo» de que tu tanto te orgulhas não passa de uma forma encapotada de subalternizar as mulheres, que seriam uns seres frágeis e com necessidade da protecção. Seriam assim meras «senhoras fêmeas» dependentes de «senhores machos» como tu.
    Mas voltando ao assunto ou tema principal, este era mesmo a manipulação a que estão sujeitos os socretinos, e não a sodomia, como tu (e outros idiotas) pensaste ou decidiste. Focaste-te numa metáfora e esqueceste-te do essencial do comentário, mostrando-nos assim porque razão é tão fácil enrabar os socretinos idiotas incapazes de distinguir o essencial do acessório. Assim, faço um acordo contigo: eu fecho a minha «matraca» se tu me prometeres fechar a entrada da tua peida. OK?

  8. Ok, eu referi cavalheirismo e tu não gostaste.
    Podia ter-lhe chamado logo falta de educação e a minha não depende das opções ideológicas dos outros. É inata, como aquilo de que tu sabes tanto…
    E podia ter-lhe chamado isso porque era fácil de adivinhar até onde irias chafurdar depois de levares tanto baile.
    Eu sei que custa, a pessoa ver-se assim exposta nas debilidades. Mas sei que és homem para ultrapassar isso e ires brincar com os outros meninos no meio dos quais te possas sentir muito inteligente para recuperares um pouco da dignidade que acabas de deixar por aqui espalhada, valendo-te o anonimato para circunscrever a vergonha ao espelho que te vai custar mais um nadinha enfrentar.
    Quanto ao tema principal, o essencial está dito e até na tua metáfora tão bué, tão jovem, se conseguem encontrar os traços gerais daquilo que se pode esperar dos orfãos de alternativas.
    Olha, sempre tens o gajo da AMI para sentires como um gesto de caridade o voto que entregares a quem não possa impedir a vergonha para o país de ter uma parelha de primeiras figuras do Estado que diz bem do calibre de quem ajuda a elegê-las…

  9. ehehehhehehehe. O peixinho está a delirar! Baile?! Debilidades?! Anonimato?!
    Ó peixinho, como costuma dizer o teu «camarada» Valupetas: «Larga o vinho!»

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.