Cocktail Seguro

“inaceitável que quando se pedem sacrifícios aos portugueses, não sejam todos, em particular aqueles que mais têm, a darem esse exemplo e a fazerem mais sacrifícios”

“a trajectória das últimas décadas vem endividando o país”, o que vai sobrecarregar as gerações futuras “com os encargos do estilo de vida das gerações actuais”

*

O mais activo candidato à sucessão de Sócrates já tem a receita: misturar BE com PSD, agitar até se dissolverem as diferenças e servir com um enfeite rosa.

12 thoughts on “Cocktail Seguro”

  1. Sim, acertaste, Val. Vai mesmo uma grande misturada na cabeça de Seguro, além de que diz chavões. Não lhe auguro grande futuro. Parece-me um Alegre com cara de PSD. E, como se deve ver ao espelho, diz frases a condizer. Alguém imagina alguém a seduzir-se pelo entusiasmo, o optimismo, a determinação e a capacidade de mobilização deste homem? Cá a minha pessoa não.

  2. Eu também não, Penélope! E sou militante do PS! Este Seguro não contará nunca com o meu voto. É mesmo um choninhas…

  3. Figueiredo, não tenhas medo!
    Este gajo é o Passos Coelho do PS. Os laranjolas avançaram com este Pedro – o outro “ia andar por aí” – porque estavam secos de candidatos. Este Tó Zé é certo e quase seguro que vai continuar de vez em quando a fazer prova de vida até perceber um dia que está morto…politicamente

  4. _ Aos seus lugares, proooooontos, pum!

    Mas isto tem nuances:
    Nas corridas de meio-fundo e fundo, as partidas são efectuadas de pé e existem apenas duas ordens: “aos seus lugares” e o respectivo sinal de partida. Mas, muita atenção, nas corridas de velocidade é obrigatória a partida agachada, com blocos.
    Na corrida de estafetas o busílis está na entrega do testemunho, que tem de ser entregue obrigatoriamente na zona de transmissão.
    Quem fizer duas falsas partidas é eliminado e não brinca mais.

    :))))

  5. Misturar “laranja + rosa + vermelho(?)”, dá uma cor híbrida, ou plenamente indefinida…É
    SEGURamente o que acontecerá com o protagonista (com o aberto, como diz o Presidente da Assembleia da República…).Anda há não sei quanto tempo a dizer que é preciso dar mais apoios sociais e não sei que mais, aonde se gastaram as maiores verbas do erário público, que conjuntamente com outras medidas de apoio à economia (directas e/ou indirectas), depauperaram as finanças, para agora vir armado em “grande salvador” dos oprimidos e dos esfomeados dizer que são sempre os mesmos que pagam, “esquecendo” que foi com este Primeiro Ministro que foram tomadas medidas práticas de aumento da carga fiscal aos “…que mais têm…” (Vide restrições aos deputados no início do 1º. governo + aumento da taxa do IRS + imposto aos passivos dos Bancos (recentemente), só para lembrar algumas e vir para a praça pública tentar agradar aos “pobrezinhos”… é mesmo do estilo do PPC /BE…
    Francamente…

