Aquela coisa do 5 contra 1

O Cavaco rancoroso e vingativo que apareceu a dar início à sua última fase como político é a manifestação de um homem doente. Está doente de solidão, ao ponto de ter estilhaçado o respeito próprio. À sua volta só vê inimigos, e nem no actual PSD pode confiar. Para além de temer enviar mensagens pela Internet, falar ao telefone ou frequentar jantares na Madeira, vira-se agora num frenesim alucinado contra os jornalistas, que tão bom serviço lhe tinham prestado quando as baixezas e vilezas foram – durante anos! – dirigidas para Sócrates. Isto também quer dizer que Cavaco consome as drogas duras do Pacheco, por sua vez traficadas por arraia-miúda sem escrúpulos, acerca da mão do Governo na campanha suja. O que permite antecipar, portanto, que um dia destes Cavaco virá apontar o dedo na direcção do blogue Câmara Corporativa e identificá-lo como o grande inimigo da verdade.

Esse momento será a justa consumação do Cavaquismo – o clímax para uma casta de onanistas.

10 thoughts on “Aquela coisa do 5 contra 1”

  1. Eheheh, essa coisa do 5 contra um acontece aos mancebos sem companhia, pelos vistos ataca também os geriátricos.

    Mais valia encher a boca de bolo rei, evitava assim a parvoíce

  2. o cavaco confunde perguntas com acusações, devia esclarecer as dúvidas em vez de armar em tadinho 5 contra 1. se vai por esse lado ainda tropeça em 7 milhões que não votaram no presidente de todos os portugueses.

  3. A vitória de Cavaco, é para ele e os seus apoiantes um passar de esponja sobre o BPN casa na Aldeia da Coelha fuga ao fisco com a subvalorização da permuta de propriedade etc. É este país o dos Isaltinos, da Fátimas Felgueiras, dos Valentins Loureiros etc.
    Alguns dos apoiantes de Cavaco são aqueles que fazem, fariam ou gostariam de poder fazer aquilo que ele fez. Depois, para Cavaco, a sua eleição é a resposta a essas questões que lhe foram colocadas durante a campanha e que ele não respondeu.
    Tenho vergonhe«a de ter um presidente assim e que diz ser o presidente de todos os portugueses. Não é! É só de alguns

    Sidónio

  4. anónimo,

    mais propriamente em 7 milhões e 800 mil…mas lá está, quem não vota, passa procuração a que votem por si.

  5. O discurso de Cavaco foi lamentável. Ou pensará ele, como Isaltino, que as eleições limpam o que está irremediavelmente sujo?

    Nem com muitos pacotes de Skip se consegurá limpar….

  6. Nuno – Obrigado pelo link do Jornal de Negócios com o artigo do Baptista Bastos, que está excelente.

    Sidónio – Inteiramente de acordo consigo.
    Meu presidente, ele também não é, nem será nunca.
    Enfim, mais 5 anos exilado dentro do meu proprio país …

    Infelizmente, cumpriu-se mais um passo da triste sina deste país.
    Um político banalíssimo, eleito por uma corja de eleitores incorrigível.

    Em suma, relembrando a célebre sentença do Rei D. Carlos sobre o País, mutatis mutandis, um bando de sacanas, presididos por um banana.

    Tenho dito!

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