Call of Juarez: Bound in Blood

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I just need a little more tequila… and a woman of questionable moral character…

O escapismo cavalga desenfreado em direcção ao hiper-realismo. Vai ser uma coboiada.

11 thoughts on “Call of Juarez: Bound in Blood”

  1. Caríssimo Valupi,
    Com todo o gosto dou início aos comentários. Não queiras a tequilha, o vinho português é bem melhor, quanto à ordinária é melhor que a consideres uma laidy.
    Quanto à história, é de um hiperrealismo que possivelmente nem a tua excelsa cabecinha se dá conta . O teu protegido PM só á bala se vai embora, estou com uma fezada que vamos copiar o Irão na golpada nas urnas de voto. Vai ser o bom e o bonito, quem encontrará o teu mais do que tudo para dar uns tirinhos por ele? Talvez tu? Do amigo veneno.

  2. Não deve haver em toda a blogosfera um blogue onde se beba mais do que neste. Mas não deve ser essa a temática. Não percebi muito bem a frase que está antes da coboiada e agora ao ler o 1º comentário ainda pior fiquei. :)

  3. veneno, estamos de acordo: venha o vinho português. Mas nada de conduzir ou escrever comentários depois.
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    guida, se percebeste bem, ou menos mal, a frase da coboiada, arrisco dizer que já percebeste tudo.

    (eu também não fiquei lá muito católico com o 1º comentário, desconfio que aquilo é só veneno)

  4. eun dantes era mesmo gamado em coboiadas, O Soldado Azul, Aconteceu no Oeste, A Quadrilha Selvagem, eram os meus filmes, aliás reparei agora que ainda sou gamado ao lembrar-me deles, só que ando disfarçado ou será que era esquecido?

  5. CARISSIMO VALUPI, Festa do “Avante” arranca com ópera, ALGUNS não devem beber nunca.

    L’Ame du Vin
    Un soir, l’âme du vin chantait dans les bouteilles:
    «Homme, vers toi je pousse, ô cher déshérité,
    Sous ma prison de verre et mes cires vermeilles,
    Un chant plein de lumière et de fraternité!
    Je sais combien il faut, sur la colline en flamme,
    De peine, de sueur et de soleil cuisant
    Pour engendrer ma vie et pour me donner l’âme;
    Mais je ne serai point ingrat ni malfaisant,
    Car j’éprouve une joie immense quand je tombe
    Dans le gosier d’un homme usé par ses travaux,
    Et sa chaude poitrine est une douce tombe
    Où je me plais bien mieux que dans mes froids caveaux.
    Entends-tu retentir les refrains des dimanches
    Et l’espoir qui gazouille en mon sein palpitant?
    Les coudes sur la table et retroussant tes manches,
    Tu me glorifieras et tu seras content;
    J’allumerai les yeux de ta femme ravie;
    À ton fils je rendrai sa force et ses couleurs
    Et serai pour ce frêle athlète de la vie
    L’huile qui raffermit les muscles des lutteurs.
    En toi je tomberai, végétale ambroisie,
    Grain précieux jeté par l’éternel Semeur,
    Pour que de notre amour naisse la poésie
    Qui jaillira vers Dieu comme une rare fleur!»

    Em tua honra do amigo veneno

  6. É do vinho, o autor é o meu grande amigo:
    Charles-Pierre Baudelaire (Paris, 9 de Abril de 1821 — Paris, 31 de Agosto de 1867) foi um poeta e teórico da arte francês. É considerado um dos precursores do Simbolismo, embora tenha se relacionado com diversas escolas artísticas.
    E muito mais este diabo…..
    Bom vinho para todos.
    Sempre amigo veneno.

  7. A vida não está nada fácil meu caro.

    A alma do vinho
    Numa noite, a alma do vinho cantava nas garrafas:
    “Homem, de encontro a ti eu cresço, caro deserdado,
    Dentro da minha prisão de vidro e de ceras vermelhas,
    Um canto cheio de luz e de fraternidade!
    Eu sei quanto é necessário, na colina em chamas,
    De dor, de suor e de sol que ferve
    Para me dar a vida e para me dar uma alma;
    Mas não serei minimamente ingrato nem mal farei,
    Porque eu tenho experiência uma alegria imensa quando tombo
    Dentro dos gasganetes de um homem usado por seus trabalhos,
    .
    .
    Que se elevara em direcção a Deus como uma rara flore.

    Traduza um texto ou uma página da web (confira)

    L’âme du Vin
    Uma noite, o espírito de vinho cantou no cilindro:
    “Cara, eu crescer com você, ó pobre moça,
    Na minha prisão de vidro e cera minha prata,
    Uma música cheia de luz e fraternidade!
    Eu sei que tem, na colina em chamas,
    Greif, suor e domingo cozinha
    Para levar minha vida e por me dar a alma;
    Mas eu não quero ser ingrato ou ímpios ponto,
    Porque eu sinto uma enorme alegria quando eu cair
    Na garganta de um homem baixo desgastadas pelo seu trabalho,
    .
    .
    Quem irá Primavera a Deus como uma rara flor!

  8. O veneno entrou no verso para disfarçar os copos do primeiro comentário. Palavras ditas carregam a maldição e a benção da irreversíbilidade.
    E o Valupi trouxe-nos a realidade nua e crua, de que depois de emborcar umas tequilas, só mesmo uma mulher fácil nos fará companhia. Ou o próprio veneno. Se der conta do que se está a passar. E disso eu duvido, tal a fixação no ódio ao Sócrates. Mais um copo de tequila e, nem pagando bem, a puta vai na dele.

  9. ora, bonitos poemas, veneno! Declaro-te cavaleiro, ou seja pharmakon, assim também ficas remédio e podes exercer o teu livre arbítrio. A chatice é que a aumenta a responsabilidade pá, foi com essa que me lixaram também, mas depois passamos à categoria de voarmos sobre isso tudo,

  10. Guida, da minha parte foi sem intenção.

    Val, retiro “o teu mais que tudo” foi do vinho a “mais”.

    Mário, e “ós despois” está contra o quê? Quanto ao ódio a Sócrates, o melhor é começar a beber, se já vê coisas onde elas não existem ou não sabe o que diz, talvez fique melhor focado.
    A tua raiva às putas é muito problemática (para ti), regra geral, a realidade que nem sonhas, estas mulheres amam todos os “entornados” desta vida.
    Quem é que deve ter em conta o que se está a passar? Eu? O Val? Se é o Val, não considere o que se segue, se se refere a mim, marque hora mas saiba que sem vinho a factura é mais salgada.
    Disfarçar? Poupe os seus à ofensa não sendo mal-educado, Sr. Dr. Eng.º da mula russa.

    Z, é com muito gosto que aceito a honra na condição de não sejas o Grão-mestre da Ordem. Pois desconheces um princípio muito básico de que todos os remédios são venenos. O segredo está na dose gentil pajem, quanto ao mais lamento qualquer injustiça. Antes de voar bebe bem e do fino.

  11. não desconheço não, nem o recíproco, é o que está no étimo.

    Melhor voar-se sózinho, ou com quem se cruza no ar,

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