  6. Faz tempos, no defunto “A Capital”, um grande jornalista, titulava uma pequena peça jornalística sobre o actual Presidente da Comissão de Economia da AR: “O Seguro morreu de novo”.
    Isto era uma boutade, mas que se pode cumprir, pode.
    Contudo, em politica as coisas não são lineares, não são como a táctica do Villasboas do FCP.
    Dois anos antes da demissão de Guterres, quem apostava em Ferro Rodrigues para SG do PS? Ninguém.
    Quem, logo no dia a seguir à demissão de Ferro Rodrigues, achava que Manuel Alegre, João Soares e, sobretudo, José Sócrates iam concorrer ao lugar de SG do PS? Pouca gente.
    Um primeiro desvio: a zanga entre Alegre e Mário Soares começa aqui (assim como a amizade entre Sócrates e Mário Soares…aqui se inicia).
    E quem vaticinava a vitória de Sócrates? Ninguém.
    Parece, é o que se diz nos mentideros socialistas, que, se o Governo não cumprir a legislatura e Sócrates se for embora, temos António Costa a disputar o Secretariado Geral, com hipóteses de ganhar.
    Um segundo desvio: sexta-feira, dia 8 de Outubro vai haver eleições para a Presidência da FAUL do PS; dois candidatos se destacam, o actual Presidente Joaquim Raposo, de quem sou amigo, e o jovem Secretário de Estado do Mar, Marcos Perestrello (apoiado por António Costa). O resultado destas eleições serão decisivas para o caminho a fazer pelo edil lisboeta.
    Quanto a António José Seguro? Não é seguro que esteja morto. Creio mesmo que as noticias do seu “passamento” foram manifestamente exageradas.
    Está a dar sinais e consistentes (as votações na AR, as declarações em Penamacor, os comentários recentes na SICnoticias).
    Tem apoios fortes…no interior do PS e a nível nacional.
    Gostei das metáforas roubadas ao atletismo pela mdsol, minha boa e cara amiga, mas Sócrates já não empunha o “facho” da estafeta partidária…não podendo, assim ,transmitir o que já não possui.
    O que parece…já não é.
    José Albergaria

  7. Val…em 31/08/2010 postei isto aqui e de seguida veio a tua resposta…

    Vê lá se eu não tinha razão…

    Os gatos também existem no meu partido…o que nunca pensei.

    Gajos que nunca fizeram nada e há montes de tempo a comerem da gamela…

    Se este gajo algum dia se candidatar a Secretario-Geral do PS e ganhar estamos feitos…

    zeca
    Ago 31st, 2010 at 12:44
    Val… para já peço desculpa por escrever este post, que por sinal não tem nada a ver com a história em questão, mas é para que se saiba os gatos que ecixtem dentro do PS, prontos a saltarem…

    Ontem, no Facebook consegui fazer o seguinte coment no mural do António José Seguro, deputado do PS como toda a gente sabe, comentário esse a propósito da visita que ele fez às zonas ardidas e aos comentários então feitos por ele…

    Foi assim:

    Zeca
    Gosto, mas pouco…desde que, andas a minar a actual direcção e o actual secretário-geral sem nada teres feito para o enfrentares…Tem coragem e enfrenta-o de uma vez por todas…

    há 16 horas · GostoNão gosto! ·

    Passado algum tempo e para minha surpresa recebo uma mansagem privada também através do Facebook, que rezava assim:

    Entre Tu e António José Seguro
    30/8 às 21:43
    Boa noite
    Antes de responder ao seu comentário gostaria que tivesse a coragem de provar o que afirma.Vamos lá a ver essa sua coragem!

    Eu respondi, como não podia deixar de ser, assim:

    Zeca 30/8 às 22:27

    Boa noite
    Basta vê-lo na SICN perante o “aborto” Mário Crespo, onde nunca defendeu o Governo e o seu (não meu, que não sou militante) secretário-geral José Socrates, perante os comentários “jocosos” do anormal, tal Manela “trasvetida”, que em todos os frente-a-frente ataca de toda a maneira e feitio o José Socrates…e você impávido e sereno…Se tem ideias contrárias demonstre, como demostrou o Manuel Alegre em toda a legislatura anterior, tanto que até é apoiado pelos meninos queques do BE, dos quais você se calhar também agradecia o apoio…Mas o Manuel ainda teve a coragem de se candidatar a secretário-geral do Partido, enquanto você se escondeu sempre e até agora nada…Tenha coragem, abra uma crise interna no PS e desafie já o Socrates a ir a directas e não ande a minar o Governo e o José Socrates com essas visitas às áreas ardidas e com críticas às medidas tomadas…
    No meio disto tudo quem se ri é o PSD, que até não precisa de inventar tantas atordoadas para atacar o 1º Ministro…
    Com amigos e companheiros de partido assim, bem pode o Sócrates, preferir os seus inimigos…

