À atenção dos labregos

Os labregos que acham que o anonimato na Internet se evita ao assinar com um conjunto de caracteres que eles aceitem como nome verídico (que tansos…), ou que um assumido pseudónimo não chega para identificar o autor ou utilizador que se decide por essa forma de expressão pessoal, devem ler esta notícia:

Professor fazia-se passar por mulher na Internet para conquistar outros homens

A história é rocambolesca, até com um lado hilariante para além das consequências criminosas, e dá-nos a ver um aspecto da PSP e da Judiciária que assusta: a facilidade com que se corrompem agentes.

13 thoughts on “À atenção dos labregos”

  1. ah, sim, um pseudónimo é mais do que suficiente como expressão pessoal para internetar – chega e sobra para preservar, à distânncia, a realidade. uma vez eu fiz-me passar por gajo para ver como funcionam as cabeças das gajas na internet. e só coloquei um nome e fotografia masculinos – de resto, só fui eu mesma e acrescentei o que conheço do que é ser gajo. o resultado foi arrebatador: as gajas adoraram-me, fiz tanto sucesso que tive de apagar tudo. e rir muito, claro. e também descobri podres, bem podres, de alguns. gostei muito.:-)

    serei uma criminosa? :-)

  2. Deus Meu!

    Agora o que vai ser de mim? Uma pobre acamada cujo único prazer é fazer de homem em caixas de comentários…

  3. oh bécula! isto aqui é mais gajos, se arranjares um papo de anjo para uma cena de farófias bota o link para utube.

  4. Obrigado, senhora doutora.

    Desde menina que a minha aspiração é ser estudada exaustivamente.

    Bem-haja, e um beijinho…

  5. ´:-)

    ao ser estudada aquela amostra de vaginas estuda-se, obrigatoriamente, a tipologia de pilas a que estão sujeitas e habituadas. está claro como a água aquilo que não percebeste, morto. ai que riso.:-)

  6. Sempre fui pelas vaginas livres; que isso de “sujeita” cheira-me logo a escravatura branca (embora eu até fique um pouco escurinho/a lá mais para Agosto).

    E não te chateies Sinhã; que eu gosto mais de rir “com” do que “de”.

    :)

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.