    Obtive a seguinte resposta, assim :

    30/8 às 22:50
    Boa noite
    Pauto a minha actuação política em coerência com os principios e os valores que defendo e pelos quais aderi ao PS. Não tenho donos, nem chefes! Apenas obedeço à minha consciência. E, na vida política, não há só pretos e brancos. Os que são 100% a favor e os que são 100% contra. Na política, tal como eu a entendo, pode-se ser solidário e ter opinião. Nunca abdicarei de ter opinião e isso não faz de mim candidato ao que quer que seja.
    Visitei as áreas ardidas do Gerês porque sou Deputado eleito pelo distrito de Braga. É essa a minha obrigação! Estar junto das populações. Tal como estiveram os meus colegas. E ainda hoje estivemos reunidos com o Secretário de Estado do Ambiente! Eu faço o meu trabalho. E não são insinuações ou intrigas, e pelos vistos até mesmo ameaças, que me afstarão deste caminho. Doa a quem doer!

    Respondi da seguinte maneira, assim:

    Zeca 30/8 às 23:09

    Ameaças?

    Quem sou eu para ameaçar alguém?

    Pediu-me, se tivesse coragem, para provar as minhas afirmações…

    Foi o que fiz e parece que, não gostou muito…

    Pelos menos não negou a conivência com o aborto do Mário crespo nos Frente-a-Frente da SICN…

    Coragem sua, era se abrisse um crise interna no PS desafiando já e agora o José Socrates, antes que o Cavaco o demitisse após as eleições presidenciais…

    Vergonha tinha eu, se estivesse no seu lugar de Deputado e não defendesse o meu Governo e o meu Secretário-geral de todas as intrigas caluniosas com que tem sido atingido…

    Ou então você sabe coisas que, nós simples mortais não sabemos e em consciência não pode defender o político e principalmente o homem…

    Nesse caso devia ter a coragem de denunciar o que sabe e repito mais uma vez, desafiá-lo a ir a directas já, para que se esclareça as coisas dentro do PS…

    Pensava eu que, sacos de gatos só existia dentro do PSD mas parece que afinal há por aí alguns gatos escondidos dentro do partido que desde o 25 de Abril de 1974, sempre apoiei…

    Mais uma vez digo, tenha coragem e assuma-se…

    Obtive esta resposta, assim:

    30/8 às 23:12
    Finalmente compreendi o que pretendeu com as suas palavras.
    Desejo-lhe felicidades. De mim vai continuar a ouvir opiniões e posições. Boa noite!

    Ainda respondi assim:

    Zeca 30/8 às 23:19

    Está a fugir às respostas que devia dar?

    Estou a pôr em causa alguma coisa?

    Não o esperava tão cobarde…

    De mim sempre que puder vou denunciá-lo…

    É pena que no site do PS não se possa fazer comentários…

    Sempre à sua disposição para discutir política a sério, sem

    rasteiras ou jogo sujo…

    Fica assim provado que, aquele que é apontado como um dos sucessores de José Socrates, não tem categoria suficiente para ser secretário-geral e que é um dos
    mineiros que andam a rebentar com a estrutura interna do PS…esperando que José Socrates continue a ser queimado em lume brando, sem sair em sua defesa.

    Para ter amigos e companheiros destes mais vale defrontar os inimigos…

    12 Val
    Ago 31st, 2010 at 14:18
    zeca, em abono da verdade, já várias vezes vi o Seguro a defender na porqueira posições do Governo ou a bater-se contra calúnias, difamações e infâmias contra Sócrates. Isso, obviamente, em nada desmente a sua declarada intenção de ser secretário-geral do PS e as acções respectivas que vai tomando (em especial, a estratégia Alegre). Mas, tal vontade só lhe fica bem, também estarás de acordo.

  8. E mais: a sucessão de José Sócrates no cargo de secretário-geral do PS será disputada entre António José Seguro, Manuel Maria Carrilho, Henrique Neto, Ana Gomes, Carmelinda Pereira e Tino de Rans, e a respectiva campanha decorrerá, em rigoroso exclusivo e em directo, no Jornal das 9 da SIC, sob a direcção política de Mário Crespo. O vencedor, apurado de acordo com os critérios editoriais daquela estação, será admitido como concorrente num reality show que se chamará “Parlamento” e que exigirá a transferência dos serviços actualmente sediados em S. Bento para os estúdios de Carnaxide. Em resposta, a TVI prepara uma série sobre a campanha de Mendes Bota à Presidência da República (intitulada “Bota Mendes!”), faltando apenas a autorização da CML para a remodelação do Palácio do Belém (que se transformará em estúdio de televisão) e a designação de Júlia Pinheiro como presidente da Comissão Nacional de Eleições.

  9. Expresso, 6 de Outubro de 2015

    O primeiro-ministro Rui Rio desvalorizou hoje as sondagens que dão vantagem ao PS nas próximas legislativas, salientando que os portugueses necessitam ainda de algum tempo para se aperceber das vantagens produzidas pelas reformas do SNS e educação, algo que acredita que poderá acontecer quando forem conhecidos os números da poupança produzida pela privatização destes serviços. Realça também que os problemas com a introdução do “cheque-escola” deverão estar ultrapassados até ao Natal, pondo fim a um episódio que sobressaltou o início do ano escolar e contribuiu para um clima de mal-estar entre os concessionários escolares, que não põem completamente de parte a hipótese de recorrer aos tribunais para reclamar juros sobre os montantes em atraso.
    Em clima de crispação mantêm-se no entanto os agentes judiciais, que continuam a contestar o programa de reformas em curso, nomeadamente a introdução dos GTP (Gabinetes de Triagem de Processos), salientando que a atribuição de códigos coloridos aos processos “não dignifica” a justiça, e promove a descriminação entre “juízes brancos”, que julgam os chamados processos prioritários, e “juízes azuis” que se vêm inundados de processos considerados de baixa prioridade, introduzindo um factor de desmotivação entre a classe profissional que terá consequências “imprevisíveis”. Muito contestada continua também a ser a chamada “Via Verde Judicial”, que acusam de gerar graves desigualdades no acesso à justiça por parte dos cidadãos em detrimento das empresas. No entanto, Rio salienta que os valores substancialmente mais elevados pagos nos processos deste sistema são “um factor decisivo” no financiamento da justiça, e são “essenciais” para a rapidez no tratamento de processos que envolvem o sector empresarial, rejeitando que se trate de uma “justiça de luxo” apenas ao alcance de alguns, como acusam os sindicatos e o bastonário da ordem dos Advogados, Garcia Pereira.

    No entanto, a sucessão de escândalos envolvendo o Ministro da Cultura, Pacheco Pereira, e o ministro da administração interna, Paulo Portas, sobretudo após a carga policial sobre os actores barricados no Teatro D. Maria II, têm contribuído para o desgaste prematuro do seu governo, já acusado de não defender os interesses nacionais após a polémica venda da CGD aos franceses da Societé Generale, algo que Rio mantém ter sido “inevitável” após conhecidos os desastrosos resultados do exercício de 2014, muito influenciados pelo crash bolsista e pelos efeitos no preço do petróleo resultantes da guerra Israelo-Iraniana. É no entanto notório o desconforto entre o aparelho Social-Democrata com estes números, havendo já quem sugira, embora off-the-record, que seria melhor reavaliar o plano de privatização da Segurança Social, previsto ainda para esta legislatura, de modo a não alimentar polémicas desgastantes que poderiam levar a uma derrapagem ainda mais acentuada nas sondagens. Algo que o primeiro-ministro diz estar fora de questão. “O plano é para se cumprir até ao fim, sem cálculos meramente eleitoralistas”, afirmou, insistindo que é a única maneira de salvar o estado social, e que o sugerido novo aumento da idade da reforma para dos 68 para os 70 anos “não era realista”. Na mente de todos está ainda o incidente do voo 7652 da TAP, que aterrou de emergência em Madrid após falha das fraldas para incontinência do piloto que provocaram um curto circuito no aparelho. Um responsável da Lufthansa afirmou que os standards de segurança em todas as companhias do grupo não podem ser comprometidos por legislações individuais dos países, pelo que nenhum piloto da TAP poderá voar depois dos 65 anos, o que causou algum incómodo e embaraço entre os responsáveis governamentais.

    Sobre os objectivos traçados no PEC XII, o primeiro-ministro espera que ainda este ano seja possível baixar a taxa do IVA para os 27%, negando que se trate de uma medida eleitoralista, pois “já em Janeiro” tinha afirmado que esse era um dos objectivos negociados com o BCE para estimular a procura interna e promover o crescimento das PME. A nova meta europeia 3/3 (3% de défice e 3% de crescimento), imposta pela Alemanha aos países periféricos até 2017 sob pena de saída do Euro é “um objectivo difícil”, complicado ainda pelo derrapar orçamental na construção da Central Nuclear do Baixo Vouga, mas tem confiança que possa ser atingido no terceiro trimestre do próximo ano, salientando um estudo do Instituto Medina Carreira que aponta nesse sentido.

    No lado da oposição, resolvidas que estão as quezílias internas e com o Bloco de Esquerda em queda acentuada após o caso das offshores de Francisco Louçã, o recém-eleito secretário geral do Partido Socialista, Manuel Pinho, afirma que está na altura de os portugueses darem um sinal claro de mudança na orientação do país, salientando que, com a Europa a dar sinais de crescimento, é preciso uma aposta clara na inovação para que o pais cresça mais do que 1,12% ao ano, que afirma ser “manifestamente insuficiente”, e não percebendo a “euforia” do PSD com estes números. Instado a pronunciar-se sobre as suas ligações ao Grupo BES/BCP, assunto levantado com insistência por Francisco Lopes do PCP, afirma que os portugueses sabem distinguir o seu percurso profissional, e que a sua dedicação à causa pública “é total”. A sua eleição, após o conturbado mandato de António Costa (que nunca recuperou da cisão do chamado “bando Alegre”), apesar de ter constituído uma surpresa para muitos, veio dar um novo alento às hostes, havendo no entanto algumas preocupações pela falta de experiência eleitoral do novo secretário-geral. A recente eleição do antigo primeiro-ministro José Sócrates para a presidência da ONU é visto por muitos como um factor muito positivo na percepção do Partido Socialista como uma alternativa credível com quadros de nível mundial, que pode contribuir para uma “reavaliação” do conturbado período que levou à demissão do governo deste pelo ainda presidente, Cavaco Silva. “Uma bofetada de luva branca”, é como caracterizou a situação um alto dirigente do partido.

    Já da parte do Partido da Esquerda Solidária, António José Seguro diz-se “pouco impressionado” com as sondagens que lhe dão pouco mais de 1,8%, salientando que “é normal” que um partido recente não registe grande valores, e apostando na campanha ao lado dos fundadores Manuel Alegre e Ana Gomes para aumentar a visibilidade. No entanto, é cada vez mais certa a fusão com o BE, sendo que fonte próxima das negociações assegura que tudo está a correr sem sobressaltos de maior, e que a “proximidade ideológica” entre ambos os campos torna “natural” esta junção de forças, para formar o que Luís Fazenda descreve como “o grande partido da Esquerda”. Por aprovar está ainda o nome da nova formação, sendo que a primeira proposta – Bloco da Esquerda Solidária – terá sido posta de parte “por motivos óbvios”. Um ponto de fricção é, no entanto, a terceira candidatura de Manuel Alegre à presidência, que não é vista com bons olhos por alguns sectores apoiantes de Ana Drago.

    Este artigo foi escrito ao abrigo da revogação do novo acordo ortográfico.

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  11. Eu diria mais, trata-se de Populismo Seguro no qual se amalgamam o melhor de dois mundos completamente opostos. Concordo que se trata de um PPC em tons rosa alegre.

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